Mostrando postagens com marcador TI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TI. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

A importante área de inteligência de uma empresa nos tempos atuais



Área de inteligência de uma empresa.

Por Carlos G. Matos Jr

As empresas de hoje precisam de um serviço de inteligência preparado para emergências.

Vimos no caso do cachorro morto pelo segurança terceirizado do Carrefour o alto preço de imagem que a empresa está pagando. 

Eles demoraram a agir de forma correta.

No início deram uma resposta culpando o funcionário terceirizado e o setor de Zoonose da prefeitura. Isto é tiraram de si toda e qualquer responsabilidade e só alguns dias depois assumiram a ação pelo fato, propondo como recompensa uma importante ação a favor de cachorros abandonados.

Inúmeros casos acontecem cada vez mais devido ao alto poder de se virilizar notícias negativas na internet.

Uma vez ouvi nos Estados Unidos, de um alto executivo de uma poderosa empresa de TI, que a internet é excelente para destruir uma imagem e muito ruim na tentativa de construção.

Nada de novo para quem estudou jornalismo. A primeira lição que mostra o sucesso do título “ Cachorro faz mal a moça” impacta muitos leitores, mesmo que na leitura da matéria se percebe que foi uma leve indisposição da moça ter comido um cachorro quente na rua.

O negativo costuma fazer muito mais sucesso do que o positivo. O escândalo então nem se fala.

Eu me lembro do impacto de uma foto que vi em um jornal. Em uma granja do interior, um jovem rapaz desenhou o nome de uma empresa de energia local com frangos que morreram nas frias noites em que faltou energia. Não adiantou a empresa de energia dizer que foi um caminhão que bateu em um poste na estrada e que o conserto foi demorado. O que se gravou foi a foto do nome da empresa feita com frangos mortos.

Muitas vezes dirigentes de empresas falam bobagens que repercutem alto. Ou então seus familiares participam de mal feitos. Sabemos que funcionários demitidos falam demais.

Usualmente o rápido crescimento de uma empresa deixa rastros negativos que podem ser usados por concorrentes. Brigas de sócios expõem feridas que repercutem.  Aliás tudo isso é muito comum.

Hoje toda empresa está a qualquer momento
exposta a uma séria crise de imagem. Ela deve se preparar para reagir rápido e de forma correta. Ao mesmo tempo tem que aprender a guardar informações sigilosas.  Toda empresa precisa descobrir como proteger esses dados de eventuais ameaças, sejam de concorrentes ou até mesmo de funcionários.

Toda crise sempre dá sinais antes de acontecer. Devemos nos antecipar a ela.  Para isso, deve haver uma câmara de crise, onde se estude todas as possibilidades de notícias negativas e as devidas ações caso isso venha ocorrer.

Há serviços de consultoria especializados nesse setor.

Carlos G. de Matos Jr, autor do artigo, é economista, publicitário, produtor cultural e diretor da empresa Raízes Digital (segmento da empresa Raízes Culturais) e presta consultoria de mídia digital com especialidade no segmento de riscos de imagem.


https://raizesdigital.wordpress.com/

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

O mercado da TIC em 2011.


Ao longo da última semana, a IDC divulgou uma série de previsões para o mercado mundial de TIC em 2011. Agrupamos todas para facilitar a visão do cenário por parte dos leitores.
A IDC considera que os gastos globais com TI vão aumentar 5,7% em 2011, levando o patamar de “despesas com TI para os 1,6 bilhão de dólares". E duas tendências fortes contribuirão para isso: a popularização da computação móvel na área corporativa, e o uso de redes sociais. As previsões integram o estudo “IDC Predictions 2011: Welcome to the New Mainstream”, dedicado ao mercado mundial. Nas próximas semanas será divulgado um relatório com as previsões para os mercados específicos.
Os mercados emergentes vão contribuir com mais de metade do crescimento global do mercado de TI. O segmento de hardware crescerá 7,8%, impulsionado pelos segmentos de software (que crescerá 5,3%) e de serviços (mais 3,5%). O mercado de outsourcing crescerá 4%.
As despesas com serviços informação na “nuvem” representarão 15% do total e crescerão cinco vezes mais que outros segmento, experimentando taxas superiores a 30% em muitos marcados, em comparação a 2010.
Na área da computação móvel, a IDC prevê que o setor passará a produzir mais smartphones, tablets, e outros dispositivos inteligentes nos próximos 18 meses. No campo das aplicações móveis, a IDC prevê uma verdadeira explosão. Mais de um milhão de aplicações serão disponibilizadas nas lojas online Apple e Android. O número de downloads deverá pular de 10 mil milhões de 2010 para 25 mil milhões em 2011, revolucionando as formas de consumo de conteúdos e serviços.
Em termos de software social empresarial, os últimos 18 meses foram testemunha de uma enorme dinâmica, que deverá continuar, com uma taxa composta anual de crescimento de 38% até 2014.
Outras tendências:
- Os mercados emergentes, liderados pela China, irão crescer a um ritmo 2,6 vezes superior ao dos mercados desenvolvidos, representando 27% do mercado, mas contribuindo com mais de 50% do crescimento anual global;- 80% das novas soluções de software serão disponibilizadas na “nuvem”;
- A explosão da mobilidade está em curso com a produção de enormes volumes de terminais, novos formatos e novas aplicações. Perto de 330 milhões de smartphones e 42 milhões de tablets serão vendidos em todo o mundo em 2011;
- As redes de banda larga terão o reforço da chegada das redes móveis de quarta geração. Metade dos 2,1 mil milhões de pessoas que usam regularmente a internet o farão usando dispositivos móveis inteligentes, como smartphones e tablets;
- O universo da informação digital crescerá quase 50% – chegando aos 1,8 mil milhões de gigabytes – impulsionando a procura de infraestruturas adequadas para a sua disponibilização, bem como a procura de soluções analíticas adequadas para tratamento de enormes volumes de dados em tempo real. Os gastos com infraestrutura para serviços na “nuvem” constituirão 12% das despesas globais de infraestrutura de TI , chegando ao 20% em 2014.

fonte:computerworld.com.br

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Empresas investem pouco em Marketing Digital diz estudo




Empresas investem pouco em marketing digital, diz estudo
Na era da web 2.0, as empresas precisam investir em ações de marketing digital para poder acompanhar as preferências de seus clientes e usuários. A constatação é de estudo da consultoria Accenture, divulgado nesta quarta-feira, 13, o qual mostra que a integração entre as áreas de TI e de marketing das companhias ainda é bastante incipiente para que estratégias digitais sejam possíveis. O levantamento, no qual foram ouvidos 320 profissionais de marketing e 300 de TI do mundo todo, revela que apenas 6% dos entrevistados acham que suas empresas estão preparadas para o desenvolvimento de campanhas publicitárias digitais. Além disso, somente 8% dos profissionais de TI e 6% dos de marketing dizem que as informações das áreas de marketing e de TI estão devidamente integradas. Um terço dos entrevistados disse duvidar da capacidade de suas empresas de integrar as ferramentas de análise às ações de marketing. A pesquisa mostra, ainda, que 78% dos profissionais de marketing e 68% dos de TI consideram o marketing digital como "muito importante" para os negócios, e somente 35% e 10%, respectivamente, disseram que suas empresas investiram, de fato, em soluções digitais. Daquelas que fizeram algum investimento, 64% dos executivos de marketing e 48% dos de TI disseram ter enfrentado "sérias dificuldades" no processo de integração. Da Redação.