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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Mídias sociais não substituem sites corporativos



Com a ascensão das mídias sociais, muitas empresas estão deixando de atualizar e até mesmo de possuir sites corporativos. Essa nova tendência que desponta para o início de 2011, ocorre pelo fato de que muitos gestores acreditam que as redes sociais já suprem em grande parte, suas necessidades na internet.
Entretanto, esse movimento pode ser bastante perigoso. Por mais que uma rede social ajude na divulgação de uma empresa e de seus serviços/produtos, elas ainda não comportam todas as necessidades de uma marca. Isso quer dizer que ainda se faz necessário às empresas, ter um site corporativo que reflita fielmente a imagem que elas desejam transparecer.
No que diz respeito a divulgações e relacionamentos, as mídias sociais se mostram muito eficientes. Elas propiciam um forte eco que geralmente resulta em retorno financeiro rápido. Porém, elas não são suficientes.
O site corporativo ocupa o lugar de fachada da empresa na internet. É o lugar onde o cliente pode visualizar - com detalhes - o que a empresa é capaz de fazer, o que já fez e o mais importante, sentir ou não confiança no que ela transmite.
Em uma analogia simples, as mídias sociais são como um outdoor interativo e o site corporativo como uma sede da empresa na web - talvez daí venha o termo “endereço eletrônico”. Cada um tem suas especificidades e merece cuidados, mas sem esquecer que ambos fazem parte de uma mesma coisa.
Nesse aspecto, temos as mídias sociais - chamativas e criativas - trabalhando com o portal corporativo - que deve estar limpo, organizado e sempre atualizado. Em resumo, elas são como uma via de mão dupla enquanto o site é de mão única.
Sendo assim, o mais correto é uma empresa usar as duas ferramentas em conjunto, pois desta forma estará aproveitando amplamente as vantagens que a internet pode oferecer para sua empresa. O mais importante é respeitar e aproveitar o que cada um tem de melhor para ser usado sempre em seu favor.
Por Esther Hinrichsen, técnica em informática e desenvolvedora web da dBrain

Fonte : Adnews.com.br

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

WEB 2.0 diminui o seu tamanho !


Em meados de 2004, a moda era ter um blog. Um ano antes existiam 3 milhões de blogs, mas isto era só o início. Três anos depois, em 2007, eram estimados em 70 milhões. Em 2008, o número de blogs abriu o ano em mais de 120 milhões, e surgiam cerca de 120 mil blogs por dia. Por modismo, idealismo, pura vontade ou crença em uma futura boa fonte de renda, o negócio era criar um blog. E, além de tudo, era um status de quem estava antenado na revolução trazida pela Web 2.0.

Blogosfera foi o nome criado para a imensa rede mundial de blogs. Os arquitetos da Web 2.0 concebiam que esta rede teria vida própria, capaz de construir a verdade absoluta a partir de algoritmos probabilísticos. Quando centenas de milhões de pessoas divulgavam torrentes de informações, falsas ou verdadeiras, a verdade e o senso comum surgiriam em meio aos grandes números.



Os blogs, acreditavam, substituiriam todas as mídias tradicionais (jornais, rádios e TVs), que estavam fadadas à extinção diante do meteoro gigantesco, chamado Internet, que se chocara no Planeta da Comunicação. Como os mamíferos há 65 milhões de anos, os blogs seriam a alternativa de evolução aos agonizantes dinossauros da mídia.

Mas, assim como a natureza do nosso planeta, a natureza da internet também tem sua face treteira. E a suprema ironia é que a blogosfera, que crescera à velocidade de um brontossauro, está sendo extinta antes de tomar conhecimento de que ela própria havia envelhecido. E uma das causas de seu extermínio foi, a exemplo dos dinossauros, o seu próprio tamanho.

Desde 2008, o ritmo de crescimento dos blogs estagnou, fato que se repetiu em 2009. Mas o principal sintoma de que as células (os blogs) da blogosfera estavam morrendo veio em um relatório do Technorati (motor de busca de blogs), divulgado no ano passado. Mostrava que dos 133 milhões de blogs acessados pelo sistema de busca, apenas 7,4 milhões haviam sido atualizados nos últimos 120 dias. Ou seja, 95% deles não eram atualizados há mais de três meses.

Os dados mostraram que o gigantesco número de blogs era uma obra de ficção. A diferença, que poucos haviam percebido, é que os blogs não são como mamíferos ou dinossauros, cuja extinção é percebida de relance. Eles lembram aqueles filmes de mortos-vivos. Continuam como fantasmas na rede, assombrando os mecanismos de buscas com postagens velhas e informações desatualizadas.

Hoje, a maioria absoluta dos blogs só existe como assombração. Não são mais sequer atualizados. São como lixo espacial que se espalha pelo universo da Web 2.0. Se compararmos a Web com um sistema hidráulico, como fez o jornalista Gavin O' Reilly, podemos dizer que os blogs falecidos - e mesmo muitos dos blogs vivos - passaram a funcionar como obstruções no encanamento por onde fluem as informações.

Porém, há algo ainda mais inusitado: é que talvez a origem do problema esteja no próprio encanamento. Na própria rede. Na arquitetura do sistema. Neste caso, não seria a morte da blogosfera que estaria afetando a rede. A própria rede estaria morrendo e levando com ela milhões de blogs e de outras de suas criações.

A agonia da Web 2.0

A geração nativa da internet está trocando a web pelos aplicativos e a cultura do grátis e demorado pela do rápido e barato

Na edição deste mês, a revista americana Wired (referência em previsões sobre o futuro digital) tocou na ferida, em artigo do editor-chefe Chris Anderson. Título da reportagem de capa:

- A Web 2.0 está morta. Vida longa à internet.

A internet, como Saturno, estaria devorando seus próprios filhos. Entre eles, não apenas a blogosfera, mas a própria web 2.0.

Aliás, é comum confundir Web com internet, na medida em que a primeira ocupou quase que totalmente o mundo virtual. Mas a internet é maior do que a Web 2.0 e, hoje, se desloca em direção aos chamados "aplicativos". Como diz Anderson na Wired:

- "Internet" é um grande recipiente. "Web" seria uma pequena parte que está dentro deste recipiente. É comum misturar os conceitos de net e web, mas são coisas distintas. É como se net fosse o restaurante e web fosse o prato mais popular do menu.

Anderson destaca que este restaurante chamado internet vai deixar de servir sua refeição mais famosa - a Web - na medida em que as pessoas estão dedicando cada vez mais tempo ao uso de aplicativos como o Facebook, Twitter e iTunes, por exemplo, do que propriamente navegando na Web com o auxílio de navegadores.

Além disso, nos aparelhos móveis (telefones celulares e equipamentos portáteis, como o recém-lançado iPad) as mídias sociais podem ser acessadas diretamente por aplicativos. Para Anderson, isso significaria a morte da Web como caminho principal para o consumo e a distribuição da informação.

Há, talvez, certo exagero nas profecias da Wired. Mas o fato é que as tecnologias móveis já suplantaram, nos EUA, os computadores fixos no acesso à internet. E quem tende a reinar nos acessórios portáteis são, de fato, os aplicativos, e não mais a Web.

Os aplicativos permitem recursos gráficos e de interação muito superiores aos da Web 2.0. Empresas de comunicação, assim como as indústrias de cinema e fonográfica, estão migrando para os aplicativos.

- Embora nós amemos o ambiente aberto e sem restrições da Web, estamos abandonando-o por serviços mais simples e elegantes que simplesmente funcionam - diz a Wired.

Os aplicativos, além disso, são como uma casa fechada em que até mecanismos de busca, como o Google, só entram com permissão do dono, como diz o artigo de Anderson: "É um mundo onde o Google não pode dominar, onde o HTML não manda".

A indústria fonográfica, por exemplo, descobriu que tem muito mais gente do que ela própria imaginara disposta a pagar um dólar por uma música de alta qualidade em um aplicativo iTunes, existente no iPhone, no iPod ou no iPad. A geração nativa da internet estaria trocando a cultura do grátis e demorado (buscar e compartilhar uma música na web) pela cultura do rápido e barato (baixar uma música no iTunes).

Caso esta tendência se confirme, pode representar, de fato, a estocada final no coração do império da Web 2.0.

Os equívocos da revolução

A rede se tornou um mar de plágios, com blogs copiando blogs e outros blogs sendo criados para copiar os blogs que copiaram blogs

A Web 2.0 foi uma grande revolução, mas sua arquitetura básica tem se mostrado um equívoco revolucionário, com sua cultura de que a produção intelectual não tem valor (a cultura do "tudo é grátis") e de que se pode medir credibilidade apenas por pageviews (páginas vistas).

Imaginava-se que a Web 2.0 seria o marco de novos grandes poetas e escritores, já que todos poderiam ter espaço para apresentar seus textos em blogs. O resultado é que o pouco que havia de bom se perdeu em uma imensidão de lixo que se espalhou pela rede. Quantos novos escritores ou poetas surgiram na web em todo este tempo?

Imaginava-se que a mesma Web seria o palco de acesso de novos músicos, cantores e bandas de garagem. Jaron Lanier, considerado o "pai" da realidade virtual, se surpreendeu quando, ao realizar uma pesquisa, não conseguiu chegar a cem o número de talentos musicais surgidos nos EUA através da Web.

A Web 2.0 não foi palco de muitos lançamentos de novos músicos e, ao mesmo tempo, podou os ganhos dos músicos existentes com sua política aberta de não reconhecimento do direito autoral. Fez o mesmo com poetas e escritores, que agora buscam a preservação dos direitos de suas obras em aplicativos de acessórios como o Kindle, na Amazon, e o iPad, da Apple.

O chamado modelo financeiro de "cauda longa" (de que seria possível fazer dinheiro na internet com a informação disseminada por milhões de fontes) foi apropriado pelos primeiros mais espertos. Mas nada parecido com o que ocorreu com o Google no setor de publicidade.

O Google dominou a publicidade mundial na Web. Com seu sistema de robôs em busca de uma palavra-chave para publicar o anúncio em sites, o conteúdo perdeu relevância. Citando o caso da blogosfera, não importa se a informação de um blog é confiável ou não, o anúncio está lá. Não importa se um blog morreu: o robô do Google, como um servo de Hades, vai encontrar a assombração do blog vagando no mundo subterrâneo da rede e tatuá-la com seu anúncio, pois credibilidade não vai afetar o valor unitário da publicidade.

Neste universo de assombrações virtuais, produção intelectual sem valor e direito autoral eliminado, a web se tornou um mar de plágios. São blogs copiando blogs, e outros blogs sendo criados para copiar os blogs que copiaram blogs - um círculo de plágio sempre em busca de um clique que renderia cinco centavos e que matou a originalidade que existia na blogosfera quando do seu nascimento. Produzir algo autêntico vale tanto quando apertar as teclas de "copiar e colar".

Enfim, o modelo atual da rede está se esgotando. Pode não morrer, contrariando a profecia da Wired, mas deixou de ser considerada a pedra filosofal, seja no sentido econômico (a prosperidade terminou nas mãos de poucos) quanto da sua própria arquitetura (que criou uma lixeira virtual). Vai continuar existindo, mas não reinando como absolutista.

A Web 2.0 foi uma grande experiência que, especialmente no seu início, ampliou idéias, mudou conceitos, horizontalizou as informações, transformou leitores em parte do processo de comunicação e criou novas experiências. As marcas desta revolução tendem a acompanhar definitivamente a cultura da sociedade moderna. Mas revoluções não duram para sempre. A exemplo dos estados-nações pós-revolucionários, a internet está evoluindo e amadurecendo para corrigir seus erros e seguir em frente.

Chris Anderson, parafraseando os ingleses quando da morte de um rei e a ascensão do herdeiro, desejou "vida longa à internet".

Mas, talvez, se encaixe melhor a saudação dos vulcanos na série "Jornada nas Estrelas":

- Vida longa e prosperidade.

sábado, 14 de agosto de 2010

Redes Sociais diminuem segurança das empresas !


Levantamento apura que até 82% dos administradores de segurança de TI pesquisados acreditam que as redes sociais, aplicativos de internet e widgets baixaram significativamente a postura de segurança de suas organizações.

Os entrevistados citaram vírus, malware e perda de dados como as principais preocupações da Web 2.0, com até 77% das empresas planejando implementar uma solução que trate de tais vulnerabilidades dentro dos próximos cinco anos. O estudo foi conduzido pela Check Point e pelo Ponemon Institute.

Na pesquisa, que ouviu mais de 2.100 administradores de segurança de TI em vários países ao redor do mundo, a maioria dos entrevistados acredita que os funcionários são essenciais para ajudar as empresas na mitigação dos riscos de segurança associados a aplicativos emergentes de internet nas empresas.

Todavia, os administradores de TI acreditam que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as ameaças de segurança corporativa em suas comunicações comerciais diárias — ao baixarem aplicativos de internet, navegarem na Web, abrirem links, assistirem a streaming de vídeos, utilizarem sites de compartilhamento de arquivos peer-to-peer (P2P) e participarem de redes sociais.

Como resultado, educação e conscientização são necessárias para ajudar os usuários finais a perceberem seu importante papel em manter o perfil de segurança da organização.

“Nossa pesquisa revelou que a segurança pode ser vista como uma consideração tardia para os usuários corporativos de aplicativos Web 2.0. O número crescente e a sofisticação das ameaças de segurança, associados à proliferação de ferramentas online que são facilmente baixadas da internet, estão exacerbando os desafios da proteção de informações privilegiadas”, disse Dr. Larry Ponemon, presidente do conselho e fundador do Ponemon Institute.

“Está claro que os administradores de segurança de TI estão preocupados com o impacto dos aplicativos de Web 2.0 em suas empresas, mas também precisam de melhores ferramentas para entender quais aplicativos os funcionários estão usando para fins comerciais”, disse Juliette Sultan, chefe de marketing global da Check Point Software Technologies. O estudo também detectou que:

Senso de Urgência – Quase 50% dos entrevistados colocam um alto senso de urgência em minimizar os riscos de segurança associados a aplicativos de internet e widgets.

ecessidade de Maior Prestação de Contas dos Usuários – A maioria dos entrevistados acredita que os funcionários devem ser mais responsabilizados por mitigar os riscos de segurança de Web 2.0 nas empresas.

Falta de Educação em Segurança Corporativa – Uma média de 20% dos entrevistados acredita que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as questões de segurança ao usarem redes sociais e aplicativos de internet em suas comunicações comerciais diárias.

A Maioria dos Problemas Comuns – Produtividade no local de trabalho, malware e perda de dados são os problemas mais preocupantes no uso de novos aplicativos de internet no local de trabalho.

A pesquisa Web 2.0 Security in the Workplace foi realizada independentemente pelo Ponemon Institute em junho de 2010, pesquisando administradores de segurança de IT nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Japão e Austrália.

A amostragem da pesquisa representa uma grande gama de organizações com variação de porte — de pequenos e médios negócios a grandes corporações — e em doze diferentes setores, incluindo o financeiro, industrial governamental, varejo, assistência médica e educação.
fonte: www.convergenciadigital.uool.com.br

domingo, 13 de junho de 2010

" Coroas " com presença firme nas redes sociais


As redes sociais não são uma exclusividade das pessoas com menos de 40 anos. Mais de 25% dos norte-americanos com 50 anos ou mais se mantêm conectados a sites como Facebook, Twitter e MySpace, de acordo com uma pesquisa. E mais de metade dos adultos com idade entre 50 e 64 anos se declaram bons conhecedores da internet.

"Os dados mais recentes nos dizem que as redes sociais estão se tornando cada vez mais uma parte da vida cotidiana, para os norte-americanos com 50 anos ou mais, e especialmente para a geração do baby boom (os nascidos entre 1946 e 1964)," disse Kevin Donnellan, vice-presidente de comunicação da AARP, responsável pela pesquisa.

A poderosa organização de aposentados norte-americanos afirmou que o Facebook é, por larga margem, o mais popular entre os sites de redes sociais, seguido por MySpace, LinkedIn e Twitter.

Eles usam a internet para acompanhar o mundo e também as pessoas que lhes são importantes"Autora do estudoCerca de um quarto dos norte-americanos mais velhos participam do Facebook, sendo que 73% deles dizem usar o serviço para se manter em contato com parentes, mas não apenas com filhos e netos.

"Eles usam a internet para acompanhar o mundo e também as pessoas que lhes são importantes," disse Jean Koppen, autora do estudo.

Ela acrescentou que os adultos mais velhos estão no Facebook para se manter conectados não apenas com suas famílias, mas com seus amigos e colegas.

Cerca de 50% dos adultos mais velhos foram apresentados aos sites de redes sociais por um membro da família, em geral, um filho ou neto. "Pouco menos de um quinto dos adultos com 50 anos ou mais dizem não usar a internet," afirma o relatório.

As constatações se baseiam em uma pesquisa por telefone com 1.863 adultos. Além de manter contato via Facebook e Twitter, os adultos mais velhos também estão cientes das mais recentes tecnologias.

Do total de entrevistados, 83% ouviram falar e 11% planejam comprar o iPad, principalmente para navegar na web, ler notícias, revistas e livros, trocar fotos e assistir a filmes e programas de TV.

Em relação à popularidade da Internet na geração com idade superior a 50 anos, revistas e jornais em papel continuam a ser sua fonte preferencial de notícias. Apenas 1 por cento deles disse acompanhar blogs.
G1.com.br :fonte

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Cobrar ou nao Cobrar conteúdos


New York Times continuará disponibilizando conteúdo gratuito em redes sociais
Redação Portal IMPRENSA

Enquanto publicações norte-americanas anunciam a cobrança do acesso a suas páginas na web, o jornal The New York Times afirmou que continuará disponibilizando conteúdo em seus perfis nas mídias sociais, como Twitter e Facebook, a partir de 2011.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o jornal manterá determinada quantidade de páginas com acesso gratuito em seu site, e manterá link aberto com as redes sociais. O Financial Times já utiliza modelo que limita a visualização de conteúdo a dez páginas gratuitas por mês.

O jornal britânico The Times foi um dos que divulgaram a intenção de fechar todo o seu conteúdo online e impedir que links de seus textos sejam acessados e postados nas redes sociais.

Ao ser perguntado sobre a possibilidade de os internautas limparem os registros dos sites visitados para não ter que pagar o acesso, presidente do grupo de mídia do jornal, Arthur Sulzberger, declarou: "Sempre existiram e vão existir maneiras de não pagar por um jornal. Você pode roubar hoje um exemplar da banca, se quiser."

Em janeiro de 2010, o The New York Times havia anunciado que cobraria pela visualização de conteúdo na web a partir de 2011.
fonte : Portal da imprensa

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O mapa do Facebook