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sábado, 28 de agosto de 2010

Gestores temem efeitos das redes na WEB


Gestores de TI temem efeito das Redes Sociais e da Web 2.0 ::


Levantamento apura que até 82% dos administradores de segurança de TI pesquisados acreditam que as redes sociais, aplicativos de internet e widgets baixaram significativamente a postura de segurança de suas organizações. Os entrevistados citaram vírus, malware e perda de dados como as principais preocupações da Web 2.0, com até 77% das empresas planejando implementar uma solução que trate de tais vulnerabilidades dentro dos próximos cinco anos.


O estudo foi conduzido pela Check Point e pelo Ponemon Institute.Na pesquisa, que ouviu mais de 2.100 administradores de segurança de TI em vários países ao redor do mundo, a maioria dos entrevistados acredita que os funcionários são essenciais para ajudar as empresas na mitigação dos riscos de segurança associados a aplicativos emergentes de internet nas empresas.


Todavia, os administradores de TI acreditam que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as ameaças de segurança corporativa em suas comunicações comerciais diárias — ao baixarem aplicativos de internet, navegarem na Web, abrirem links, assistirem a streaming de vídeos, utilizarem sites de compartilhamento de arquivos peer-to-peer (P2P) e participarem de redes sociais. Como resultado, educação e conscientização são necessárias para ajudar os usuários finais a perceberem seu importante papel em manter o perfil de segurança da organização.“Nossa pesquisa revelou que a segurança pode ser vista como uma consideração tardia para os usuários corporativos de aplicativos Web 2.0.


O número crescente e a sofisticação das ameaças de segurança, associados à proliferação de ferramentas online que são facilmente baixadas da internet, estão exacerbando os desafios da proteção de informações privilegiadas”, disse Dr. Larry Ponemon, presidente do conselho e fundador do Ponemon Institute.“Está claro que os administradores de segurança de TI estão preocupados com o impacto dos aplicativos de Web 2.0 em suas empresas, mas também precisam de melhores ferramentas para entender quais aplicativos os funcionários estão usando para fins comerciais”, disse Juliette Sultan, chefe de marketing global da Check Point Software Technologies.

O estudo também detectou que:Senso de Urgência – Quase 50% dos entrevistados colocam um alto senso de urgência em minimizar os riscos de segurança associados a aplicativos de internet e widgets.ecessidade de Maior Prestação de Contas dos Usuários – A maioria dos entrevistados acredita que os funcionários devem ser mais responsabilizados por mitigar os riscos de segurança de Web 2.0 nas empresas.Falta de Educação em Segurança Corporativa – Uma média de 20% dos entrevistados acredita que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as questões de segurança ao usarem redes sociais e aplicativos de internet em suas comunicações comerciais diárias.


A Maioria dos Problemas Comuns – Produtividade no local de trabalho, malware e perda de dados são os problemas mais preocupantes no uso de novos aplicativos de internet no local de trabalho.A pesquisa Web 2.0 Security in the Workplace foi realizada independentemente pelo Ponemon Institute em junho de 2010, pesquisando administradores de segurança de IT nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Japão e Austrália.

A amostragem da pesquisa representa uma grande gama de organizações com variação de porte — de pequenos e médios negócios a grandes corporações — e em doze diferentes setores, incluindo o financeiro, industrial governamental, varejo, assistência médica e educação.
http://www.convergenciadigital.com/

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O uso das redes sociais no mercado de trabalho


O uso das mídias sociais no mercado de trabalho

Tecnologia124 views
Uma pesquisa realizada, recentemente, pela Nielsen revelou que 86% dos brasileiros que usam internet navegam em blogs e redes sociais. Um bom exemplo é o crescimento do Twitter, que de 2008 pra cá aumentou 900%, alcançando mais de 55 milhões de usuários.

O fato é que ter um perfil no Twitter, Facebook ou LinkedIn deixou de ser coisa de adolescente e conquistou um novo público. Hoje, jornalistas, empresários, candidatos, empresas usam essas ferramentas como meio de ver e ser visto, é o famoso Networking.


O networking nada mais é do que conhecer pessoas com interesses em comum e estabelecer uma rede de relacionamento, onde é possível manter contato, por exemplo, com profissionais da mesma área que a sua e até mesmo com o RH de uma empresa em que você deseja trabalhar.

Sites e blogs como estes, permitem que o usuário divulgue seu portfólio, mostre seus trabalhos a uma rede infinita de pessoas, fale de seus talentos e conhecimentos e conheça pessoas com objetivos pares e principalmente pessoas que possam auxiliar em sua carreira.

Estatísticas recentes comprovam que, em média, 70% dos profissionais encontraram seu último emprego, trabalhando sua rede de contatos on line.

O Headhunter e Executive Coach, Ricardo Porto afirma que hoje, com as mídias sociais, fazer networking tornou-se uma atividade incrivelmente veloz, com a possibilidade de atingir um número infinitamente maior de pessoas, e permitir que o candidato apresente seu currículo e habilidades profissionais às pessoas em geral e para possíveis recrutadores na área de Recursos Humanos

Porto destaca que é cada vez maior o uso das chamadas redes sociais pelas empresas, seja para conhecer o perfil dos candidatos em potencial, seja para divulgar as oportunidades em aberto, ampliando, assim, o universo de prospecção, antes limitado ao próprio site corporativo, ao “boca a boca” e às empresas de consultoria especializadas.

Ricardo Porto alerta também para o risco representado pelo uso inadequado das mídias sociais, “é absolutamente indispensável agir com ética, educação e bom senso, se fazendo lembrar, mas sem ser insistente e muito menos chato! Este pode ser o segredo de se dar bem nas mídias sociais e conseguir seu emprego.” A exposição exagerada, seja por afirmações e opiniões polêmicas e pré-conceituosas ao invés de ajudar no networking, acaba “queimando” o profissional. Ricardo Porto sinaliza com algumas dicas, “evite participar de comunidades tais como: “Eu odeio meu chefe”, “Eu odeio minha empresa”, “Eu odeio acordar cedo”, pois elas podem ter um efeito contrário ao que você espera. E muito menos, postar fotos e vídeos, com conotação sexual ou que denotem vulgaridade.”