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sábado, 5 de maio de 2012

Seminário de Mídias Digitais discute o poder das ferramentas da web





Com o objetivo de discutir e orientar sobre a forma como as novas mídias estão integradas nas práticas sociais e as maneiras de exploração da web 2.0, o ‘II Seminário Mídias Digitais e Transformação Social: novas possibilidades nas redes sociais’, reuniu centenas de profissionais e estudantes da área de comunicação na noite dessa sexta-feira, 27, no Quality Hotel Aracaju, no bairro Coroa do Meio. Realizado pelo Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social (Secom), o evento propõe promover o debate e levar conhecimento sobre a forte influência exercida por essas mídias na comunicação.

Em sua segunda edição, o seminário – direcionado especialmente para os assessores de comunicação do Governo do Estado, mas sem deixar de lado alunos, professores, profissionais e demais interessados no tema –, ofertou 300 vagas para participação, que foram preenchidas logo nos primeiros três dias de inscrição, demonstrando uma forte demanda e interesse nesta área de conhecimento.

O secretário de Estado da Comunicação, Carlos Cauê, explica que a importância da iniciativa se dá principalmente pelo fato de ainda ser muito pequena a reflexão sobre as mídias sociais, a cultura digital e questões ligadas à rede digital. “Ficamos orgulhosos por ser o Governo do Estado o protagonista dessa reflexão em Sergipe. É uma maneira de nos atualizarmos em relação às novidades que esse ambiente de comunicação tem trazido, assim como é, também, uma oportunidade para que os assessores de comunicação do governo sincronizem, cada vez mais, o entendimento da equipe como conjunto, sobre a comunicação digital”, revelou o secretário.

Ainda de acordo com Cauê, o seminário oferece a chance de integrar ainda mais a rede de comunicação do governo, uma vez que tais ferramentas transformaram a maneira de se pensar e gerir comunicação.

“O evento nos permite trazer os novos desafios apresentados nessa área e ao mesmo tempo aprendermos um pouco mais sobre esta. Hoje não é possível pensar comunicação sem levar em consideração as ferramentas da mídia digital. Porque, a partir destas ferramentas, a comunicação deixou de ser um privilégio do governo ou dos profissionais de comunicação para tornar-se parte do cotidiano da população, que emite opinião, críticas e análises através de redes como Orkut, Facebook e Twitter. Há um amplo diálogo ocorrendo na sociedade via mídias digitais e o governo precisa estar presente nisso, como já fazemos há algum tempo para construção de uma imagem adequada”, sintetizou Carlos Cauê.

“A principal vertente de um evento como este é trazer essa discussão que ainda se apresenta muito nova na comunicação como um todo. Como este é um segmento que muda muito rápido, é importante que se incentive a discussão permanente, pois as inovações tecnológicas tornaram a comunicação muito dinâmica e iniciativas como esta faz bem tanto para o governo, quanto para o mercado e a academia, ajudando no desenvolvimento da comunicação no estado”, declarou o secretário adjunto da Comunicação, Sales Neto.

Palestrantes

Para tratar do tema de forma objetiva, o evento conta com a participação de palestrantes que se tornaram referência no assunto, como é o caso de Martha Gabriel, que se apresentou na noite de abertura, e Gil Giardelli, Fábio Bito Teles e Rodrigo Capella, que se apresentarão no segundo e último dia da programação, neste sábado, 28.

A especialista internacional em comunicação digital, Martha Gabriel, ministrou palestra com o tema ´Redes Sociais: Oportunidades e Riscos´. Ela explicou que as plataformas de redes sociais como o Twitter, Facebook e LinkedIn têm crescido muito e modificado o modo como as pessoas se comportam e interagem. O ser humano é um ser social. Conforme as tecnologias de comunicação e informação evoluem e permitem maior penetração espacial e colapso temporal, mais isso favorece a função social do homem. Nesse sentido, a internet apenas colabora com a tendência que sempre existiu na essência social humana, e as pessoas tendem a usá-la cada vez mais para se relacionarem.

Desafios

Dando continuidade à temática explorada na primeira edição, ao abordar a forma como as novas mídias estão sendo integradas às práticas sociais, o evento contribui para alertar sobre as possibilidades do estreitamento da relação entre o poder público e a sociedade, através das redes sociais e a necessidade de que esta discussão seja feita tanto na esfera pública, como voltada à comunicação institucional.

A percepção do tema pelo público, neste ano, porém, apresenta uma nítida diferença em relação à edição anterior. Num intervalo de tempo de dois anos, sendo que a primeira edição ocorreu no ano de 2010, a diversificação das plataformas e a ampliação do acesso às redes sociais criaram a dimensão significativa que certas redes possuem na vida prática da sociedade, facilitando o reconhecimento do impacto ocasionado por estas ferramentas, ao passo que tornam seu domínio ainda mais complexo.

Para o coordenador do Núcleo de Cultura Digital da Secom, Domingos Lessa, esta diferença fica evidente pela insegurança de muitos profissionais de comunicação em relação ao universo das redes sociais. “Naquela época, o próprio assessor tinha receio de estar presente nas redes sociais. A gente precisava explicar para ele o que eram as redes sociais e o porquê que ele e sua secretaria ou órgão assessorado deveriam estar ali. Hoje, percebo que este panorama se modificou, pois as indagações vão além da conceituação. Eles já entendem a importância das redes, o receio hoje se define por algo mais complexo, no entendimento de como proceder em relação à possíveis crises que surjam nesse meio”, esclareceu o coordenador.

Outro desafio que apresenta um lado positivo e negativo ao mesmo tempo é a efemeridade das redes. No ambiente digital, as mudanças acontecem rápido demais e os produtos acabam por ter um tempo de vida e relevância muito volúvel. “As redes sociais e o impacto causado por elas mudam rapidamente. Mas da mesma maneira, elas saem de foco e dão espaço para outras que surgem. O desafio está em cada assessoria entender como cada uma delas deve participar de cada uma dessas redes, pois há uma comunicação específica para cada uma. Além de compreender que se deve levar em conta quem é o seu público e como levar essas informações e conteúdos para esse público”, explicou Domingos Lessa.

Para o estudante de jornalismo, José Rivaldo Soares, as redes sociais mudaram o perfil do público que consume informação, transformando o modo de se fazer jornalismo e publicidade. “É legal o governo disponibilizar essa discussão para quem estuda ou trabalha com comunicação, pois isso demonstra a preocupação com a nossa categoria e com o tipo de profissional que se está formando para o mercado,” revelou o futuro jornalista.

De acordo com o estudante de publicidade Pedro Lisboa, o seminário oferece a oportunidade de dimensionar e avaliar o posicionamento das empresas em relação ao assunto abordado. “Eu trabalho com isso e essa área possui um campo muito aberto, com muitas oportunidades. O seminário trouxe palestrantes muito bons, como Martha Gabriel, que é referência nacional no assunto. Isso é bem legal, enfatizou o estudante.

Novidade

Mais uma novidade desta edição foi a transmissão em tempo real das palestras. A ideia se justifica pela alta demanda de inscritos e tem o intuito de divulgar o evento para quem não pode comparecer ao local onde estava sendo realizado o seminário.

A proposta teve a parceria da Universidade Tiradentes (Unit), que se disponibilizou em exibir a transmissão nos auditórios da instituição. A transmissão ao vivo também foi disponibilizada no site da Agência Sergipe de Notícias, no blog no Governo e em outros canais que retransmitiram o conteúdo através do canal da Unit.

Fonte: http://www.faxaju.com.br

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Mídias tradicionais influenciam muito as mídias sociais


Social Media Week: Influência das mídias tradicionais nas mídias sociais é grande
Estudo da agência JWT comparou noticiário em veículos tradicionais e em redes sociais
Redação iG Tecnologia

As mídias tradicionais exercem uma grande influência nos assuntos debatidos nas mídias sociais. Mas o inverso ainda acontece em pequena escala. Essa é a principal conclusão de um estudo apresentado pela agência de publicidade JWT na Social Media Week, evento que debate as redes sociais e vai até a próxima sexta-feira em São Paulo.

Acompanhe a Social Media Week no blog do iG

Para realizar o estudo, a JWT monitorou, ao longo de 2010, as capas das revistas Veja e Época, além de edições do Jornal Nacional. Os assuntos de maior destaque nesses veículos tradicionais foram então comparados com indicadores de mídias sociais, como listas de assuntos populares do Twitter e Facebook e pesquisa em ferramentas como o Google Trends.

"Com essa comparação, percebemos que a influência das mídias tradicionais sobre as mídias sociais é muito grande. Percebemos isso pelo grande número de menções sobre BBB e jogos de futebol no Twitter. Inversamente, as mídias sociais são usadas como fonte pelas mídias tradicionais principalmente em pautas leves, de comportamento", comentou Patrice Lamiral, um dos autores do estudo.

Segundo os autores do estudo, a relação entre as mídias tradicionais e sociais não é de eliminação. "O que existe é uma relação complementar. Na maior parte das vezes, as mídias sociais reverberam fatos noticiados pelas mídias tradicionais. Em outros casos, mais raros, alguns fatos que começam nas mídias sociais ganham maior dimensão quando divulgados por veículos tradicionais", disse Lamiral.

www.tecnologia.ig.com.br

sábado, 25 de dezembro de 2010

As ferramentas das midias sociais


As melhores ferramentas para monitorar as mídias sociais
por Leandro Moreira
Nas últimas semana estava numa discução no grupo Marketing Digital Brasil do linkedin e obtive resposta sobre as ferramente de monitoramento. Veja abaixo na integra a discução:

Marcelo Na sua opinião quais são as melhores ferramentas para monitorar midias socias?
Leandro Moreira • Scup é muito bom. e a minha empresa usa. Além de que é em português.
Thais Balsi • Socialmetrix oferece SMX Echo, ferramenta para monitoramento online com expertise em desenvolver plataformas para os idiomas portugues e espanhol.
Elimina a necessidade de um interlocutor apresentando os resultados de maneria clara e com mencoes qualificadas entre positivas, negativas e neutras.
Davi Caetano • O Scup é pago, o socialmetrix é gratuito??
Thais BalsiSmx tb è pago, mas nao estabelece limite quanto ao volume de informacoes ou mencoes.
Leandro Moreira • Gratuito?!?! vc pode achar no priprio google (as atualizações do twitter e criando alert google) e Social Mention tbm é bom. mas assim de um monitoramento gratutíto que gera relatorios. eu não conheço.
Danilo Barbosa Campos • Para o Twitter eu prefiro um monitoramento manual: http://www.linkedin.com/redirect?url=http%3A%2F%2Fe-social%2Ecom%2Ebr%2Fblog%2F2010%2F9%2Fmedindo-manualmente-o-engajamento-em-seu-twitter%2F&urlhash=zzT2 Isadora Bolduan Piazera • Também não conheço monitoramento grátis que gere relatórios prontos, mas existem diversas ferramentas entre elas o google alerts como disse o Leandro que conseguem fazer um bom trabalho quando bem configuradas e acompanhados no goole reader, por exemplo. O complicado é que alguém precisa passar um bom tempo analisando manualmente, filtrando informações. Isso pode ser um ponto positivo, porque alguns relatórios de serviços pagos não detectam ironia, por exemplo. Segue uma ótima apresentação sobre monitoramento de redes sociais com ferramentas gratuitas: http://www.linkedin.com/redirect?url=http%3A%2F%2Fwww%2Eslideshare%2Enet%2Flucasvgr%2Foficina-de-buzz-monitor-em-mdias-sociais-15-edted&urlhash=GUmA
Paulo Milreu • Olá amigos. Eu gostaria de convidá-los para conhecer o Livebuzz, a nossa solução para monitoramento e marketing em mídias sociais. Apresento em uma reunião online, através de compartilhamento de tela no Skype. É sem compromisso, apenas para conhecerem. O que acham? Para quem quiser conhece: http://www.linkedin.com/redirect?url=http%3A%2F%2Fbzz%2Ems%2F6c&urlhash=snHq
Beni Kuhn • Sugiro o 48ers.com
Danila Dourado • O Radian6 é muito bom, permite fazer cruzamentos de monitoramentos e até mesmo entre tags. Disponibiliza também a opção de criar várias categorias, por exemplo você pode selecionar o emissor, assunto, e inclusive adicionar sub-assuntos se for o caso. Além disso, é possível “customizar” os gráficos com as cores corporativas da empresa que está sendo monitorada. No entanto, ele peca nas buscas em blogs e sites, coletando um número de menções infinitamente inferior as observadas no Google News e Google Blogs, por exemplo. Nesse aspecto o Scup sai na frente e oferece dados mais próximos aos dos motores de buscas, apesar de apresentar alguns atrasos na coleta nesses ambientes. Vou testar o LiveBuzz do nosso amigo Paulo e depois comento aqui como foi a experiência com a ferramenta.

Leandro Moreira • muito bom comentario da danila! parabens!
Paulo Milreu • Danilo, fico à disposição para agendarmos uma apresentação do Livebuzz, que fazemos via compartilhamento de telas pelo Skype, e na sequência libero uma conta trial e a nossa política comercial. Peço que agende por aqui: http://www.linkedin.com/redirect?url=http%3A%2F%2Fbzz%2Ems%2F6c&urlhash=snHq E fica o convite para todos que quiserem conhecer o Livebuzz. ;)
Cristina Dissat • Gostaria de fazer um comentários quanto a outro tipo de cliente e talvez algo simples e básico possa ser interessante para iniciar o monitoramento. Alguns clientes tem muito medo, ainda, do Twitter, principalmente na área de saúde (no meu caso), começar mostrando o crescimento dos seguidores, tweets, etc. - como um twittercounter - pode ir despertando a curiosidade e depois aumentando e em tempo real o http://www.linkedin.com/redirect?url=http%3A%2F%2Fchartbeat%2Ecom%2F&urlhash=bF09

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Materia interessante do canal Economia e Negócios !



O canal Economia & Negócios tem ações de todo tipo, como toda boa Bolsa de Valores. Não temos papéis, fragmentos de nosso capital em negociação, apenas milhares de notícias guardadas na nossa poupança - também conhecida como disco virtual. E toda semana investimos mais e mais neste "mercado", cheio de leitores-clientes.

Leia agora a nossa planilha com as dez ações campeãs de lucro - e, você sabe, desde a velha taxação progressiva até o fabuloso mundo das mídias sociais, tudo que tem envolvido e influenciado o mercado, direta ou indiretamente, é valorizada por aqui.

1º lugar: 24 horas é pouco!

A matéria repercutiu uma pesquisa que media o número de mulheres integradas no conjunto da População Economicamente Ativa (PEA). Confira a matéria!

2º lugar: Mídias Sociais - você está preparado?

Em 2004 era o Orkut e, para não dizer que não lembramos dos comunicadores instantâneos (saudoso ICQ!), os comunicadores instantâneos. Hoje as redes são variadas, envolvem até faixas etárias específicas. Confira a matéria!


3º lugar: Eleição 2010 e Mídia Social: casamento inevitável

Muito antes da equipe da candidata Dilma Rousseff pensar em contratar os marqueteiros de mídia digital de Barack Obama nós já tínhamos trabalhado essa relação entre web e a urna eletrônica. Confira a matéria!

4º lugar: Web para Todos

Reportagem aborda a evolução da internet no Brasil, noticiando uma das pesquisas que atestaram o substancial aumento de usuários no país em 2008. Confira a matéria.

5º lugar: Orkut - com certeza você já "adicionou" essa mania

Cada vez mais pessoas passam pela barreira da redes sociais, muitas delas ainda crianças. A porta de entrada? O Orkut! Confira a matéria!

6º lugar: Ning - uma rede social para criar uma rede

O Ning mostra que esse negócio de fórum, comunidade virtual, pode ser muito, mas muito mais dinâmico e democrático. E, sim, isto é possível. Confira a matéria!

7º lugar: Youtube: Você vendo e fazendo TV!

Alguém aí lembra quando a MTV tirou os videoclipes do ar? Pois bem. O medo deles não era em relação à MuchMusic na TV paga, ou sobre a Mix TV. O problema deles era com o caráter revolucionário do You Tube. Confira a matéria!


8º lugar: Linkedin - a principal rede social dos negócios

Currículo impresso em papel e salvo em Word também vai ser passado, logo, logo. Conheça a rede social de profissionais, o Linkedin, e entenda porque muitos pensam assim. Confira a matéria!

9º lugar: Flickr, o encontro das imagens

Se existe uma rede social para mensagens rápidas, uma para comunidades de interesses comuns, uma rede profissional... Por que não criar uma que envolve imagens? Confira a matéria!

10º lugar: Twitter para leigos e seguidores

Existe um leigo quando o assunto é Twitter? Difícil, concorda? É plenamente possível afirmarmos, inclusive, que esta rede, até por ter surgido em uma época com internet bem mais ágil quanto sua velocidade, se espalhou com mais rapidez que o Orkut - apesar da rede do Google ainda ser muitíssimo acessada. Confira a matéria!

Tags: economia e negocios, política, tecnologia, dez anos
Itu.com.br

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Dia da Mídia Social


Hoje é o Dia da Mídia Social. Que tal comemorar?
Evento organizado pelo site Mashable ao redor do mundo celebra as mudanças que a mídia social proporcionou na vida das pessoas. Em São Paulo, evento acontece no Roofs Eventos, a partir das 19hrs

Hoje, 30 de junho, cerca de 500 cidades de 90 países ao redor do mundo comemoram o Social Media Day. São Paulo também está na lista e quem organiza o evento por aqui é a companhia MOBMOB, em conjunto com a Trade Network.

A ideia inicial foi do site Mashable, que criou um dia especial para a celebração da mídia social. O site convidou os leitores a participarem dos eventos em Nova York e São Francisco. No entanto, encoraja a organização do evento em outros lugares, como aconteceu em São Paulo.

De acordo com o site, a mídia social mudou nossas vidas. Então, por que não comemorar?

Em São Paulo o evento acontece no Roofs Eventos, localizado na Rua Funchal, 418, a partir das 19 hrs. A comemoração contará com a participação de Raymundo Magliano Filho, ex-presidente da Bovespa e presidente do Instituto Norberto Bobbio, e também de Viviane Maia, editora do site Época Negócios, além de outros participantes discutindo o impacto das mídias sociais, tanto no dia-a-dia quanto no lado profissional.


Confira abaixo a programação do evento:


19:00 Coquetel no Lounge MTV com DJ Jurassico
20:00 Abertura do Social Media Day SP na Sala Mashable
20:15 Painel de discussões (com os convidados acima citados)
21:30 Perguntas aos palestrantes
22:00 Encerramento
22:15 Confraternizacao no Lounge MTV com DJ Jurassico


As inscrições já estão encerradas. Porém, é possível participar do evento enviando perguntas pelo Twitter. Basta incluir as hashtags #SMDay e #SP.
Fonte: Olhardigital.uol.com.br

domingo, 16 de maio de 2010

Um novo olhar para as Midias Sociais.


Nos últimos anos as pessoas começaram a contribuir ativamente com dados seus – uma maneira de expressar o que talvez as interessem, e o elemento social no marketing – o boca a boca, as perguntas para os amigos sobre o que compraram – é um condutor muito importante. Experimentos e pesquisas mostram que esse marketing social, ou de redes sociais, costuma ser de cinco e dez vezes mais eficaz do que outras formas de marketing. Não é à toa que 34 das mais de 100 maiores empresas listadas na revista Fortune já usam o Twitter.


O impacto das ações de marketing nas mídias sociais pode ser muito maior que nas tradicionais, dependendo do contexto. Podem gerar resultados bem positivos se forem usadas corretamente. Contudo, da mesma forma que abrem portas para o sucesso, também estão sujeitas ocasionar um impacto negativo, gerando problemas sérios para empresa.

Fonte : Midias sociais

Nas mídias sociais a voz é tanto da companhia quanto dos consumidores que expressarem suas preferências e aversões sobre determinados produtos. Sendo necessário checar quais são as melhores práticas, métodos e processos para potencializar este poder. A questão é que mensurar este tipo de interação é algo bastante complexo, já que as dinâmicas das redes sociais são diversas e nem sempre totalmente visíveis em números.



Some-se a isso o fato de que o mercado digital tem como uma de suas características principais a sua extrema volatilidade. O que era novidade num mês, num outro pode se tornar praticamente assunto de museu. E esta característica não poderia deixar de ser aplicada às redes sociais, cuja rápida evolução já está provocando uma mudança significativa nas relações entre usuários e marcas.



Nesse ambiente volátil, a Amazon vem conseguindo se sustentar e com desempenho bem superior ao das demais. Sendo considerada modelo de como empresas podem alavancar o poder da web 2.0 e do que vier depois dela, para vender e se comunicar com os clientes de maneiras antes impensáveis (@amazondeal). Detalhe: 35% de suas vendas são para o Kindle, um leitor de e-books.



O "Share the Love" - compartilhe o amor - foi criado pela Amazon para fomentar a propaganda nas redes: Assim que você paga, é questionado sobre se há alguém que possa estar interessado em comprar um exemplar do livro que você acabou de comprar. Como incentivo, você ganha 10% de crédito e seu amigo ganha 10% de desconto se realmente comprar o livro.



"O crescente desejo das pessoas de compartilhar suas opiniões, experiências e aspirações dá às empresas uma oportunidade de ouro para captar, medir e conectar dados e, depois, utilizá-los no desenvolvimento do novo "marketing das redes sociais", "marketing social". "Essas são as mudanças mais fundamentais que ocorreram no mundo nos últimos dez anos", garante Andreas Weigend, ex-cientista-chefe da Amazon, consultor da Best-buy, Lufthansa, MySpace, Nokia.



Weigend cita duas dimensões do componente Promoção:



1) Promoções de empresas para pessoas – a ideia de dez anos atrás do marketing um a um e a ideia de que as empresas realmente compreendem o que deveriam estar promovendo para você, consumidor individual. Isso é bem diferente da promoção tradicional de mercado de massa, mas ainda se baseia nas antigas variáveis de tamanho de mercado, tamanho de segmento, tamanho do alvo etc.



2) Promoções de pessoas para pessoas. O que há de novo do lado da promoção está aí, reunindo o aspecto social e o aspecto viral. Como, pelo aspecto viral, o custo de aquisição do cliente é zero, isso é algo que mudou o mundo – empreendimentos como o Facebook não existiriam sem um ciclo viral.



Outro exemplo de sucesso nas mídias sociais foi a Dell ao vender cerca de US$ 1 milhão em equipamentos de informática nos EUA durante o período de vendas de final de ano enviando informações sobre promoções a seus seguidores no Twitter (@DellOutlet).



Um pequeno investimento nas mídias sociais já é suficiente para um retorno satisfatório, sendo bem mais rentável do que outras formas de marketing e publicidade, tendo em vista que um bom monitoramento e boas ações trazem resultados surpreendentes para a empresa. Para isso, vale a pena pensar nos seguintes tópicos:



Pesquise o seu público-alvo - Visite as comunidades relacionadas a seu produto, ou que reúnam as pessoas que você quer atingir, no MySpace, no Orkut, no LiveJournal, no Facebook etc. Vale a pena investir seu tempo para conhecer a linguagem destas pessoas, o que elas esperam, como interagem. Assim, o risco de fazer uma campanha equivocada ou fora de foco é consideravelmente reduzido.



Tente validar seu investimento - Fique atento às métricas dos cliques. Lembre-se que banners são meios "conservadores" de publicidade num ambiente onde a interação e a troca de idéias na maioria das vezes tem muito mais impacto do que uma campanha "institucionalizada".



Procure outras formas de interação - Não só os fóruns de discussão ou os canais do YouTube apresentam algum tipo de interação com as redes sociais. Os blogs já provaram seu poder catalisador de opiniões - neste caso, sabemos que alguns espaços nos comunicadores mais badalados estão entre os lugares mais caros e cobiçados.



Meça, é claro - Ainda não existem métricas totalmente eficazes para este tipo de ação, mas já existem no Brasil empresas que fazem a monitoração das redes sociais, e são capazes de fornecer relatórios das citações que uma marca recebe neste inesgotável universo de discussão. Por exemplo: você pode descobrir que aquele banner legal que você colocou numa comunidade do MySpace, apesar de ser bastante clicável, gerou uma repercussão negativa nos fóruns de discussão. O equilíbrio entre "quantitativo" e "qualitativo" faz toda a diferença.



Aposte no customizável - As coisas estão partindo para um nível de personalização jamais visto anteriormente. Certamente, criar um widget, por exemplo, para os fiéis participantes da comunidade sobre seu produto pode ser bem mais efetivo do que encher a página de banners

terça-feira, 6 de abril de 2010

10 Ferramentas das midias sociais


To be successful with social media, as with any marketing or PR campaign, you need a long-term strategy. "Properly managed, social media can deliver measurable results," says Jeremiah Owyang of Forrester, who wrote the report.

Do your homework. Listen to the conversations and gather information. Then picking the right tools will be easy and logical.

Social Media Marketing Tools:
1- Social Media News Releases
2- Articles
3- Blogs
4- Micro blogging (Twitter)
5- Podcasts
6- Videocasts
7- News Feeds (RSS -Really Simple Syndication)
8- Socializing news and web content – tagging/bookmarking/sharing
9- Social Networks
10- Social Media News Sites


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