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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Como investir em métricas sem perder a essência do marketing digital?


*Por Fausto Matsuda


Tecnologia e qualidade. Duas importantes aliadas para as empresas manterem sua credibilidade no mercado. Para um modelo de negócios que trabalha com marketing de influência, não seria diferente. Mas, como podemos medir a qualidade do trabalho dos influenciadores? No Strata Data Conference deste ano, evento realizado em Nova Iorque, foi possível absorver ideias novas sobre como os avanços tecnológicos, em conjunto com o fator humano, podem potencializar resultados positivos.


Os influenciadores digitais atingem uma taxa de engajamento 203% maior do que as marcas obtêm em seus perfis próprios, segundo pesquisa da Altimeter 2019. Isso significa que os produtores de conteúdo alcançam seus seguidores pela credibilidade do que publicam e, principalmente, pela autenticidade com que dialogam. No entanto, fica difícil metrificar a qualidade do engajamento. Como medir o valor do comentário de uma pessoa nas redes sociais?


Nesse sentido, o uso de inteligência artificial para avaliar a qualidade do engajamento, se torna uma importante ferramenta para as marcas que trabalham com marketing de influência. Assim, uma das tendências debatidas no evento é investir em programação neurolinguística.


Isso porque o estudo acredita que antes de tomarmos uma atitude, há diversos conceitos internos que influenciam. Como essas ideias estão fixadas na nossa mente e não percebemos, consequentemente, agimos de forma automática. É isso o que acontece em uma ação tomada por “impulso”, por exemplo.


Desse modo, analisar a programação neurolinguística dos seguidores e até mesmo dos influenciadores, pode colaborar para metrificar a espontaneidade e qualidade de um comentário ou ainda uma reação nas redes sociais. Claro que adquirir conhecimento nesse tema, pode desenvolver um conjunto de estratégias capazes de reorganizar nossas convicções e transformar atitudes automáticas em comportamentos novos.


Essa tendência nos mostra que usar a inteligência artificial para aprimorar a gestão de pessoas, e também para analisar o comportamento dos usuários na internet, é cada vez mais relevante. E não podemos nos esquecer que 84% dos millennials não confiam em propaganda tradicional, segundo o The McCarthy Group. O que significa que os influenciadores têm ainda mais força e impacto.


É importante reforçar que, quando se trata de marketing e comunicação, nada substitui as relações humanas. A tecnologia pode colaborar para unir áreas diferentes de uma empresa e otimizar processos, porém, é necessário que seja em conjunto com o esforço e criatividade dos influenciadores e das marcas.


Os produtores de conteúdo influenciam diretamente no poder de decisão e de compra do público. Por isso, usar a tecnologia para capacitar e melhorar esse processo, favorece ainda mais o engajamento dos influenciadores. Um levantamento da Shareablee revela que 48% dos entrevistados, entre 18 e 24 anos, compraram um produto após a recomendação do influencer.


Por isso, a mentalidade deve mudar: as novas ferramentas tecnológicas devem auxiliar o dia a dia das empresas, bem como dos influenciadores. O ideal é aproximar essas áreas mais técnicas, como a tecnologia da informação, a favor da marca para gerar mais oportunidades. Mas, sem perder a espontaneidade que os produtores de conteúdo conquistaram, afinal, autonomia e liberdade criativa estão na essência do negócio.


https://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/como-investir-em-métricas-sem-perder-a-essência-do-marketing-digital/ar-BBXibtj?ocid=spartandhp


*Fausto Matsuda é COO da Squid e formado em engenharia ambiental pela Escola Politécnica da USP. Tem passagem por grandes empresas como Odebrecht, Knijnik Engenharia Integrada, e Mobly. Há cerca de 5 anos, se dedica ao universo da influência.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

As 5 principais tendências do marketing digital para 2018




5 Tendências de mídia social e marketing digital a serem vistas em 2018

Quais são as tendências que mais importarão para CMOs e outros líderes de marketing E MAIS AINDA PARA A SUA EMPRESA em 2018?

Quais são as tendências que mais importarão para CMOs e outros líderes de marketing E MAIS AINDA PARA A SUA EMPRESA em 2018?

Embora eu não pretendo ter uma bola de cristal ou saiba exatamente o que está acontecendo na sua empresa, posso e gostaria muito de compartilhar aqui com você o que é importante para a sua empresa.

Os 5 temas descritos aqui devem já parecer familiares, pois todos têm algo a ver com a interseção de conteúdo, tecnologia e conexão com os clientes. 

Sim, a inteligência artificial (AI) aparece – em homenagem à aparente exigência de que a AI deve ser mencionada em todos os artigos da tendência de negócios, que avançam – mas vejo a AI como um papel de apoio e não mais protagonista. Isso porque o foco precisa estar no “porquê”, que é ajudar as pessoas numa interação por vez, criar conexões e criar confiança entre marcas e clientes.

O valor do vídeo continua crescendo com as histórias da vida real.

As marcas bem-sucedidas combinam o impacto emocional do vídeo com o alcance e o imediatismo das mídias sociais para construir relacionamentos mais profundos com clientes e prospects. O movimento das imagens e som têm o poder de transmitir sentimento e estimular a memória de uma maneira que as palavras escritas não conseguem alcançar. É o que torna o vídeo “uma excelente plataforma para educar os telespectadores em tópicos e assuntos diretamente relacionados ao seu negócio e posicionando sua marca como uma fonte credível e confiável de informações vitais.

Se estiver entregando uma experiência autônoma nos bastidores em um evento especial ou um tutorial de produtos, os vídeos funcionam bem em todos os dispositivos – uma vantagem que é cada vez mais importante no nosso mundo móvel ter a visão e o foco do multi-dispositivo.

O conteúdo do vídeo também pode ser projetado para atender cada etapa da jornada do comprador, com educação no início, vídeos explicativos no meio e demos e depoimentos no final do processo de vendas.

À medida que as gerações Millennium e Z englobam plataformas de transmissão em tempo real e redes sociais como Instagram e Snapchat, as marcas devem apresentar vídeos rápidos e teaser com menos de 30 segundos que começam a jogar dentro da plataforma automaticamente.

Embora seja claro que as marcas precisam desenvolver mais conhecimentos de vídeo para capturar a atenção, aconselho as empresas a desenvolverem também uma estratégia clara e um chamado para ação para aproveitar ao máximo seu investimento em vídeos.

A mensagem direta de mídia social poderia redefinir a experiência do cliente.

Como o uso de plataformas de mensagens de redes sociais como o Facebook Messenger, o WhatsApp e o WeChat crescem exponencialmente o potencial para melhorar a experiência do cliente, a qual também se expande. Além de permitir que os clientes interajam em um canal onde se sentem mais confortáveis, a mensagem direta permite que as empresas ofereçam uma maior qualidade de atendimento ao cliente e suporte.

Por exemplo, quando um cliente ou uma perspectiva suscita um problema em um canal aberto de redes sociais, a empresa pode levar para uma conversa “offline” através de mensagens diretas para proteger a privacidade e lidar com problemas sensíveis.

Enquanto as mensagens começaram como conversas com amigos e familiares, o número de consumidores que agora utilizam mensagens diretas para se envolver com marcas é surpreendente. De acordo com as estatísticas do Facebook, as empresas agora trocam mais de 2 bilhões de mensagens com consumidores via Messenger todos os meses.

Dito isto, é a combinação de plataformas de mensagens com chatbots alimentados por inteligência artificial (AI) que possibilita que as marcas se envolvam em conversas de clientes mais relevantes, personalizadas e úteis em escala. A importância deste comércio social e conversacional atinge a casa quando você considera que os consumidores digitais agora dizem que passam uma média de 2 horas e 15 minutos por dia em redes sociais e mensagens – até 45 minutos desde 2012 – com base nas últimas pesquisas da GlobalWebIndex.

As marcas precisam ser all-in no celular ou ficam para trás.

O link entre o social e o móvel é claro: 91% dos usuários de redes sociais acessam plataformas sociais via dispositivos móveis, de acordo com o “Relatório de Visão Global Global 2017” da We Are Social e Hootsuite. Os próprios dados do Google mostram que as buscas móveis compõem mais de metade das buscas no seu mecanismo de pesquisa e os sites amigáveis ​​para dispositivos móveis se mostram mais altos nos resultados de pesquisa. Além disso, os visitantes são cinco vezes mais propensos a deixarem um site que não é amigável para dispositivos móveis.

Considerando que essas tendências são susceptíveis de aumentar, as estratégias efetivas de engajamento móvel são críticas não só para o marketing de redes sociais, mas também para a experiência digital global de uma marca; e enquanto a maioria das marcas diz que seus sites são “móveis”.

O Google informa que muitas empresas estão perdendo oportunidades por causa de um desempenho mobile fraco. Mesmo que 53 por cento das visitas ao site móvel sejam abandonadas se as páginas demorarem mais de três segundos para carregar, o tempo médio de carregamento é de 22 segundos, de acordo com Think with Google.

Claramente, há mais para o engajamento móvel do que simplesmente tornar os sites móveis sensíveis. Felizmente, há muitos bons conselhos disponíveis. Para obter dicas técnicas, recomendo Google Optimizar para o seu site para atingir o desejo de quem lhe encontrará pelo celular.

A tecnologia centrada no cliente leva a personalização e ROI.

Hoje, espera-se que as empresas ofereçam conteúdo altamente personalizado e mais e mais personalizado à velocidade da luz. Para conseguir isso, precisamos de uma visão de 360 graus do envolvimento do cliente em toda a jornada. Atuar sobre essa compreensão do cliente é fundamental para uma estratégia de marketing digital bem-sucedida.

Isso requer análises centradas no cliente que revelem informações importantes sobre o comportamento do mesmo.


Às vezes isso significa ouvir mais e vender menos.

As marcas precisam ouvir ativamente o que os compradores e os clientes estão dizendo em todos os canais, desde o serviço ao cliente até às vendas. É, o que é preciso para se empenhar em empatia e autenticidade – qualidades especialmente valorizadas pelas gerações mais novas.

As marcas maduras digitais estão implantando AI e aprendizado de máquina para gerar diferenciação e oportunidade. Ao usar dados do cliente, como comportamento digital e histórico de compras, eles são capazes de fazer recomendações personalizadas.

O LinkedIn reforça sua posição como canal mais valioso para o B2B.


Com o foco do “todo o negócio” do LinkedIn, é o principal canal social para o marketing B2B – 89% de acordo com dados do Demand Wave. Essa preferência está ligada aos resultados, com 62% usando o LinkedIn para geração de leads e 43% atribuindo vendas ao canal.

Desde a compra pela Microsoft do LinkedIn em 2016, os profissionais de marketing estão vendo oportunidades mais fortes para alcançar os 40 milhões de tomadores de decisão e 61 milhões de influenciadores de nível superior que visitam o site regularmente para encontrar conteúdo comercial e liderança de pensamento.

Além de muitas ferramentas gratuitas para aumentar a conscientização da marca e publicar conteúdo, mais profissionais do marketing estão investindo no conteúdo patrocinado pelo LinkedIn e no InMail (caixa direta de mensagens e mensagens digitais do LinkedIn), bem como anúncios de exibição e texto.

Neto Angel RP
https://www.administradores.com.br/artigos/marketing/5-tendencias-de-midia-social-e-marketing-digital-a-serem-vistas-em-2018/108666/
https://raizesdigital.wordpress.com/

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Funções do Marketing Digital


Eric Santos/No texto de inauguração desta coluna, comentei que uma das barreiras que as empresas têm para usar a Internet para o Marketing é entender a complexidade do canal. São tantas redes, ferramentas e abordagens possíveis que muita gente acaba tendo dificuldades de entender o sistema como um todo, e por consequência, medo de experimentar.

Na verdade, a melhor forma de entender o Marketing Digital é se "afastar das árvores para conseguir ver a floresta", como na velha metáfora.

Para ajudar nessa missão de ver o todo, criamos um modelo simples que representa as cinco grandes funções que qualquer time de Marketing deve se preocupar para conseguir gerar resultados:



Monitorar:
 As conversas e o marketing boca-a-boca sobre as marcas sempre aconteceram, mas na Internet é possível acompanhar o que as pessoas estão falando sobre a empresa e seus produtos e, caso necessário, agir adequadamente. Com o uso inteligente do monitoramento, também é possível descobrir e interagir "ao vivo" com pessoas que demonstram interesse no tema do seu negócio. Além disso, a Internet é um excelente meio para acompanhar as principais mudanças na sua indústria e os novos passos dos seus concorrentes, trazendo inteligência competitiva para a empresa.

Atrair:
O primeiro grande passo para gerar resultados com o Marketing Digital é trazer visitantes para o seu site (ou comunidades/perfis nas mídias sociais). Há três maneiras principais de se fazer isso:
(1) produzindo conteúdo relevante para seu público-alvo,
(2) otimizando o seu site para melhorar sua colocação no Google e outras ferramentas de busca – prática conhecida como SEO – e
(3) comprando mídia (anúncios) no próprio Google ou em outros sites que são visitados pelos seus potenciais clientes. Se bem equilibradas, essas atividades garantem um ótimo retorno sobre investimento em atração de clientes no curto e no longo prazo.

Relacionar:
Para a grande maioria dos negócios, especialmente os B2B, não é exatamente na primeira visita ao site que o potencial cliente toma a decisão de comprar o seu produto ou serviço. O Marketing Digital permite que a empresa retenha esse visitante, se mantenha próxima dele e aos poucos vá gerando credibilidade e abrindo portas para o negócio se concretizar. Para isso, é importante estabelecer os canais e as práticas para se fazer esse relacionamento com os clientes atuais e potenciais.


Converter:
Acima de tudo, o Marketing Digital deve ser visto como uma forma eficiente de gerar resultados ($) para a empresa. Ao longo do tempo, é preciso converter esses visitantes do site em clientes ou em oportunidades de negócio (Leads). Ao contrário das mídias tradicionais, na Internet há uma série de formas de conduzir o cliente para uma ação desejada, tais como entrar em contato com a Central de Atendimento, deixar informações de contato para que a equipe de vendas possa ajudá-lo, ou até mesmo a compra direta do produto ou serviço no próprio site.

Analisar:
Uma das grandes vantagens do Marketing Digital se comparado às mídias tradicionais é a possibilidade de medir os resultados em detalhes. Mais do que isso, é possível identificar as ações que têm dado resultado e assim melhorar constantemente o Retorno sobre Investimento (ROI), cortando o que não funciona e aumentando os recursos onde o retorno é positivo.

Em linhas gerais, essas são as grandes missões que qualquer empresa deve fazer na Internet.
Para quem ainda não está familiarizado, o ideal é começar de forma simples, mantendo um equilíbrio nesses cinco campos e investindo pouco a pouco para se aprofundar e conhecer melhor as técnicas de cada área. Aos poucos aqui na coluna vou me aprofundar e entrar nos aspectos práticos de cada função.
http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/as-5-principais-funcoes-do-marketing-digital/60606/

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Conteúdo: a revolução do Marketing Digital?



R7 Página Inicial





Que o Marketing Digital é a última palavra na divulgação de marcas, empresas, produtos, serviços e ideias, todos já sabem. Até mesmo nas últimas campanhas eleitorais no Brasil e nos EUA, os blogs, sites, mídias sociais e recursos que vão desde pesquisa online a ações ativas como Adwords, Remarketing e Newsletters tiveram papel decisivo.

No livro A Queda da Propaganda, lançado em 1998, Al Ries chocou o mundo corporativo e publicitário ao afirmar que a Propaganda Tradicional, centrada principalmente na Televisão e dona do maior pedaço do mercado na época estava com os dias contados, pois haveria uma troca de uma mídia única por meios múltiplos e segmentados.

No início deste século alguns “gênios do mundo digital” como Seth Godin, tornaram-se referência com publicações como “Disseminando o Vírus Ideia”, “Permissão”, “A Vaca Roxa”, “Todo Marketeiro Mente – Conta Estórias”, dentre muitos outros considerados verdadeiras bíblias neste mercado.

No relatório Best Global Brands de 2005, elaborado pela Interbrand, tal fenômeno foi não apenas confirmado em números, mas também indicado como tendência, quando se percebeu que os maiores anunciantes mundiais haviam reduzido a participação da Televisão em suas campanhas, dos históricos 80% para menos da metade dos seus investimentos.

Segundo o CMO Council, o Marketing Digital já corresponde a 36% do mercado ou 194,5 bilhões de dólares/ano no mundo inteiro e deverá ultrapassar a mídia de TV em 2016. E um estudo da Hubspot deixa muito claro o motivo da mudança: além de suas vantagens naturais, a propaganda Digital permite uma captura de clientes potenciais (leads) 3 X maior, a um custo 62% inferior.

Qual empresa não possui sites e mídias sociais? Enquanto alguns publicitários do Marketing Tradicional estão revendo suas estratégias, há milhares de empresas de Marketing Digital em todo o mundo, com inúmeras histórias de sucesso através deste meio que permite mais atenção e ações específicas para cada segmento.

O grande problema para as empresas é que, enquanto 80% dos empresários acredita que suas marcas oferecem uma ótima experiência ao cliente, apenas 8% dos consumidores concordam com este fato (Bain & Company) e 76% acreditam que as empresas não dizem a verdade em seus anúncios.

A grande revolução que está ocorrendo agora é impulsionada pelo uso de termos como Inbound, Co-Marketing, Engajamento, Nutrição de Personas, entre outros. Não é mais a fabricação de sites e mídias, e sim a inclusão do conteúdo que os diversos e diferentes tipos de pessoas desejam ler.

Segundo Anderson Schmidt, sócio e fundador de empresas como a Blogolândia (7 milhões de pageviews por mês), Comprinhas (empresa de e-commerce), “foi seguindo esta tendência natural e atendendo aos pedidos das empresas que eram nossos clientes, que criamos a CSD - Conteúdo sob Demanda, empresa focada na produção de textos originais para uso corporativo”.

Edgar Correa, sócio de Anderson, ajudou a criar a CSD em 2014, e hoje comanda um time de 1.200 redatores em todo o país, equipe composta por jornalistas, médicos, engenheiros, advogados, tradutores e outros profissionais. “Somos hoje a primeira, melhor e maior produtora de conteúdo do Brasil, e temos negócios e parcerias nos Estados Unidos e Canadá”, enfatiza Edgar.

O crescimento da CSD está tão acelerado, que recentemente Anderson e Edgar convidaram o marqueteiro Gerson L. Gantzel como sócio da CSD, para acelerar a divulgação da empresa e de seus serviços e aumentar as vendas. Gerson explica que o principal foco da CSD, para explorar o estágio de crescimento acelerado do mercado de conteúdo, é a “atuação ativa junto às empresas de todos os portes e segmentos de atuação, através de uma malha de vendedores, representantes e partners que irá se somar à equipe de redatores atual”. Isto, é claro, associado a muita divulgação digital.

Juntos, Anderson, Edgar e Gerson informam que “a taxa de conversão de seus leads em clientes supera incríveis 90%, bastando para tal a realização de um Diagnóstico e apresentação de Proposta com as dicas para turbinar os resultados das empresas”. Anderson relata que “há clientes nos quais os números expressam claramente os resultados”:
- 6 X mais acessos aos sites/mídias sociais;
- 4 a 8 X mais leads (prospects), normalmente mais qualificados;
- Redução de 50 a 90% do CPC – custo por clique, no Google Adwords;
- Melhoria no rankeamento, incluindo a empresa na primeira página do buscador.

A estratégia que explica o fenômeno da produção de conteúdo é extremamente simples: não basta produzir os melhores sites e mídias e ficar aguardando passivamente que os consumidores o acessem. É necessário comunicar o que os clientes desejam. Assim, ao procurar informações no Google ou em outros buscadores, o cliente irá cair primeiro no site/mídias das empresas que possuírem o melhor conteúdo, além de todas as ações ativas que o marketing digital permite fazer.

Uma empresa especializada na produção de conteúdo explora 2 fenômenos distintos que explicam esta verdadeira revolução:
a) As pessoas mais qualificadas para produzir conteúdo numa empresa são justamente aquelas que estão atuando na atividade fim, ocupadas demais para escrever. Os médicos querem atender aos pacientes, os engenheiros elaborar projetos e construir, os analistas projetam e desenvolvem sistemas...
b) .... Enquanto há um mundo de profissionais preparados e ávidos por escrever e ter reconhecimento e divulgação de seus textos nas empresas, além da remuneração pelos serviços prestados.
Website: http://www.conteudosobdemanda.com.br/

segunda-feira, 16 de março de 2015

4 fatos do marketing digital que irão influenciar suas vendas em 2015






2014 foi um ano difícil para a economia brasileira e 2015 promete ser ainda mais. Entenda como o Marketing Digital pode influenciar e ser influenciado nesse cenário
O ano no Brasil começa só depois do carnaval! Será?

Essa frase faz parte da rotina de muitas empresas brasileiras há décadas, principalmente nas equipes comerciais que muitas vezes utilizam essa questão para justificar uma encolhida nos números entre janeiro e março. Esse ano não começou diferente, talvez com um pouco mais de negativismo devido ao atual cenário econômico, mas definitivamente ainda tem muita gente esperando a ressaca do carnaval acabar para começar a agir.

O ponto de preocupação nessa espera é que, quando estamos falando de estratégias de marketing digital e de web presence, quanto antes você puder testar o que funciona para a sua empresa, mais rápido poderá acertar o caminho e assim garantir que 2015 não seja tão ruim quanto as previsões que avaliam o país. Pensando nisso separamos nesse post 4 pontos de atenção quanto ao marketing digital que podem influenciar as suas vendas esse ano.


1) Não seja tão restrito na hora de gerar Leads

É bem provável que na sua empresa a preocupação maior do departamento de marketing e vendas seja gerar conversões relacionadas a testes gratuitos, pedidos de orçamento ou formulários de contato. Esse processo não é necessariamente ruim, mas vale lembrar que a maior parte do seu público alvo provavelmente não conhece o seu produto ou ainda não sabe que precisa comprá-lo. Por isso, em momentos de redução da demanda direta, é importante ampliar a geração de contatos da sua empresa utilizando ofertas indiretas como conteúdos ricos em um blog ou através de páginas de captura. O modelo de inbound marketing, que tem como objetivo gerar oportunidades de negócio mais qualificadas, tem funcionado bem lá fora e é com certeza uma tendência forte em 2015 no Brasil. Esse eBook desenvolvido pela Resultados Digitais e pela Endeavor explora um pouco mais o tema.


2) Não desperdice oportunidades comerciais

E se as oportunidades estão escassas ou muito disputadas pelos seus concorrentes, a única coisa que a sua empresa não vai querer que aconteça é o desperdício de potenciais clientes. Nesse sentido o marketing digital pode ser um grande aliado ao permitir um relacionamento mais específico e segmentado com os seus contatos. Além de garantir que o Lead veja sua empresa como uma referência, uma boa estratégia de conteúdo pode te auxiliar a acelerar o processo de vendas além de permitir que o seu processo de pré-vendas e vendas seja escalável. O marketing Digital também pode ser um grande auxiliar no processo de reaquecer antigas oportunidades perdidas pelos vendedores. É muito mais fácil que um Lead antigo abra um e-mail da sua empresa que oferece um ebook do que uma nova proposta comercial.


3) Garanta que todo investimento tenha um retorno mensurável

É comum que em uma economia não tão aquecida as empresas se tornem mais restritas com os investimentos que realizam e um dos setores que mais sofre com isso é o marketing. Os cortes geralmente acontecem pela dificuldade em medir os resultados que as ações realizadas estão gerando. Nesse cenário, o marketing digital se torna uma alternativa inteligente para quem quer garantir o espaço no mercado. Além de geralmente ser mais barato que as tradicionais propagandas em TV e revistas, o marketing digital permite que a empresa acompanhe o retorno de ações promocionais e entenda o caminho que cada contato está fazendo até se tornar uma oportunidade comercial. Nesse vídeo, o CEO da Resultados Digitais conta um pouco mais sobre como medir e analisar os resultados do marketing digital.


4) Otimize recursos automatizando processos

Já que cortar todo o investimento e sumir da internet não é uma opção, talvez o passo mais inteligente seja otimizar alguns processos permitindo que seus funcionários se preocupem com questões mais estratégicas e com isso obtenham melhores resultados. O mercado oferece uma série de ferramentas que permitem que várias atividades do dia a dia sejam automatizadas como por exemplo a segmentação e qualificação de listas de contatos, o relacionamento com clientes em mídias sociais e os envios de e-mails. A sua empresa também ganha agilidade e assertividade quando torna os processos mais automáticos e baseados em relatórios numéricos.


Todos os pontos resumem, de certa forma, uma premissa do marketing digital que a sua empresa não pode ignorar: para ser encontrado na internet seu negócio precisa ser relevante e esse é um trabalho em constante evolução. Não adianta esperar sem fazer nada, os clientes não vão te encontrar por acaso. Em períodos de alta competitividade e baixo investimento quem decidir se manter presente na cabeça do seu potencial comprador com certeza vai colher os resultados, mesmo que seja necessário esperar mais um carnaval.

fonte: http://idgnow.com.br/ti-corporativa/2015/02/24/4-fatos-do-marketing-digital-que-vao-influenciar-suas-vendas-em-2015/

quinta-feira, 6 de março de 2014

4 motivos para se contratar uma consultoria de marketing digital


4 motivos para contratar uma consultoria de marketing digital para sua empresa


Fábio Silva,

Que o marketing digital se tornou essencial para a comunicação e conversões em venda de qualquer empresa, todo mundo já sabe. Porém, o que muitos empresários ainda não se atentaram é para a importância de contratar profissionais especializados para lidar com os desafios e desenvolver soluções para suas campanhas e ações online.

Com a popularização da internet, o uso massivo das redes sociais e dos sites de busca, todos passaram a conviver nesse universo e utilizar os recursos e ferramentas disponíveis.. Por isso mesmo, muitos acham que esse conhecimento é suficiente para gerir o marketing digital da empresa. Outros ainda preferem economizar e contratam um estagiário ou conhecido que diz entender sobre o assunto para realizar as tarefas.

O que poucos sabem é que esse barato pode sair muito caro para a empresa. Com tantas ferramentas disponíveis e a concorrência cada dia mais acirrada em chamar a atenção dos internautas, deixar uma responsabilidade tão grande em mãos que não são de profissionais é um verdadeiro tiro no pé.

Portanto, se a sua empresa está interessada em ampliar a presença na web, reforçar o relacionamento e a interação com os consumidores, melhorar a reputação da marca, atrair novos clientes ou ampliar as vendas, contratar uma consultoria de marketing digital é essencial. Listamos alguns motivos para isso. Confira:
1 – Profissionalismo e capacitação

Somente com uma consultoria você encontrará profissionais capacitados e especializados para orientá-lo no que preciso for para fazer da sua empresa um sucesso na web. Gerenciar redes sociais, analisar métricas, desenvolver plataformas e sites, otimizar os seus resultados nos buscadores do Google, criar campanhas de links patrocinados e todas as outras atividades ligadas ao marketing digital não são tão simples como aparentam ser.

Por isso, capacitação, conhecimento técnico e dedicação exclusiva a isso é vital para o sucesso da estratégia. É esse preparo que irá fazer a diferença entre uma campanha eficiente, que causa um impacto positivo para a empresa no mercado e outra que passa batido pelo seu público-alvo, gerando perda de dinheiro investido e de oportunidade de negócios.

Além disso, somente um grupo de profissionais poderá ouvir e compreender as suas necessidades, criar soluções para seus problemas, identificar situações em potencial, executar o planejamento com perfeição e ainda oferecer relatórios detalhados sobre o andamento e os resultados de cada ação.
2 – Experiência de mercado

Em um mercado tão concorrido, ter experiência e know-how na área pode fazer toda a diferença – não só para o resultado das campanhas, como também para fazer com que você sinta segurança no investimento em profissionais que sabem o que estão fazendo.

Uma consultoria especializada tem em seu portifólio diversos clientes atendidos e cases de sucesso, que geraram experiência para orientá-lo quanto a melhor estratégia para o seu negócio.
3 – Equipe multidisciplinar

Campanhas e ações de marketing digital são muito mais complexas do que as pessoas imaginam. Cada ferramenta ou recurso possui uma peculiaridade, o que exige manter diversos profissionais para atender a todas as necessidades, executar as tarefas corretamente e alcançar o resultado desejado.

Em uma consultoria você terá o suporte de profissionais capacitados para desenvolver o planejamento, bem como indicar bons fornecedores para criação, design, tecnologia da informação, produção de conteúdo e o que mais for necessário para cada campanha. Uma equipe multidisciplinar externa reduz custos de contratação, que podem ser realocados para novos investimentos.
4- Você foca no que é mais importante: o seu negócio

Ao contratar os serviços de uma consultoria de marketing digital, você poderá direcionar o seu tempo ao que mais é importante para a sua empresa: qualidade dos produtos e serviços, bem como nos processos. Toda a parte estratégica e o desenvolvimento das ações definidas ficam por conta de profissionais especializados, já que eles serão indicados para efetivar o planejamento como o melhor para a sua empresa, pela consultoria. Desta forma, você cuida das melhorias em seu negócio para finalizar a conversão em vendas e fidelizar o consumidor trazido por estas estratégias.

Não deixe a sua marca nas mãos de profissionais despreparados. Uma boa equipe, formada por profissionais capacitados e experientes, fará uma grande diferença para fazer os seus investimentos valerem a pena. Para isso, ter uma consultoria que o guie sobre as melhores ações e estratégias é fundamental!

fonte : http://www.administradores.com.br/





segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Estrategistas políticos em Mídias Sociais na Campus Party


Estrategistas em mídias sociais de Dilma Rousseff, Marina Silva e José Serra se encontram na Campus PartyFoto: Ana Brambilla/Terra
Ana Brambilla - Direto de São Paulo
Três meses após as eleições, os debates políticos ainda acontecem na Campus Party. Na tarde desta quinta-feira, Soninha Francine, Marcelo Branco, Caio Túlio Costa e Fernando Barreto debateram o uso das mídias sociais na campanha eleitoral de 2010 sob moderação do jornalista Marcelo Soares.
Trolagem, bola de papel, influência das mídias de massa e filtro de Twitter estiveram em pauta. Outro ponto que marcou a corrida de José Serra ao Planalto e não ficou de fora das discussões foi a interferência do guru indiano, Ravi Singh, na reorientação radical da presença do candidato tucano na internet. Responsável pela campanha de Serra na web, Soninha lembra que Singh aproveitou o momento em que o site do candidato enfrentava problemas para apresentar uma proposta totalmente diferente. Quando a página oficial de Serra voltou ao ar, trazia uma proposta baseada em cadastro, que foi encarada com repulsa pelos críticos de web. Somente assim, no entanto, lembra Soninha, foi possível medir o grau de engajamento verdadeiro dos apoiadores do PSDB.
À frente da campanha de Marina Silva nos meios digitais, Caio Túlio Costa citou como diferencial do trabalho a "mensagem profundamente positiva" que a candidata disseminou pelas redes. Segundo o coordenador, o êxito no uso das mídias sociais nas últimas eleições era uma questão de saber o que falar e com quem falar. "No Orkut nós falamos com os evangélicos. No Facebook, especialmente com as mulheres e com os intelectuais. No Twitter falamos com jovens e com a vanguarda da internet", categoriza.
Marcelo Branco, que assumiu a função de estrategista em mídias sociais de Dilma Rousseff do início ao fim da campanha, citou o permanente cuidado com a monitoria do sentimento das mensagens veiculadas pelos eleitores nas redes, inclusive a respeito dos adversários. "Ano passado tivemos, pela primeira vez, um terceiro bloco de formadores de opinião que foram os blogueiros e membros de redes sociais", afirma.
Apesar disso, Fernando Barreto, cofundador da empresa Webcitizen, ainda sentiu falta de outros públicos inseridos na discussão eleitoral que tomou conta das redes sociais no ano passado. "Era preciso ter incluído pessoas que não são politizadas neste debate", afirmou.
Ex-diretor geral da Campus Party Brasil, Marcelo Branco lembrou que não é marqueteiro, mas um profissional de tecnologia. Por isso, procurou cuidar especialmente do modo como as ações da campanha de Dilma na internet foram desenvolvidas: os autores foram hackers em software livre, sob licença Creative Commons.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Empresas investem pouco em Marketing Digital diz estudo




Empresas investem pouco em marketing digital, diz estudo
Na era da web 2.0, as empresas precisam investir em ações de marketing digital para poder acompanhar as preferências de seus clientes e usuários. A constatação é de estudo da consultoria Accenture, divulgado nesta quarta-feira, 13, o qual mostra que a integração entre as áreas de TI e de marketing das companhias ainda é bastante incipiente para que estratégias digitais sejam possíveis. O levantamento, no qual foram ouvidos 320 profissionais de marketing e 300 de TI do mundo todo, revela que apenas 6% dos entrevistados acham que suas empresas estão preparadas para o desenvolvimento de campanhas publicitárias digitais. Além disso, somente 8% dos profissionais de TI e 6% dos de marketing dizem que as informações das áreas de marketing e de TI estão devidamente integradas. Um terço dos entrevistados disse duvidar da capacidade de suas empresas de integrar as ferramentas de análise às ações de marketing. A pesquisa mostra, ainda, que 78% dos profissionais de marketing e 68% dos de TI consideram o marketing digital como "muito importante" para os negócios, e somente 35% e 10%, respectivamente, disseram que suas empresas investiram, de fato, em soluções digitais. Daquelas que fizeram algum investimento, 64% dos executivos de marketing e 48% dos de TI disseram ter enfrentado "sérias dificuldades" no processo de integração. Da Redação.