Mostrando postagens com marcador Twitter. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Twitter. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Twitter e o monitoramento de tendências


10 ferrametas para monitorar tendências


O grande problema do uso livre do Twitter é que ele é livre. Essa liberdade produz muito ruído no meio de informações úteis, que podem acabar sendo difícil de filtrar. Os usuários podem criar listas para organizar a avalanche de informação, mas também existem ferramentas gratuitas que facilitam a busca de informações relevantes na nuvem.

Seguem 10 ferramentas de monitoramento que permitem “limpar” um pouco do ruído da rede, permitindo revelar tendências e seus influenciadores:

Portwiture mostra o resultado da busca na forma de imagens, casando o assunto com fotos no Flickr. Os resultados podem ser vistos como um grid de imagens ou como um slideshow.

Cloud.li é um buscador que apresenta o resultado na forma de nuvem de tags. Além de fazer a busca por termos específicos, também é possível filtrar o resultado.

TweetStats permite ver as estatísticas do seu perfil ou de outros usuários. A informação é mostrada na forma de gráficos, e é possível ver quem fala mais, quem dá mais retweets e a freqüência das atividades.

Trendistic é o mais indicado para monitorar tendências. Os resultados são apresentados na forma de gráficos, mostrando seu histórico de 24 horas até 180 dias. O acesso básico é gratuito, mas algumas ferramentas são restritas a usuários pagos.

TwitterMap permite ver os pontos geográficos onde os assuntos estão sendo comentados. Basta iniciar uma busca que os pontos relacionados começam a surgir no mapa.

5K Twitter Browser permite ver as relações entre os perfis. A pesquisa pode ser feita por usuário, retornando os últimos perfis que a pessoa está seguindo, sua network e atividade recente.

TwitterSheep é uma boa ferramenta para visualizar quem são os seus seguidores e o que eles fazem.

Twendz é um aplicativo online que usa o Twitter Search para destacar temas e o humor na conversa sobre eles. O Twendz acompanha a reação emocional relacionada aos tópicos, em tempo real.

Tweetree constrói uma árvore com o seu histórico, para que você possa ver o que as pessoas estão respondendo em cima do seu post. Ele também relaciona conteúdo de video e imagem.

Twistori permite escolher um tópico e monitorar o assunto em tempo real.

Via: http://www.makeuseof.com/tag/8-free-tools-visualise-infor
https://capitalcriativo.wordpress.com/2011/07/28/10-ferrametas-para-monitorar-tendencias/

sábado, 2 de março de 2013

Mídias sociais e sistemas colaborativos: uma relação íntima


Mobilidade, interconectividade e sistemas colaborativos são conceitos que têm muito em comum e que se fortaleceram com a popularização das mídias sociais e a prática da construção coletiva do conhecimento.

A importância da mídia social no desenvolvimento de ferramentas de software utilizadas em redes de computadores para facilitar a execução de trabalhos em grupos vincula-se diretamente à finalidade de ambos: conectar pessoas com objetivos comuns, que no caso dos sistemas colaborativos materializa-se na elaboração de uma tarefa, qualquer que seja ela, sem descuidar da segurança, que é garantida pelo controle do acesso.

O crescimento das mídias sociais, como o Facebook e o Twitter, assim como o desenvolvimento das intranets e das redes sociais corporativas — que inclusive substituem os e-mails — favoreceram esse desenvolvimento, pois dão mais confiabilidade e produtividade ao processo, reduzindo a margem de erro e abolindo a troca de arquivos e as confusões geradas pela utilização de versões desatualizadas de um documento, por exemplo.

Com várias nomenclaturas — a exemplo de groupware, web collaboration ou colaboração online — os sistemas colaborativos representam uma quebra de paradigma importante, que se aproxima do conceito de criação coletiva do conhecimento. Além disso, desenvolvem-se em resposta à própria necessidade das empresas de automação de sua camada estratégica, a de tomada de decisões, uma vez que a automatização da operação já é usual graças aos sistemas transacionais.

Se levarmos em conta que 90% das médias e grandes empresas estão com operações automatizadas, o momento, agora, objetiva ultrapassar a fronteira do aumento da produtividade via sistemas, melhorando o ambiente de colaboração e de realização de tarefas.

As vantagens desses sistemas são rapidamente percebidas e comprovadas, e se concretizam no aumento da produtividade, na redução de custos, nos ganhos de escala, na integração em cadeia de parceiros e fornecedores, na gestão de conteúdo, no workflow, na pesquisa de documento favorecida por ferramentas de busca dedicadas, na automação do processo.

A isso se agregam os dashboards, que disponibilizam o acesso, análise e visualização de informações críticas de negócio através de relatórios, planilhas e painéis de indicadores. Para isso, fornecem informações imediatas sobre o desempenho dos negócios em toda a empresa. Tipicamente, são gerados para os gerentes e executivos que precisam de visão geral do negócio e consideram primordial dispor de visualização intuitiva e oportuna dos dados estratégicos, financeiros e operacionais.

De forma prática, os sistemas colaborativos estabelecem pontos de encontro na web, para as pessoas interagirem como um time ao passo que criam, gerenciam, acessam e compartilham informações relacionadas ao seu contexto de trabalho. Além de promoverem a rápida localização de informações no âmbito corporativo, favorecem a interação entre pessoas e processos de negócios por meio de fluxos de trabalho e formulários eletrônicos.

Estimulados pelo desenvolvimento de ferramentas diversas, com diferentes níveis de complexidade e composição, os sistemas colaborativos são recentes, começaram a se popularizar no biênio 2011/2012 e devem estar listados entre as principais tendências para este ano.

www.tiinside.com.br

*Paulo Sérgio Farias / diretor de operações da UB Sistemas.


sábado, 1 de dezembro de 2012

Como aparecer para na WEB 2.0

Entenda como ter visibilidade nos sistemas de busca
É por meio do site que o usuário avalia a credibilidade da empresa, os produtos e serviços. A impressão que ele tem ao acessar é o que vai determinar se o usuário vai se tornar um cliente

Comércio, serviços, indústria... Não importa em que setor de atuação, o empreendedor deve buscar ferramentas que consolidem a presença da sua marca na internet e o ajudem a ampliar sua fatia de mercado.

"Ter um web site é uma questão de credibilidade, não só online como offline", afirma André Guelmann, gerente de comunidades para o Brasil da Wix, plataforma gratuita de construção de sites. "Hoje, a primeira coisa que você faz quando escuta falar em uma nova empresa é ir para o Google procurar o nome e ver se encontra." E, como os mecanismos de busca costumam ser o intermediário entre o internauta e o site da empresa, é importante também que o empreendedor saiba como tirar o melhor proveito possível dessa ferramenta.

André explica que é por meio do site que o usuário avalia a credibilidade da empresa, verifica os produtos e serviços e analisa os comentários a respeito da marca. A impressão que ele tem ao acessar é o que vai determinar se o usuário vai se tornar um cliente. "Primeiro, é preciso fazer com que a pessoa chegue até o seu site, mas isso não basta. Em 10 segundos, ela vai decidir se continua ou fecha a janela e vai para outro. Então, não basta que você tenha um site, ele deve ser profissional, alerta o especialista.

Criação do site
A providência inicial é fazer um planejamento de como será o site. "Pode parecer estranho, mas o primeiro passo para criar um site é papel e caneta, para planejar no papel o site que você vai construir", orienta André. O empreendedor deve ter em mente o tipo de cliente que quer atingir.

Na hora de pensar no visual, o perfil de consumidor deve ser levado em conta. "Uma das coisas que procuramos deixar claro para os nossos usuários é que ele deve construir o site que ele precisa, o que o cliente precisa e não o que ele quer", alerta André.

Antes de pensar na visibilidade nos sistemas de busca, é importante focar em criar um site de qualidade. "Se já foi difícil atrair aquele visitante para o seu site, você não pode correr o risco do seu site não oferecer o que ele quer", aponta André.

Conteúdo
Para ter visibilidade e aparecer entre os resultados de uma busca, o conteúdo do web site deve ser levado em conta. "O Google, por exemplo, valoriza cada vez mais o conteúdo de qualidade", afirma André.

Segundo ele, o cadastramento de palavras-chaves e o uso intensivo de links também são critérios usados pelos motores de busca para dar prioridade a determinado site, mas o conteúdo de qualidade é fundamental. "Pense pela ótica do usuário. O Google nesses últimos anos está valorizando cada vez mais o site de conteúdo original, de qualidade, atualizado sempre e relevante ao assunto", defende.

Blog e SEO
Uma forma de atrair visitantes e postar conteúdos com frequência é a criação de um blog. "Além de levar trafego, ele promove o site em si, pois é onde o conteúdo deve ser atualizado regularmente", orienta André. "Se bem escrito, ele torna a sua empresa uma autoridade no assunto, e isso faz que a credibilidade do seu site aumente. E, consequentemente, a visibilidade online também cresce."

Segundo ele, o ideal é apostar em assuntos que tenham relação com o negócio. "Se você tem uma empresa de água, por exemplo, você pode ter um blog que fale sobre a qualidade e as novas tecnologias de tratamento de água", exemplifica André.

O consultor orienta também o uso de técnicas de otimização para serviços de busca (SEO, Search Engine Optimization), que é o uso de palavras-chaves nos textos e postagens do blog. Com o cadastramento de palavras que normalmente as pessoas colocam nos sistemas de busca, o trabalho dos sites de indexação fica facilitado.

Redes sociais
"Não se pode falar em internet sem as redes sociais. E, querendo ou não, a sua empresa está presente nas redes sociais, pois as pessoas estão falando sobre ela lá", afirma André.

Plataformas como Twitter e Facebook, e outras mais específicas como LinkedIn (contratações e contatos de negócios) ou Reclame Aqui (reclamações), são muito utilizadas pelos internautas para comentar serviço e qualidade de produtos e marcas. Por isso, é necessário estar presente, monitorar e interagir nessas conversas e não simplesmente criar o perfil na rede.

"Se não fizer isso, é melhor não ter, mas hoje o empreendedor não pode se dar a esse luxo. Você deve ter esse ciclo do site, do blog e estar presente nas redes sociais, pois um desses vértices você usa para promover os outros", orienta André. Atualmente, os resultados de busca também levam em conta a presença da marca nas redes sociais.

Publicidade
Depois que o site estiver consolidado, uma opção é investir em anúncios. "Eles geram muito tráfego para o seu site e aumentam a visibilidade", afirma André.

Tanto os portais quanto os sites de busca e as redes sociais oferecem serviços de veiculação de anúncios relacionados com palavras-chave. "Com um pouco de cuidado, o empreendedor consegue resultados incríveis", afirma André.

Para que todas essas estratégias dêem resultado, o empreendedor deve ter em mente que o trabalho precisa ser contínuo. "É uma coisa diária. Você tem que investir tempo nisso. Mas, se investe, os resultados aparecem", orienta André.

fonte: http://invertia.terra.com.br/empreendedor

sábado, 11 de agosto de 2012

Redes sociais aproximam atletas de seus admiradores



Antes eram o rádio e a televisão que mostravam "tudo" que acontecia nos Jogos Olímpicos. Hoje, esse papel é também dos próprios atletas, que cada vez mais utilizam o Twitter, Facebook e YouTube.


As redes sociais são a bola da vez nos Jogos Olímpicos de Londres. Mais e mais atletas estão usando Twitter, Facebook ou YouTube para informar seus fãs sobre o que de mais ou menos importante acontece em suas vidas. Essas plataformas também são uma ótima maneira de eles fazerem seu marketing pessoal. Para o Comite Olímpico Internacional (COI), as novas mídias são bem-vindas, porém com regras estritas.

Logo após ganhar a medalha de ouro na prova dos 100 metros rasos, Usian Bolt estava comemorando com seus fãs no Twitter e no Facebook, postando fotos de sua vitória olímpica e celebrando com o seu típico entusiasmo. A resposta foi imediata, um de seus fãs o parabenizou no Twitter: “Inacreditável Usian! Certamente o maior de todos os tempos”. A mensagem foi repassada por Bolt para os seus 984 mil seguidores.

Sem surpresas

O COI incentiva o uso das redes sociais, mas, ao mesmo tempo, luta para não perder o controle. Há quatro anos, nas olimpíadas de Pequim, Twitter e Facebook não tinham o alcance e a popularidade que têm hoje e não preocupavam o COI. Em Londres, as coisas mudaram muito. Os dois serviços online se tornaram meios de comunicação de massa. Assim, os organizadores criaram sua própria plataforma chamada "Olympic Athletes' Hub", que reúne, no mesmo site, todos os tuítes e mensagens de Facebook dos atletas.

Os organizadores não querem deixar que nada inesperado aconteça. Um guia com regras foi enviado aos atletas antes dos jogos começarem. Eles não podem enviar gravações de áudio ou vídeo das competições, as mensagens tem que ser escritas na primeira pessoa e na forma de diário e toda a propaganda está proibida.




Redes sociais são bem-vindas, mas com restrições



Ovelha negra

A maioria dos atletas segue as regras do COI. Eles postam fotos de passeios pela cidade e de suas medalhas, agradecem os fãs pela torcida e compartilham a dor da derrota. Mas as redes sociais não podem ser controladas tão facilmente quanto o COI gostaria. Na primeira semana dos jogos, houve violações das regras e alguns escândalos.

Na chegada em Londres, alguns atletas reclamaram no Twitter sobre a odisséia que foi ir de ônibus até a vila olímpica. Uma atleta grega de salto triplo postou um comentário racista. Um jogador de futebol suíço ameaçou um oponente. Ambos foram desqualificados dos jogos. Alguns dos atletas da delegação americana reclamaram das restrições em relação a propaganda.

Máximo controle

Como os organizadores dos jogos não podem controlar as milhares de mensagens no Twitter e Facebook, o COI tenta tratar do assunto de uma outra maneira. Com a plataforma "Olympic Athletes' Hub" eles chamam tanta atenção para os aspectos positivos, que as histórias negativas acabam ficando de lado.

Isso gera muito trabalho para os responsáveis pelas redes sociais nas olimpíadas, já que a televisão e o rádio não têm mais tanta relevância, e o futuro pertence às redes sociais. Entre os membros federação olímpica alemã, apenas um terço foi ativo online, mas isso tende a mudar nos próximos anos. Até os jogos do Rio de Janeiro, em 2016, não apenas os atletas vão se tornar mais profissionais na rede, mas também seus fãs.

Autor: Calle Kops (mas) Fonte www.dw.de

sábado, 16 de julho de 2011

Como os CEOs usam as redes sociais


MERCADO DIGITAL - ISTO É

Nº edição: 719 Capa 15.JUL.11 - 21:00 Atualizado
em 16.07 - 14:16

Comos os CEOs usam as redes sociais

Além de
mapear o modo com os principais executivos brasileiros se utilizam desses
canais, estudo ajuda a entender o que falta fazer para aproveitar todo o
potencial das mídias sociais.

Por Clayton Melo
Confira entrevista com o editor de Tecnologia da DINHEIRO, Clayton Melo


O empresário Eike Batista, fundador e presidente da EBX, holding
nacional do setor de infraestrutura e exploração de petróleo e mineração, não
economiza energia para manter sua vida digital atualizada. No comando de um
grupo que tem cinco empresas listadas na bolsa, com valor de mercado de R$ 62,2
bilhões, ele tem perfil na Wikipédia e possui um site pessoal repleto de
artigos, vídeos e notícias sobre suas empresas. O canal digital que Batista
elegeu para ser seu principal meio de comunicação pessoal, no entanto, é o
Twitter. Seu perfil no microblog é um sucesso: são mais de 378 mil seguidores,
que repercutem suas mensagens e conversam com ele. “Estou ótimo. E você?”,
escreveu Eike para um internauta. Além de utilizar esse site para falar de
negócios e compartilhar links de reportagens sobre as companhias do grupo, o
oitavo homem mais rico do mundo, dono de uma fortuna pessoal de US$ 30 bilhões,
também troca ideias sobre futebol: “Estou muito feliz de ver o Brasil fazendo
quatro gols! Vem mais?”. Essa mensagem foi publicada durante a partida entre
Brasil e Equador, pela Copa América, na quarta feira da semana passada. “O
Twitter é minha caneta eletrônica”, disse Batista à Dinheiro.
Eike Batista, presidente do grupo EBX: o empresário está nas redes
porque considera fundamental ter um caminho direto com as pessoas


Trata-se de uma “caneta” que não para de escrever. Em pouco mais de um ano
em que mantém a página no microblog, já postou 13 mil tuítes, dos quais 75%
foram redigidos por ele mesmo. Os demais 25% foram feitos por sua equipe de
assessores. “Costumam me perguntar por que estou no Twitter. Explico que é
fundamental ter um caminho direto com as pessoas”, diz Batista. Além disso, os
textos de até 140 caracteres do microblog são uma ótima maneira de mostrar o que
pensa e produz. “Hoje, as pessoas me conhecem melhor, assim como a nossos
empreendimentos e iniciativas.”


Eike Batista tem uma companhia ilustre no rol dos empresários brasileiros influentes nas redes
sociais. O presidente do conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar,
Abilio Diniz, 74 anos, também é um fenômeno do Twitter, com mais de 108 mil
seguidores. Diniz mantém, ainda, um site pessoal caprichado, com vídeos
produzidos especialmente para esse espaço, artigos e dicas sobre desenvolvimento
profissional, entre outros assuntos. Seus braços digitais, no entanto, se
estendem para páginas na Wikipédia e para um canal próprio no YouTube. No portal
do Google, ele publica vídeos curtos com conselhos sobre desenvolvimento
profissional, por exemplo.



No comando de uma companhia que fatura R$ 36,2 bilhões por ano e mantém 79 mil funcionários, o empresário usa as mídias sociais para dar vazão a assuntos de que gosta muito, como esporte e cuidados pessoais. Mas, quando a temperatura do mercado sobe, ele usa a internetpara dar seu recado. É o que vem acontecendo nas últimas semanas, em razão da
polêmica e malograda tentativa de fusão com o Carrefour. “Estou sendo muito
criticado, mas acredito que a fusão com o Carrefour será boa para o País e para
os brasileiros”, afirmou no microblog. “Tudo acabará bem e em breve contarei
toda a história.”

Abilio Diniz, presidente do conselho do
grupo Pão de Açúcar: as novas mídias servem para expor ideias e sua opinião
sobre os negócios

Eike Batista e Abilio Diniz são as duas
maiores estrelas do mundo empresarial brasileiro nas redes sociais. E, como
sempre ocorre com aqueles que desbravam veredas, também estão aprendendo a lidar
com o desconhecido. Não há receita pronta à disposição de ninguém. O importante
a se observar na postura deles – e que pode servir de inspiração a outros CEOs –
é que, mais que simplesmente terem contas nesses ambientes digitais, eles
interagem com os usuários e demonstram, na prática, que estão em sintonia com
uma nova realidade do mundo dos negócios: hoje, o gestor moderno deve estar
aberto ao diálogo e às demandas da sociedade, no ritmo da comunicação digital.
Deve ouvir o que se diz dele e das empresas que dirige e estar perto daqueles
que compram seus produtos. É como fazia o comandante Rolim Amaro, fundador da
TAM, que recebia os clientes de sua companhia aérea no portão de embarque e
mantinha um canal especial de comunicação, o “Fale com o Presidente”. A
diferença, agora, é que isso pode ser feito na internet. Nesse sentido, o tapete
vermelho no mundo digital são as mídias sociais.


Batista e Diniz estão na vanguarda de um processo que já
começou a transformar a relação dos CEOs com o mundo à sua volta e com a gestão
de suas companhias. Como toda etapa que se inicia, a travessia será longa, até
que esse comportamento seja mais bem assimilado pelo conjunto do mercado, se
generalize e se torne tão comum para um alto executivo ou empresário quanto
falar inglês. Uma pesquisa inédita que acaba de ser concluída pela Medialogue,
empresa paulista especializada no estudo de mídias digitais, ajuda a entender o
estágio em que os líderes das empresas brasileiras se encontram nessa questão. O
estudo “O CEO nas mídias sociais” fez uma radiografia da exposição dos
presidentes das 50 maiores empresas do Brasil nas principais redes, como
Linkedin, YouTube, Orkut, Facebook, Twitter e Flickr.

A análise também levou em conta os canais colaborativos, como Wikipédia, além do
resultado de busca no Google, blogs e, claro, o site das empresas dos CEOs. A
principal constatação é que, ao contrário do que ocorre com suas companhias, os
executivos, do ponto de vista pessoal, ainda estão relativamente distantes das
redes sociais. Em outras palavras, o que acontece é que, enquanto um número
crescente delas se estrutura para atuar nas redes sociais, seus presidentes
mostram-se reticentes em relação à sua presença nesses canais. “Os CEOs, seja
por uma decisão particular de preservar a privacidade, seja por falta de tempo
ou por decisão de não personalizar a empresa, evitam a exposição nas mídias
digitais”, diz Alexandre Secco, presidente da Medialogue e responsável pela
pesquisa.

Levando-se em conta que a imagem de um CEO está
associada ao que se pensa da companhia, essa decisão talvez devesse ser revista,
acredita Secco. “Afinal, trata-se de uma questão estratégica para a companhia e
o LinkedIn é uma rede profissional.” A distância do mundo virtual fica mais
clara quando se observa que, das 50 empresas pesquisadas, 26 não possuem perfil
oficial no Twitter. Além disso, apenas dez entre os 50 executivos avaliados
mantêm um perfil completo no site da companhia que dirigem e 46 não possuem
página no Facebook. Os CEOs também não têm canais próprios no YouTube, embora
haja vídeos publicados com referências a 35 dos 50 pesquisados. Alguns dos que
foram mais vistos referem-se a gafes cometidas pelos CEOs, cobrança de
consumidores ou críticas.



É possível argumentar que os sites e as informações oficiais das empresas são as melhores
fontes para quem deseja buscar dados objetivos sobre o CEO. É fato. A pesquisa
da Medialogue mostra, porém, que apenas 20% das companhias pesquisadas
apresentam informações profissionais e acadêmicas completas sobre seus CEOs.
Sites oficiais da maioria delas mostram apenas listas de nomes e cargos. Por
todas essas razões, pode-se afirmar tranquilamente que os CEOs brasileiros
caíram na rede, só não se sabe exatamente o que estão fazendo lá nem o que os
colocou lá dentro. Há vários sinais de que os presidentes se preocupam e se
mostram curiosos sobre o tema. O problema é que a forma como muitos deles cuidam
da própria imagem nas redes sociais revela que talvez, ao contrário do que fazem
Batista, da EBX, e Diniz, do Pão de Açúcar, ainda não tenham dedicado tempo ao
assunto.

A internet e as redes sociais parecem ambientes
caóticos nos quais os jovens trocam piadas, adulteram imagens e idolatram o
astro mirim Justin Bieber, um fenômeno da rede que tem a espantosa cifra de 11
milhões de seguidores no Twitter. Sim, a internet é tudo isso mesmo, mas também
é o lugar para onde o mundo dos negócios está sendo transferido – e não estamos
falando apenas das atividades de natureza digital. A Fiat, por exemplo, já vende
carros pela internet. Às vezes, a questão pode não se relacionar propriamente
com os negócios, mas afeta diretamente a imagem do executivo. A pesquisa da
Medialogue chama a atenção, por exemplo, para o fato de que 70% dos CEOs
aparecem em tópicos de discussão no Orkut, enquanto outros 70% constam em vídeos
no YouTube, mesmo sem ter uma presença oficial nesses canais.


Benjamin Steinbruch, CEO da CSN, é citado em tópicos que discutem poluição
do solo, entre outros temas. Pouco pode se fazer diante dessas situações, mas
elas servem para lembrar que, na era da informação digital, ninguém é dono da
própria reputação: ela está em permanente construção e, em muitos casos, em
desconstrução. Há um ceticismo natural em relação a esse mundo jovem e
aparentemente fútil das mídias sociais. Uma pesquisa da consultoria Weber
Shandwick revelou que os executivos de alto escalão estão de certo modo
intimidados pelo assunto e não se sentem confortáveis para discuti-lo com suas
equipes. Embora os novos tempos exijam uma reflexão na maneira como o CEO se
relaciona, é preciso dizer que também os executivos não devem sair por aí
criando perfis indiscriminadamente.


Há recomendações sérias para um CEO pensar duas vezes antes de entrar de cabeça
nesse mundo aderindo ao Facebook, LinkedIn, Twitter e blogs. Primeiro, porque
conquistar uma boa audiência para uma conta no Twitter ou para um perfil no
Facebook dá muito trabalho. Além disso, soltar o verbo nas mídias sociais abre
caminho para deslizes e escorregões que podem ser inofensivos para um
adolescente, mas extremamente problemáticos para um profissional na direção de
um negócio bilionário. O Tribunal de Justiça de São Paulo examina um caso em que
o réu, um devedor, alega impedimento do juiz que analisou o assunto, em primeira
instância, porque descobriu que o magistrado estava na lista de amigos que o
autor da ação tinha no Facebook.

Uma das principais razões que fazem os CEOs não entrar nas redes sociais é para evitar o risco de discutir negócios privados em ambientes públicos. “O que se deve fazer é conhecer
profundamente esse mundo e definir uma estratégia muito clara, seja para estar
dentro, seja para estar fora”, diz Secco. Foi exatamente o que fez o executivo
brasileiro Yoshio Kawakami, presidente da Volvo Construction Equipment Latin
America, fabricante sueca de equipamentos para construção e de componentes de
engenharia para aviões que faturou, em 2010, US$ 631 milhões na região. Quando
as notícias sobre o crescimento das redes sociais começaram a frequentar as
páginas de jornais e revistas de economia, Kawakami farejou que algo iria mudar
nas relações de negócios e por isso tratou de estudar de perto o assunto. Diante
disso, decidiu que o primeiro passo para ter condições de criar uma estratégia
de atuação digital da companhia seria ele próprio participar das redes. O
raciocínio é simples: para entender a dinâmica do jogo, faça parte dele. Assim,
montou um perfil no LinkedIn, há cerca de três anos, e lá é figura assídua em
fóruns de discussões sobre temas ligados aos setores nos quais sua companhia
atua. Hoje, também usa o Facebook, o Twitter e mantém um blog com artigos sobre
carreiras. “Decidi me conectar porque precisava entender as transformações nos
negócios que as redes sociais começaram a provocar”, diz Kawakami. Aos poucos,
descobriu a melhor maneira de usar cada canal. Enquanto o Twitter é utilizado
para se manter informado mais rapidamente, o Facebook conecta-o a amigos e
familiares, e o blog permite a ele conversar com jovens que iniciam a carreira e
se preocupam com o desenvolvimento profissional.


O LinkedIn, por sua vez, serve para estreitar laços com potenciais
clientes ou fornecedores. “Mas essa rede também é muito útil para auxiliar em
contratações”, afirma Kawakami, que vê benefícios no uso das redes sociais no
trato com os subordinados. “As redes sociais são importantes para a aproximação
com os funcionários.” No caso do Twitter, a falta de tempo o faz utilizá-lo com
menos frequência. Há outra razão, no entanto, que o leva a usar o microblog com
muita parcimônia. “Por uma questão de segurança, tomo cuidado para não me expor
muito lá”, diz.

A questão da segurança é um ponto importante
quando o assunto são CEOs e mídias sociais. Essa precaução é realmente
necessária. O que alguns CEOs que participam das redes fazem para evitar
complicações é não dar informações pessoais ou que indiquem sua rotina de
trabalho e locais frequentados. Outro cuidado é restringir o acesso aos seus
perfis em redes como o Facebook, um canal que, por essência, se presta a
relações mais próximas, como amigos e familiares. Paulo Kakinoff, CEO da Audi
Brasil, toma esses cuidados, mas não vê a questão da segurança como motivo para
que o CEO não ingresse no mundo digital. “Não tenho paranoias com relação a
isso”, diz. “O que faço é ter cuidado para evitar a superexposição.” Sua rede no
Facebook tem mais de 1.740 pessoas, entre amigos, familiares, contatos
profissionais e pessoas ligadas à comunicação e marketing.

O Facebook é a rede que ele escolheu para participar e o ajudou a definir melhor
os contornos para a estratégia digital da companhia. Seu envolvimento com o site
vai ao ponto de que ele próprio, eventualmente, abastece o perfil de Guto
Kleien. Trata-se do personagem que representa a Audi Brasil na internet. “Quando
estou em eventos da empresa e vejo alguma coisa curiosa, eu mesmo posto como se
fosse o Guto”, diz Kakinoff. O personagem também ajuda a responder a mensagens
enviadas por consumidores das redes sociais, o que inclui o Twitter. Cerca de
30% dos contatos da empresa com os clientes na web são feitos por meio dele.

O exemplo de Kakinoff mostra que a figura do CEO e de sua empresa na internet estão intimamente ligadas. Ainda que a
página num determinado site seja particular, é impossível a dissociação entre
pessoa física e jurídica. Esse é o ponto que deve estar claro para qualquer CEO
na hora em que decide ingressar na mídia social, diz Sérgio Valente, presidente
da DM9DDB. “O CEO deve ter a consciência de que, na rede, ele não é uma persona
privada, mas sim a empresa que representa”, afirma.

Um dos executivos de comunicação mais ativos nos canais digitais, Valente acredita ser
crucial que o CEO reflita, antes de qualquer coisa, sobre qual vai ser o seu
papel na internet. “O ponto de partida é definir a sua estratégia nesse
ambiente.” Wilson Ferreira Jr., presidente da Companhia Paulista de Força e Luz
(CPFL), considera esse ponto tão importante que sua participação nas mídias
sociais é menor do que a de sua empresa. Para evitar a exposição pessoal e por
falta de tempo, ele optou por não participar de sites como Facebook, Twitter ou
YouTube, mas trata esses ambientes como assuntos estratégicos para a CPFL.

Isso se deve ao fato de que, para uma empresa que atende a um
total de 22 milhões de pessoas, estar atenta ao que os usuários dizem é
fundamental. “As redes sociais permitem que tenhamos um olhar qualitativo sobre
o serviço prestado”, diz. “Os relatórios numéricos sobre o que fazemos não dão a
real dimensão do que as pessoas pensam de nós.” Marco Antônio Bologna,
presidente da holding que controla a TAM , pensa da mesma forma. “Esse tipo de
interação é fundamental para uma empresa como a nossa”, afirma. Por isso a TAM
atua no Twitter, Facebook e YouTube, por exemplo, enquanto ele próprio só está
no Facebook.



A opção por não participar pessoalmente do Twitter, por exemplo, tem a ver a com a empresa. Se
estivesse lá, muitos clientes poderiam mandar para ele mensagens sobre questões
operacionais, como dúvidas a respeito de voos ou coisas do tipo, ou reclamações.
“Eu ficaria louco com tanta mensagem”, diz. “Para resolver esses assuntos, temos
um perfil da TAM no microblog.”

Embora corriqueiros, exemplos como o citado por Bologna indicam a complexidade que é para um CEO participar das redes sociais. Sobretudo, quando se trata de empresas de serviços, é
humanamente impossível interagir, como pessoa física, com milhões de usuários. O
lado positivo, no entanto, é que, assim como ele, um número cada vez maior de
executivos está alerta para o desafio de entender esse universo. Nesse processo,
podem aprender com gente como o americano Tony Hsieh, CEO da loja online de
calçados Zappos.com, que foi vendida por US$ 1,2 bilhão para a Amazon, em 2009.
Hsieh desenvolveu para sua empresa uma estratégia de mídia social que tinha o
objetivo de aprofundar o relacionamento com os consumidores. O microblog ajudou
a substituir o 0800, como meio de contato. E ele próprio é uma estrela do site,
com 1,8 milhão de seguidores. “O Twitter permite que sejamos mais humanos com
nossos clientes e, dessa forma, possamos construir relacionamentos ao longo do
tempo”, disse à Dinheiro. Outro exemplo útil é o da também americana Rachel
Sterne.

Ela foi nomeada recentemente pela Prefeitura de Nova
York para o recém-criado posto de chief digital officer da cidade. Seu trabalho
é coordenar as iniciativas da cidade no mundo da internet. Uma de suas
incumbências é melhorar a comunicação do governo local pelas mídias sociais e
promover a indústria de tecnologia da região. Além de pioneiro, seu trabalho é
reflexo de uma revolução sem precedentes na comunicação e um raro exemplo de
contribuição do setor público, que pode ser utilizados pelos CEOs na hora de
repensar suas relações de negócio e a forma como se comunicam.


sábado, 12 de março de 2011

Facebook, o vilão da segurança na rede.


As redes sociais são cada vez mais utilizadas pelas pequenas e médias empresas, mas sites como Facebook, YouTube, Twitter e Linkedin debilitam a privacidade e contribuem para a infeccão das redes, informa pesquisa da Panda Security. Segundo o levantamento, 78% das empresas pesquisadas utilizam as redes sociais como ferramentas para apoiar a investigação e a inteligência competitiva, melhorar o serviço de suporte ao cliente, implementar as relações públicas e as iniciativas de marketing e gerar benefícios diretos. Mas há problemas com relação à segurança, legitimidade e privacidade.Na pesquisa, o Facebook é mencionado como o principal culpado pelas empresas que sofreram infecções de malware (71,6%) e violações de privacidade (73,2%). O YouTube ocupa o segundo lugar quanto a infecções (41,2%), e o Twitter contribuiu para um número significativo de violações de privacidade (51%). Para as empresas que relataram perdas econômicas devido a violações de privacidade por parte dos colaboradores, o Facebook foi novamente o mais mencionado como a rede social em que essas se originaram (62%), seguido do Twitter (38%), YouTube (24%) e LinkedIn (11%). A proteção da marca ou identidade digital deveria ser uma autêntica prioridade, mas a realidade não é bem assim, nem para as principais plataformas de redes sociais nem para as empresas. A facilidade com que qualquer indivíduo pode criar um perfil utilizando denominações comerciais reais, implica na possibilidade de este poder fazer comentários e fornecer informações em nome de empresas legítimas. Assim se criam comunidades de usuários “enganados” por assumirem que tal conta é legítima, e através desses perfis são emitidas informações que podem ir contra a marca e desencadear uma crise que poderá resultar num impacto direto na atividade de negócio. Apenas algumas redes, como o Twitter, permitem legitimar a conta tornando-a oficial, mas em muitas outras não existe mecanismo semelhante. Como tal, é recomendável o registo pró-ativo de todos os perfis relativos a uma marca nas principais redes sociais, deixando bem claro que se trata do canal oficial, caso não existam outros mecanismos de certificação para tal finalidade.Os mesmos problemas que afetam os usuários de redes sociais, também se aplicam aos perfis corporativos, com o agravante de que o efeito negativo pode ser muito maior. Os principais problemas de segurança são, entre outros, os seguintes:Roubo de identidade - Os usuários administradores podem estar infectados e colocar em risco os dados de acesso aos seus perfis. Desta forma, qualquer um poderá gerenciar a conta para realizar variados tipos de ações, incluindo a programação de eventos (como no Facebook) com links que transfiram malware, por exemplo. Da mesma forma, ao acessar a conta um usuário malicioso poderá emitir informações através do perfil oficial da marca, resultando em possíveis efeitos negativos. Riscos de infecção - Através de uma aplicação de mensagens instantâneas ou utilizando o timeline das populares plataformas de microblogging, é possível receber informação com links ocultos que redirecionam para downloads de malware. No caso de grandes empresas, uma acão deste tipo poderá até mesmo tratar-se de um ataque direcionado, desenvolvido especificamente para infectar os computadores dos usuários com o objetivo de se infiltrarem na rede e obter acesso a todo tipo de informação. Da mesma forma, alguns seguidores poderão publicar links maliciosos no mural dos perfis corporativos, contribuindo assim para a propagação de ameaças. Em qualquer um dos casos, estas ações poderão comprometer a integridade da marca. Vulnerabilidades da própria plataforma - Em 2010 surgiram inúmeras vulnerabilidades em redes sociais populares como o Facebook ou Twitter, colocando milhões de usuários em risco. Quanto mais usuários aderirem a estes sites, mais investigadores procurarão por vulnerabilidades, mas infelizmente muitos destes serão hackers. Seguindo as práticas recomendadas de gestão de passwords como a sua alteração regular e o reforço através da combinação de caracteres alfanuméricos, pode ajudar a proteger a integridade corporativa. A formação e a conscientização para a segurança, assim como a manutenção dos conhecimentos sobre as mais recentes ameaças, ajudarão os administradores de perfis empresariais a manterem-se alerta e detectar quaisquer atividades irregulares.Os perfis empresariais são geridos por administradores que por vezes disponibilizam muitas informações aos visitantes ou seguidores.Estas informações podem ser utilizadas por usuários maliciosos contra a própria organização, seja por meios online ou offline. Podem, por exemplo, colocar informação financeira da empresa, práticas, processos de funcionamento, etc. O risco é bastante elevado. Além do mais deve-se levar em consideração que, tal como demonstrado pelo estudo, 77% dos colaboradores de PME’s utilizam redes sociais durante o horário comercial, podendo assim compartilhar informações confidenciais.De acordo com Eduardo D´Antona, Diretor Corporativo e de TI da Panda Security Brasil, no passado, a maioria das redes sociais eram utilizadas como fins particulares, mas atualmente há um boom de estratégias do setor empresarial para as redes sociais. “A Web 2.0. demonstrou ser de uma eficácia extrema e um modo econômico de implementar ações de marketing, comunicação e apoio ao cliente, etc. No entanto, da mesma maneira que as redes sociais podem ser benéficas, as empresas ficam expostas a inúmeros riscos e desastres de relações públicas.” Para Ricardo Bachert, Diretor de Consumo da Panda Security Brasil, os planos de segurança das empresas, independentemente da sua dimensão, devem conter planos de contingência e de atuação em caso de crise pública causada por qualquer uma destas plataformas, que possa resultar em danos financeiros ou na reputação corporativa. “Obviamente, os cibercriminosos dirigirão a sua atenção a empresas que utilizem redes sociais com o objectivo de lançar ataques direcionados, que, por sua vez, resultarão em maiores benefícios do que se lançados a usuários particulares.

fonte:www.convergenciadigital.uol.com.br

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

4 pontos para uso das redes sociais pelas empresas


Tecnologia
4 pontos fundamentais para uso de redes sociais por empresas
Em vez de brigar com a realidade, companhias devem pensar em como usar a força dessas mídias para alavancar negócios e o diálogo interno.

Por ComputerWoche / Suiça
Um número crescente de empresas começa a adotar estratégias de redes sociais dentro e fora do mundo corporativo. Colaboradores acessam tais sites, e as companhias encontram potenciais chances de fazer negócios nesses ambientes. Junto das oportunidades, vêm os riscos de abordar erroneamente o assunto, seja com clientes, seja com colaboradores.

Essas quatro dicas podem ajuda-lo a planejar a introdução das redes sociais em seu meio de trabalho, sem fazer com que você se pareça com o vilão.

1. Questão de cultura e de comunicação
As conversas francas que acontecem nas redes sociais dão um claro sinal de que ideias devem ser debatidas. Uma vez acostumados a tal tipo de diálogo, os colaboradores esperam o mesmo no local de trabalho – independentemente de hierarquias e títulos. Contudo, cabe à gestão da empresa decidir se vai abraçar tal modelo de relacionamento em assuntos internos – como o uso das redes sociais no ambiente de trabalho.

2. Pense no todo
Para a OpenText, a questão de atividades de rede social é uma questão de apreciar sempre o todo e não de escolha de ferramental apropriado (softwares). Ao avaliar o tema “mídias sociais”, cabe definir objetivos. Por que deixar os funcionários acessarem tais sites e o que se quer do usuário do outro lado da conexão são duas perguntas fundamentais. É melhor que começar o raciocínio com a colocação de “por que não fazer isso”. Lembre que o help desk não existe apenas para atender clientes. Ele deverá estar preparado para lidar com chamadas de funcionários pedindo informações sobre como proceder em sites de relacionamento.

3. Regras, sim.
Mesmo a terra sem lei das redes sociais pede que sejam estabelecidas regras. Devem ser definidos quais canais de relacionamento serão usados para cada tipo de questão. Nem todos os diálogos devem ser mantidos de forma aberta, há aqueles que são mais bem atendidos usando os tradicionais e-mails. Tal ensinamento vale ser repassado aos colaboradores internos em suas aventuranças por redes como o Facebook e Cia.

4. Dar tempo ao tempo
A própria empresa pode servir como imenso laboratório de comportamento humano em redes sociais. Que tal liberar o acesso aos colaboradores de vendas por dez dias e, em seguida, depois de verificar qual foi a influência das redes no andamento dos trabalhos em uma das seções mais preciosas da organização?

Nenhum desses quatro pontos foi compreendido de imediato por administradores, pela TI ou por profissionais de marketing. Foi dada muita cabeçada em redes sociais e elas continuam acontecendo. Não raramente tais acidentes digitais ocorrem por não haver um cronograma definido e o monitoramento da presença digital requerer tempo para análise – não são números frios e a esperada conversão não acontece da noite para o dia.

computerworld.uol.com.br

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

O mercado da TIC em 2011.


Ao longo da última semana, a IDC divulgou uma série de previsões para o mercado mundial de TIC em 2011. Agrupamos todas para facilitar a visão do cenário por parte dos leitores.
A IDC considera que os gastos globais com TI vão aumentar 5,7% em 2011, levando o patamar de “despesas com TI para os 1,6 bilhão de dólares". E duas tendências fortes contribuirão para isso: a popularização da computação móvel na área corporativa, e o uso de redes sociais. As previsões integram o estudo “IDC Predictions 2011: Welcome to the New Mainstream”, dedicado ao mercado mundial. Nas próximas semanas será divulgado um relatório com as previsões para os mercados específicos.
Os mercados emergentes vão contribuir com mais de metade do crescimento global do mercado de TI. O segmento de hardware crescerá 7,8%, impulsionado pelos segmentos de software (que crescerá 5,3%) e de serviços (mais 3,5%). O mercado de outsourcing crescerá 4%.
As despesas com serviços informação na “nuvem” representarão 15% do total e crescerão cinco vezes mais que outros segmento, experimentando taxas superiores a 30% em muitos marcados, em comparação a 2010.
Na área da computação móvel, a IDC prevê que o setor passará a produzir mais smartphones, tablets, e outros dispositivos inteligentes nos próximos 18 meses. No campo das aplicações móveis, a IDC prevê uma verdadeira explosão. Mais de um milhão de aplicações serão disponibilizadas nas lojas online Apple e Android. O número de downloads deverá pular de 10 mil milhões de 2010 para 25 mil milhões em 2011, revolucionando as formas de consumo de conteúdos e serviços.
Em termos de software social empresarial, os últimos 18 meses foram testemunha de uma enorme dinâmica, que deverá continuar, com uma taxa composta anual de crescimento de 38% até 2014.
Outras tendências:
- Os mercados emergentes, liderados pela China, irão crescer a um ritmo 2,6 vezes superior ao dos mercados desenvolvidos, representando 27% do mercado, mas contribuindo com mais de 50% do crescimento anual global;- 80% das novas soluções de software serão disponibilizadas na “nuvem”;
- A explosão da mobilidade está em curso com a produção de enormes volumes de terminais, novos formatos e novas aplicações. Perto de 330 milhões de smartphones e 42 milhões de tablets serão vendidos em todo o mundo em 2011;
- As redes de banda larga terão o reforço da chegada das redes móveis de quarta geração. Metade dos 2,1 mil milhões de pessoas que usam regularmente a internet o farão usando dispositivos móveis inteligentes, como smartphones e tablets;
- O universo da informação digital crescerá quase 50% – chegando aos 1,8 mil milhões de gigabytes – impulsionando a procura de infraestruturas adequadas para a sua disponibilização, bem como a procura de soluções analíticas adequadas para tratamento de enormes volumes de dados em tempo real. Os gastos com infraestrutura para serviços na “nuvem” constituirão 12% das despesas globais de infraestrutura de TI , chegando ao 20% em 2014.

fonte:computerworld.com.br

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Twitter tem grandes mudanças


O Twitter apresentou nesta terça-feira (14) o novo design da rede social por meio do blog oficial da empresa. Ainda disponível para poucos, o “Novo Twitter”, como foi chamado no comunicado, permitirá a visualização de fotos e vídeos na mesma tela em que o usuário lê as mensagens.

Esse recurso para acesso a imagens e vídeos diretamente da rede social será possível em função de mudanças no design da timeline. Quando o usuário quiser ver algum tipo de conteúdo multimídia, ele poderá visualizar na própria janela no lado direito, sem precisar acessar sites externos. Serviços como Justin.TV, Twitgoo, Flickr, YouTube, yFrog e Vimeo estarão habilitados para “rodar” na própria rede de microblog.

Ao clicar em um tuíte, o usuário poderá ver informações relacionadas ao autor e assunto. Dependendo do tipo de mensagem será possível até verificar o histórico de posts e a localização da pessoa que postou uma mensagem.

Outro recurso é que para poder navegar sobre a timeline de um perfil, o usuário não precisará mais ficar clicando no botão “More” (Mais). Bastará arrastar o cursor do mouse para baixo, que os tuítes mais antigos do perfil serão carregados na página.

“Estas mudanças estão previstas para serem habilitadas nas próximas semanas, começando com uma pequena porcentagem de usuário nesta noite”, informa o post no Twitter Blog quanto à disponibilidade do serviço.

Para mais informações, o Twitter criou um site que mostra as novidades na rede social.

fonte : www.folha.uol.com.br

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

As empresas e a comunicação atraves das redes sociais.


De acordo com a consultoria Ovum, as organizações que usam as redes sociais para se comunicar com seus diversos públicos precisam criar regras bastante rígidas de conduta, para evitar que informações confidenciais sejam divulgadas de forma indevida e, ainda, evitar problemas na justiça.
Para a analista da Ovum Aphrodite Brinsmead, a indústria financeira mundial tem se mostrado bastante avançada no quesito, ao criar requisitos para o registro de todo tipo de comunicação realizada por meio das redes sociais. “Todas as organizações precisam desse tipo de controle no relacionamento com o cliente”, opina.
Segundo a consultoria, a importância dessa atitude cresce na medida em aumenta o número de organizações dos setores públicos e privados que respondem a reclamações e solicitações de clientes em canais como Twitter e Facebook.
Embora a regulamentação em canais mais espontâneos possa parecer um contrasenso, a consultoria ressalta que a organização não pode correr o risco de ter informações sensíveis disponíveis na internet ou ver seus clientes disseminando informações incorretas sobre a companhia.
Além da necessidade de criar regras, Aphrodite acredita que o tempo de realizar experimentos com redes sociais acabou. O momento é o de criar estratégias formais, buscando satisfação dos clientes. “Os consumidores apreciam respostas rápidas e os bons serviços que esses ambientes permitem, razão pela qual o uso desses canais só devem crescer”, completa.

domingo, 16 de maio de 2010

Um novo olhar para as Midias Sociais.


Nos últimos anos as pessoas começaram a contribuir ativamente com dados seus – uma maneira de expressar o que talvez as interessem, e o elemento social no marketing – o boca a boca, as perguntas para os amigos sobre o que compraram – é um condutor muito importante. Experimentos e pesquisas mostram que esse marketing social, ou de redes sociais, costuma ser de cinco e dez vezes mais eficaz do que outras formas de marketing. Não é à toa que 34 das mais de 100 maiores empresas listadas na revista Fortune já usam o Twitter.


O impacto das ações de marketing nas mídias sociais pode ser muito maior que nas tradicionais, dependendo do contexto. Podem gerar resultados bem positivos se forem usadas corretamente. Contudo, da mesma forma que abrem portas para o sucesso, também estão sujeitas ocasionar um impacto negativo, gerando problemas sérios para empresa.

Fonte : Midias sociais

Nas mídias sociais a voz é tanto da companhia quanto dos consumidores que expressarem suas preferências e aversões sobre determinados produtos. Sendo necessário checar quais são as melhores práticas, métodos e processos para potencializar este poder. A questão é que mensurar este tipo de interação é algo bastante complexo, já que as dinâmicas das redes sociais são diversas e nem sempre totalmente visíveis em números.



Some-se a isso o fato de que o mercado digital tem como uma de suas características principais a sua extrema volatilidade. O que era novidade num mês, num outro pode se tornar praticamente assunto de museu. E esta característica não poderia deixar de ser aplicada às redes sociais, cuja rápida evolução já está provocando uma mudança significativa nas relações entre usuários e marcas.



Nesse ambiente volátil, a Amazon vem conseguindo se sustentar e com desempenho bem superior ao das demais. Sendo considerada modelo de como empresas podem alavancar o poder da web 2.0 e do que vier depois dela, para vender e se comunicar com os clientes de maneiras antes impensáveis (@amazondeal). Detalhe: 35% de suas vendas são para o Kindle, um leitor de e-books.



O "Share the Love" - compartilhe o amor - foi criado pela Amazon para fomentar a propaganda nas redes: Assim que você paga, é questionado sobre se há alguém que possa estar interessado em comprar um exemplar do livro que você acabou de comprar. Como incentivo, você ganha 10% de crédito e seu amigo ganha 10% de desconto se realmente comprar o livro.



"O crescente desejo das pessoas de compartilhar suas opiniões, experiências e aspirações dá às empresas uma oportunidade de ouro para captar, medir e conectar dados e, depois, utilizá-los no desenvolvimento do novo "marketing das redes sociais", "marketing social". "Essas são as mudanças mais fundamentais que ocorreram no mundo nos últimos dez anos", garante Andreas Weigend, ex-cientista-chefe da Amazon, consultor da Best-buy, Lufthansa, MySpace, Nokia.



Weigend cita duas dimensões do componente Promoção:



1) Promoções de empresas para pessoas – a ideia de dez anos atrás do marketing um a um e a ideia de que as empresas realmente compreendem o que deveriam estar promovendo para você, consumidor individual. Isso é bem diferente da promoção tradicional de mercado de massa, mas ainda se baseia nas antigas variáveis de tamanho de mercado, tamanho de segmento, tamanho do alvo etc.



2) Promoções de pessoas para pessoas. O que há de novo do lado da promoção está aí, reunindo o aspecto social e o aspecto viral. Como, pelo aspecto viral, o custo de aquisição do cliente é zero, isso é algo que mudou o mundo – empreendimentos como o Facebook não existiriam sem um ciclo viral.



Outro exemplo de sucesso nas mídias sociais foi a Dell ao vender cerca de US$ 1 milhão em equipamentos de informática nos EUA durante o período de vendas de final de ano enviando informações sobre promoções a seus seguidores no Twitter (@DellOutlet).



Um pequeno investimento nas mídias sociais já é suficiente para um retorno satisfatório, sendo bem mais rentável do que outras formas de marketing e publicidade, tendo em vista que um bom monitoramento e boas ações trazem resultados surpreendentes para a empresa. Para isso, vale a pena pensar nos seguintes tópicos:



Pesquise o seu público-alvo - Visite as comunidades relacionadas a seu produto, ou que reúnam as pessoas que você quer atingir, no MySpace, no Orkut, no LiveJournal, no Facebook etc. Vale a pena investir seu tempo para conhecer a linguagem destas pessoas, o que elas esperam, como interagem. Assim, o risco de fazer uma campanha equivocada ou fora de foco é consideravelmente reduzido.



Tente validar seu investimento - Fique atento às métricas dos cliques. Lembre-se que banners são meios "conservadores" de publicidade num ambiente onde a interação e a troca de idéias na maioria das vezes tem muito mais impacto do que uma campanha "institucionalizada".



Procure outras formas de interação - Não só os fóruns de discussão ou os canais do YouTube apresentam algum tipo de interação com as redes sociais. Os blogs já provaram seu poder catalisador de opiniões - neste caso, sabemos que alguns espaços nos comunicadores mais badalados estão entre os lugares mais caros e cobiçados.



Meça, é claro - Ainda não existem métricas totalmente eficazes para este tipo de ação, mas já existem no Brasil empresas que fazem a monitoração das redes sociais, e são capazes de fornecer relatórios das citações que uma marca recebe neste inesgotável universo de discussão. Por exemplo: você pode descobrir que aquele banner legal que você colocou numa comunidade do MySpace, apesar de ser bastante clicável, gerou uma repercussão negativa nos fóruns de discussão. O equilíbrio entre "quantitativo" e "qualitativo" faz toda a diferença.



Aposte no customizável - As coisas estão partindo para um nível de personalização jamais visto anteriormente. Certamente, criar um widget, por exemplo, para os fiéis participantes da comunidade sobre seu produto pode ser bem mais efetivo do que encher a página de banners

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Palestra de Scott Goodstein / Obama web estrategista


Um dos eventos mais disputados na Campus Party foi a palestra de Scott Goodstein, ‘Lessons in Social Media & Mobile. Case Study: Obama’. Goodstein foi estrategista web da campanha de Barack Obama, presidente dos Estados Unidos.
O que é uma campanha política senão um grande empreendimento? O Blog Pensando Grande esteve na palestra para conferir o que Goodstein pode ensinar aos empreendedores e empresários brasileiros.
Bem humorado, Scott iniciou sua palestra falando sobre o trabalho com Obama, ele dirigiu durante dois anos a área responsável pelas estratégias online da campanha . O palestrante apresentou dados sobre o declínio da audiência nas mídias tradicionais, como televisão e jornais, determinante para a mudança na estratégia da campanha. “Os jornais estão morrendo nos Estados Unidos, as pessoas assistem menos televisão”, afirmou Goodstein. Para ele, a maneira como as pessoas estão se informando mudou, assim a maneira como um político se comunica também precisa mudar.
Goodstein também citou o livro ‘A Cauda Longa’ (que indicamos aqui no Pensando Grande), como parte fundamental da estratégia de campanha: valorizar um grande número de pequenas audiências. Para alcançar estes grupos minoritários, as redes sociais tiveram um papel fundamental, tanto para informá-los quanto para permitir que se organizassem a favor da campanha.
O estrategista dividiu com os participantes as lições que aprendeu na campanha de Barack Obama. Confira:
- Trabalhe com profissionais de diversas formações e experiências, a diversidade é importante para o sucesso.
- Todas as estratégias devem ser integradas. É importante que todos os envolvidos estejam alinhados.
- Não tenha medo de experimentar. O Twitter foi um experimento na campanha de Obama, até ser identificado como uma poderosa ferramenta.
- Permita que as pessoas organizem-se, escute suas ideias e valorize suas opiniões. O vídeo mais visto de Obama não foi produzido pela campanha.
- Trabalhe com prazos, avalie suas estratégias e modifique-as, se preciso.
- Fique atento ao seu mercado, seja ágil para acompanhar mudanças e novidades.


fonte:pensandogrande.com.br

sábado, 24 de abril de 2010

Facebook detem 41% de todas midias sociais nos EUA


Facebook detém 41% do tráfego das mídias sociais nos EUA, diz pesquisa

MySpace, Gmail e Twitter seguem atrás, segundo dados de março da comScore. Google segue na liderança entre os sites de busca com 65,1%.
Do G1, no Rio

O Facebook foi responsável por 41% de todo o volume de tráfego entre as mídias sociais nos EUA registrado em março, de acordo com dados da comScore revelados pelo “Mashable”.

Atrás da rede social número 1 do mundo ficaram o MySpace, com cerca de 24%, o Gmail (15%) e o Twitter (8%).

Há um ano, a posição era inversa, com o MySpace ocupando a liderança com 38%, sendo seguido pelo Facebook, com 33%, quando comparado o mesmo período de 2009.

Já quando o assunto é busca na internet, o Google segue na liderança, com 65,1% de todas as cerca de 15,4 bilhões de pesquisas feitas em março pelos norte-americanos. Apesar da liderança confortável, o número representa uma queda de 0,4% em relação a fevereiro. Em segundo lugar ficou o Yahoo! (16,9%), seguido pela Microsoft (11,7%), Ask Network (3,8%) e AOL (2,5%).

Ao considerar as buscas feitas em sites “não especializados”, o Facebook surpreendeu ao totalizar 647 milhões de buscas, o que representou um crescimento significativo em março de 48% em relação ao mês anterior. O número obtido dá ao Facebook 2,7% de todo o mercado de buscas no período, o que colocaria a popular rede social à frente da AOL.
Fonte G1/Globo

terça-feira, 13 de abril de 2010

Para Futurólogos, Redes Sociais terão mais receitas do que as mídias tradicionais


Para futurólogo, redes sociais terão mais receita que "velha mídia" MARINA LANGda Folha Online As mídias sociais, como Twitter e Orkut, deverão crescer mais em receita que os meios de comunicação tradicionais, como a TV e o rádio, diz o pensador alemão Gerd Leonhard, considerado pelo "Wall Street Journal" como um dos mais importantes futurólogos do mundo. Gerd Leonard, futurólogo alemão que vem ao Brasil falar de negócios e mídias sociais, aposta em integração de mídias Segundo ele, as mídias sociais também alteram o molde original da publicidade: em vez de anúncios estáticos, o conteúdo de games, aplicativos e widgets dá o tema para as propagandas bem-sucedidas. Autor de "Friction is Fiction: The Future of Content, Media & Business" (2009), "Music 2.0" (2008), "The End of Control" (2008) e "The Future of Music" (2005), Leonhard está hoje em São Paulo, onde participa de uma conferência para convidados. Ele também será entrevistado pelo programa "Roda Viva", da TV Cultura. Na semana passada, Leonhard, 49, deu entrevista por e-mail à Folha Online, e falou sobre mídia, internet, consumo, pirataria e direitos autorais. Confira a entrevista na íntegra.

*Folha Online - Qual é o papel das mídias sociais (como o Twitter e o Facebook) hoje?

Gerd Leonhard - Twitter, Facebook e Google Buzz são um pouco como redes sociais de notícias. São mais descentralizados e fazem uma companhia perfeita para a mídia tradicional. A TV e o rádio têm largo alcance, mas eles deverão ter que lidar com uma fragmentação completa da sua audiência, e eles realmente terão que abraçar a mídia social (e a troca de ideias que ocorre ali) ou deixarão de ser importantes, cedo ou tarde. Todo o crescimento será na mídia social, móvel, em tempo real e de vídeo, não na TV e no rádio; meu prognóstico é um aumento em 50% na receita nesta direção. Levou muito tempo, mas quando isso acontecer (entre 18 e 24 meses) será muito maior do que qualquer coisa que nós antecipamos. Para negócios, a mídia social é simplesmente uma gestão de relacionamento com o cliente, isto é, a maioria do marketing, das relações públicas e das operações tradicionais desse serviço vão ser substituídas pelas mídias sociais. Marcas vão conversar com seus consumidores via Twitter, Facebook, Buzz ou Orkut. No lugar da comunicação em massa cara, regada por campanhas, a maioria das empresas vai mudar para o marketing de engajamento, atraindo pessoas com valores vigentes, e a mídia social é perfeita para esse tipo de ação!


Folha - Como as mídias sociais influenciam na mudança de conteúdo das mídias tradicionais?


Leonhard - O fato de estarmos conectados agora e de que nós podemos falar uns com os outros, compartilhar facilmente conteúdo (imagens, relatos, música, links), traz grandes mudanças para as indústrias de mídia em todo o mundo. Esta mudança é quase tão grande quanto a mudança que aconteceu com a invenção da mídia gravada, rádio ou TV. Consumidores conectados são inerentemente diferentes, mais fragmentados, menos fáceis de agradar, mais exigentes, mais obcecados com seu próprio controle, e têm muito mais poder. Mídias tradicionais devem perceber que este poder está se deslocando para os usuários --antes conhecidos como consumidores-- e qualquer um que se recuse a ver este novo paradigma será considerado inútil (veja o caso das grandes gravadoras). Dito isso, as mídias de massa vão continuar a ser importantes em conjunto com as mídias sociais --um alimenta o outro; mas os dias de "controle de audiência" estão acabados. Agora, é sobre confiança e compromisso; e sobre converter a atenção em receitas reais.


Folha - Como você enxerga a coexistência entre as mídias sociais e as mídias tradicionais no futuro?


Leonhard - Como TV e internet: convergência completa. A diferença está apenas nas nossas mentalidades:já não somos (apenas) diretores: nós somos conectores. O futuro pertence àqueles que podem se envolver, criar poderosas histórias cross-media [marketing em todas as plataformas, on-line ou não], e jogar com a audiência.


Folha - O que muda na publicidade e no marketing com as mídias sociais?


Leonhard - Tudo, na verdade. Alguns argumentariam que nós precisamos apenas de publicidade tradicional porque não havia internet, porque não estávamos conectados --e há um pouco de verdade nisso. Consumidores conectados são relutantes a interrupções e têm valores incompatíveis com isso, e vão ignorar tudo que seja desta natureza. É por isso que propagandas baseadas no CPM [custo por mil, forma de cálculo das mídias tradicionais] na internet nunca vão funcionar da mesma forma que nas propagandas de televisão. Joel Silva -20.ago.09/Folha Imagem Conexão e compartilhamento de conteúdo (imagens, relatos, música, links) traz grandes mudanças para as indústrias de mídiaA publicidade deve se tornar conteúdo, a fim de ser realmente ser bem-sucedida na internet. Por exemplo plicativos para telefones móveis, widgets, games, etc. Algumas vezes, chamo isso de ContVertising [neologismo que funde as palavras "conteúdo" e "publicidade", em inglês]. Esta mudança está acontecendo agora, guiada pela explosão da internet móvel, e pela mídia social e em tempo real, como Twitter e Google Buzz. A publicidade e o marketing estão sendo reinventados tanto quanto eu escrevo isso.


Folha - Desde a sua primeira obra, lançada em 2005, até então, quais foram as principais mudanças no consumo de informação (música, leitura, mídia) que você constatou? Quais as perspectivas para o futuro disso?


Leonhard - A maior mudança já não é realmente sobre informação --o que foi ótimo ter, há dez anos. Não se trata de música, livros e filmes gratuitos. Trata-se de mérito, qualidade, confiança e relevância. Não quero apenas da gratuidade ali, quero exatamente o que eu preciso, no momento exato. Pessoas estão dispostas a pagar dinheiro real por grandes experiências, por serviços fantásticos, a entidades confiáveis. É por isso que os condutores da indústria fonográfica estão guiando-a para os rochedos: eles ainda veem o mundo dos seus pontos de vista, e não a partir dos usuários ou dos artistas --eles se preocupam com a venda de cópias, não com as experiências.


Folha - Como você vê a questão dos direitos autorais na internet?


Leonhard - Os direitos autorais foram significativos para monetizar o conteúdo quando as palavras "direito" e "cópia" ainda eram oportunas. Agora, tudo o que fazemos on-line cria uma cópia. Por exemplo, [simplesmente] ouvir é baixar, a leitura é cópia, de fato; e nossos "direitos" como autores devem ser revistos para permitir que o ato de copiar ainda exista na lei, mas que haja restituição de forma não-compulsória quando todo usuário conectado puder apenas clicar, copiar e colar. O copyright era para dar certeza que autores e criadores fossem pagos, não para garantir que intermediários vendam discos de plástico, rastreassem downloads ou dispositivos. O que nós precisamos agora é adicionar é o direito de uso no copyright, a fim de construir monetização neste acesso. É fazer dinheiro do acesso, não de cópias. Para a música, nós precisamos de uma taxa coletiva, fixa e obrigatória (não imposto!) que faça a música na internet tão legal quanto a música no rádio. Para que fique claro, o copyright em si é um bom conceito --é preciso apenas adaptá-lo ao mundo atual em que vivemos, hoje!


Folha - Em 1º de julho de 2007, você publicou uma carta aberta à indústria fonográfica independente, citando MySpace, YouTube e Last.fm como modelos de sucesso à não-obediência aos direitos autorais. Hoje, o MySpace passa por problemas financeiros, o YouTube está se adequando às leis de direitos autorais e ao conteúdo profissional. O Last.fm cortou pessoas dos quadros e iniciou cobrança sobre conteúdos. Você ainda mantém a sua posição?


Leonhard - Bom ponto. O que todos os três têm provado é que você não pode inovar a indústria de música sem grandes esforços políticos, ou seja, se a estrutura de licenças, direitos autorais e permissão ficarem na mesma, você realmente não pode espalhar isso com consentimento. Sherwin Crasto -18.mai.09/Reuters "MySpace foi bem-sucedido porque eles começaram sem licença, sem permissão de gravadoras, e faziam o que usuários queriam" O MySpace foi bem-sucedido porque eles começaram sem licença, sem permissão de gravadoras, e apenas faziam o que os usuários queriam: compartilhamento gratuito, reunião social em torno da música. Evidentemente, esse caminho foi condenado quando eles foram adquiridos pela News Corp/Fox, isso não podia continuar, eles tiveram que se tornar "legítimos". O ponto é que, quando a única maneira de inovar significa que você tem que fazer algo ilegal (ou semilegal, como o Last.fm), então algo está errado com o sistema. O sistema de licenciamento da indústria da música tem que ser completamente revisado e redefinido, para se adaptar a uma economia digital. A música on-line precisa ser licenciada como o rádio, com licença rentável de compartilhamento, pública e simples, que permita legalidade às companhias desde o início. Penso que o Brasil seria o lugar perfeito para começar isso --dadas as recentes propostas de uma nova lei de direitos autorais no Brasil [Marco Civil da internet]. As receitas para os criadores serão, em qualquer caso, maiores do que nunca, a partir deste tipo de licença.


Folha - Nos últimos anos, surgiram vários casos de processos de grandes gravadoras contra pessoas que baixaram músicas. Como você enxerga essa situação?


Leonhard - Qualquer um que se proponha a desconectar pessoas porque elas estão compartilhando música on-line jamais vai ser votado novamente, e qualquer provedor de internet que implemente estas ideias vai achar que perderá usuários mais rapidamente do que a Kodak perdeu pessoas que compram rolos de filme analógico. Há muita conversa em torno do conceito 3 Strikes [lei francesa que corta a conexão de internautas por download ilegal] (em grande medida, para apaziguar os lobistas e seus conglomerados internacionais), mas a aplicação será uma "missão impossível": muito cara em termos de tecnologia, muito tediosa em termos das consequências sociais e culturais, e 100% inútil na geração de dinheiro para os criadores. O único benefício será para as empresas de advocacia, e claro, para os lobistas. A única solução consiste em uma licença pública, padronizada e coletiva para as pessoas que estão, com a música, na internet você não pode ter controle total e fazer dinheiro novo ao mesmo tempo!


Folha - Dentro desse contexto, as gravadoras podem competir com a pirataria?


Leonhard - Gravadoras não competem com o gratuito: elas competem com cópias gratuitas. Tudo é possível e será vendido --se eles tiverem mais uma maneira de vender mais do que a cópia, e estiverem dispostos a dar aos usuários o que eles querem: preço baixo, altamente merecido. Folha - Existe um modelo rentável para o mercado musical? Leonhard - Absolutamente. Os custos on-line podem ser drasticamente reduzidos (ou seja, produção, fabricação, distribuição e marketing), portanto, os preços podem ser muito reduzidos, mais consumidores podem se interessar, e muito mais produtos e serviços podem ser os mais vendidos!
Postado por Carlos Guimaraes de Matos Jr. às 22:02

fonte Folhaonline.

http://dropsmisto.com/


terça-feira, 6 de abril de 2010

A Influencia da quantidade de seguidores no twitters


Recently a report was released that indicated that the number of followers doesn’t prove influence on social media. However this report is wrong. The number of followers is significant to the social influence a person has, with the caveat that the followers have to actually care about what the person is tweeting about. The problem with the findings of this report is that its limited to the month of August in 2009. So the findings are limited to a very specific period of time.

Here’s another perspective to consider. Companies that tend to respond to social media critiques usually respond as a result of someone who has lots of followers getting involved. That person tweets about an issue and those followers take up the cry. Now certainly it matters that the message speaks to values that the followers can agree with, but the sheer number of followers who are responding is what ends up creating a situation where social influence can be leveraged to make a company respond.

The quality of tweets does matter, specifically what people will respond to and retweet, but ignoring the number of followers is foolish to do. Size matters in social media, if only because it’s that many more people who can take up the cry and raise awareness in their networks about a situation which is occurring. To write size off, especially on the findings of just one month is unrealistic and rather naive.

This isn’t to say that you should try and add as many people as possible. If anything it’s important to recognize that while social influence is created by how well known a person is, it’s also determined by the quality of messages. It’s very easy to skim over anyone’s tweets, so a tweet has to include some kind of call to action that motivates interest on the part of the followers.
fonte:
www.socialmediatoday.com