sexta-feira, 30 de abril de 2010

Mídias Sociais estão na moda ou ficam para valer ?

Redes Sociais vão lançar livro " O Aleph" de Paulo Coelho


As redes sociais Twitter e Facebook vão servir de base de lançamento para O Aleph, novo romance de Paulo Coelho. O escritor, que estima em 1,2 milhão o número de amigos e seguidores nesses sites, pediu em seu blog que aqueles que o acompanham na internet deem sugestões para a divulgação do livro. Coelho não quer fazer conferências nem tardes de autógrafo.

"Em agosto deste ano estarei lançando meu novo livro, O Aleph. Não foi um livro fácil de escrever, porque trata de uma de minhas vidas passadas, e isso trouxe a tona uma série de confitos interiores", escreveu o brasileiro em seu blog, nesta sexta-feira. De acordo com Coelho, apenas 30% dos usuários que o seguem online são brasileiros.

"No lançamento de um novo livro sempre dou uma série de entrevistas. (...) Isso é absolutamente correto do ponto de vista da imprensa. Entretanto, quase nunca falo sobre o tema do livro. O livro é sempre mais muito mais importante que seu autor. E não sei exatamente como discutir isso diretamente com o leitor", continuou o escritor. "Portanto, conto com voces para me sugerirem como falar do livro nas minhas duas comunidades sociais (Twitter e Facebook). Estas comunidades me permitem um contato ÚNICO com o leitor."
revistaveja.abril.com

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Redes Sociais e seus números no Brasil.


Em um ano o número de visitas ao Facebook cresceu 804%, empurrando o site da 16ª para a 4ª posição no ranking das redes sociais mais visitadas. Atrás, em 5º lugar está o Twitter, que com um avanço de 768% no número de visitações sai do 18º lugar. Os dados são do estudo da Serasa Experian Hitwise, empresa que fornece informações sobre a interação de 100 mil pessoas em mais de 150 mil websites no Brasil.
Os dados, apontados no estudo na categoria Redes Sociais e Fóruns, mostram que o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante a maior parte de 2009. O Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente desde então.
O líder na categoria “Redes Sociais e Fóruns” é o Orkut, com mais da metade (62,14%) de todo o share de visitas, contra 2,35% do Facebook e 1,91% do Twitter. Quem mais se aproxima do Orkut na categoria é o YouTube, site de compartilhamento de vídeos, com 17,23% do total de visitas.


Brasil — Na internet em geral, a categoria de sites de “Redes Sociais e Fóruns” ocupa a segunda colocação, com 15,14% de todo o share de visitas, atrás apenas dos “Mecanismos de Buscas” que contaram com 20,77%. Em seguida estão as categorias “Portais” (7,34%), “Serviços de Email” (5,77%), “Multimídia” (3,71%), “Games” (3,43%), “Televisão” (2,24%), “Software” (1,56%), “Imagens e Clip-Art” (1,44%) e “Bancos e Instituições Financeiras” (1,23%).
Ao considerar o tempo médio de visita, a categoria de “Redes Sociais e Fóruns” é a primeira colocada de toda a Internet brasileira, superando os sites de busca. Foram 22 minutos e 51 segundos registrados pelo Hitwise no início de abril. A categoria de “Mecanismos de Busca” ficou na 5ª posição, com 12 minutos e 30 segundos.
Destino — Sites que geram tráfego são as páginas nas quais os internautas estavam antes de acessar algum site de uma das categorias avaliadas pelo Hitwise. Os que mais geraram tráfego para a categoria “Redes Sociais e Fóruns” foram Google (39,05%), Google Brasil (21,23%), Orkut (6,78%), Windows Live Mail (4,08%) e Universo Online (1,81%). A predominância de sites de busca aqui revela o papel direcionador destas páginas em relação a outros sites.

Aonde vão internautas brasileiros
Serviços mais buscados
Mecanismos de busca 20,77%
Redes Sociais e Fóruns 15,14%
Portais 7,34%
Serviços de e-mail 5,77%
Multimídia 3,71%
Games 3,43%
Televisão 2,24%
Software 1,56%
Imagens e Clip-Art 1,44%
Bancos e instituições financeiras 1,23%

Portais mais visitados
Youtube 5,83%
Orkut 3,07%
Habbo 0,99%
You tube 0,92%
Orkut login 0,88%
Uol 0,76%
Bate papo 0,58%
Youtube vídeos 0,48%
Twitter 0,46%
Facebook 0,46%

fonte: bemparana.com.br

quarta-feira, 28 de abril de 2010

As Midias Sociais nas empresas no mundo

O uso das mídias sociais tem se tornado cada vez mais popular no Brasil. Desde o surgimento do Orkut até a atual febre do Twitter e do Facebook, pessoas de todas as idades utilizam essas ferramentas para os mais variados fins - de contatos profissionais a paquera, de divulgação de portfólio a bate-papos com os amigos. No trabalho, com o acesso à internet, o uso das mídias sociais para fins pessoais continua, e pode se tornar um fator de queda de produtividade. Mas, será que o caminho certo para os empregadores é simplesmente proibir a utilização desses meios durante o expediente?


Segundo pesquisa da Manpower, empresa de recursos humanos, as companhias brasileiras são as que mais têm políticas sobre o uso de mídias sociais no trabalho. De acordo com o estudo, 55% das empresas no Brasil têm alguma política nesse sentido, contra apenas 20% na média global. No País, a pesquisa mostra que o setor de finanças é o que mais controla os empregados (81%), seguido de transportes (65%) e administração pública e educação (58%).
Ao examinarmos os motivos que levam as instituições brasileiras a adotar a regulamentação, podemos notar que o foco está no gerenciamento de riscos, não na maneira como elas podem aproveitar as ferramentas em benefício dos empregados e do negócio. Tal abordagem das mídias sociais pode se mostrar equivocada. Uma política proibitiva ignora todo o potencial das ferramentas. É certo que o crescente uso dessas redes traz desafios para o gerenciamento de imagem das organizações, que provavelmente precisarão exercer algum controle, mas elas também apresentam uma nova gama de possibilidades para construir uma empresa vencedora. Proibir não é o melhor caminho, pois as redes sociais podem ser úteis em manter os colaboradores engajados, gerar acessos ou atender melhor aos clientes.
No mundo todo, o número de empresas que controlam as redes sociais é consideravelmente menor do que no Brasil. As Américas apresentam uma média de 29% de instituições que dizem controlar as redes sociais: no México, 29%, Canadá, Costa Rica e Guatemala, 27%, Argentina e Peru, 26%, Colômbia, 25%, e Estados Unidos, 24%.
Na Ásia e no Pacífico, a média de empresas com políticas de comando fica em 25%: China, 33%, Nova Zelândia, 32%, Austrália, 31%, Hong Kong, 27%, Japão, 25%, Taiwan, 23%, Cingapura, 14%, e Índia, 11%.
Europa e África apresentaram a menor média de controle, apenas 11%. Na Polônia, apenas 1% das empresas tem políticas nesse sentido, na França, 2%, Áustria e República Tcheca, 4%, Alemanha e Suíça, 6%, Bélgica, Romênia e Suécia, 7%, Grécia, Itália e Espanha, 10%, Hungria e Noruega, 11%, Holanda, 13%, Irlanda, 15%, Reino Unido, 22%, e África do Sul, 40%.
Mas a ausência de políticas para o uso das mídias sociais, como vemos em muitos países, se mostra bastante prejudicial às empresas. Esses meios de comunicação estão presentes na vida do trabalhador, e podemos dizer que é inútil simplesmente ignorá-los. Assim, é necessário criar maneiras de utilizar as ferramentas de modo inteligente e vantajoso, e não proibir ou ignorar o seu uso.

Uma dica importante para o uso produtivo das mídias sociais em empresas é que os colaboradores sejam desafiados a inovar. Eles devem ser incentivados a criar novas maneiras de usar as ferramentas para melhorar seu trabalho. É importante estar atento aos especialistas da equipe, deixando-os assumir a tarefa de lidar com as mídias.
Dessa maneira, as mídias sociais podem ser úteis na divulgação de novos produtos, em pesquisas de satisfação com clientes e para passar dicas de utilização de serviços, entre outras inúmeras funções.

A base de qualquer rede social saudável é o comprometimento dos usuários. Assim, os empregados devem ajudar o desenvolvimento e implantação da rede, promovendo a confiança nos objetivos instituídos. Dessa maneira, se as empresas estiverem preparadas para adotar as mídias sociais - e não simplesmente proibi-las - pode haver benefícios consideráveis.
fonte DCI.com.br

sábado, 24 de abril de 2010

Facebook detem 41% de todas midias sociais nos EUA


Facebook detém 41% do tráfego das mídias sociais nos EUA, diz pesquisa

MySpace, Gmail e Twitter seguem atrás, segundo dados de março da comScore. Google segue na liderança entre os sites de busca com 65,1%.
Do G1, no Rio

O Facebook foi responsável por 41% de todo o volume de tráfego entre as mídias sociais nos EUA registrado em março, de acordo com dados da comScore revelados pelo “Mashable”.

Atrás da rede social número 1 do mundo ficaram o MySpace, com cerca de 24%, o Gmail (15%) e o Twitter (8%).

Há um ano, a posição era inversa, com o MySpace ocupando a liderança com 38%, sendo seguido pelo Facebook, com 33%, quando comparado o mesmo período de 2009.

Já quando o assunto é busca na internet, o Google segue na liderança, com 65,1% de todas as cerca de 15,4 bilhões de pesquisas feitas em março pelos norte-americanos. Apesar da liderança confortável, o número representa uma queda de 0,4% em relação a fevereiro. Em segundo lugar ficou o Yahoo! (16,9%), seguido pela Microsoft (11,7%), Ask Network (3,8%) e AOL (2,5%).

Ao considerar as buscas feitas em sites “não especializados”, o Facebook surpreendeu ao totalizar 647 milhões de buscas, o que representou um crescimento significativo em março de 48% em relação ao mês anterior. O número obtido dá ao Facebook 2,7% de todo o mercado de buscas no período, o que colocaria a popular rede social à frente da AOL.
Fonte G1/Globo

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Black Hat SEO


As práticas de otimização são excelentes e não causam mal algum ao seu site. Elas podem demorar algum tempo para ter resultado, mas no fim compensam o esforço.

Porém, existem técnicas não éticas que podem agilizar o resultado, melhorar incrivelmente o posicionamento do seu site ou aparecer em primeiro em diversas buscas por palavras-chave. É por isto que você deve conhecer estas técnicas, para evitá-las e não prejudicar o seu próprio site o ou seu cliente. Estas técnicas são conhecidas como Black Hat SEO. Seria como o spam é para o e-mail marketing.
Por isto, estas técnicas também são conhecidas como Search Spam. Existem empresas do mercado SEO que utilizam estas técnicas e pela falta de experiência no assunto, muitos clientes acabam nem tendo idéias de que seus sites estão empregando Black Hat SEO. Utilizar estas práticas pode ser tentador a primeira vista, mas se forem descobertas pelos sites de busca, podem ser punidas com perda de posicionamento ou até a exclusão do site dos resultados das buscas.

O caso mais famoso de Black Hat SEO descoberto foi o da BMW Alemã. Quando um site de busca visitava o site, ela exibia um conteúdo diferente do que era exibido para um visitante. O caso foi descoberto e o Google excluiu o site da BMW dos resultados de sua busca.

Para depois dizer que não sabia, vamos ver algumas destas técnicas. Estas informação são apenas de caráter informativo e em hipótese nenhuma devem ser empregadas.

Keyword Stuffing
Vimos que quanto mais uma palavra-chave aparece em um texto, maior a probabilidade dela ser retornada em um resultado de busca. Então para aumentar a quantidade de vezes que a palavra-chave aparece é utilizada a técnica de Keyword Stuffing onde a palavra-chave é inserida repetidas vezes no conteúdo da página como em meta tags, título da página ou no corpo do texto.

Muitas vezes as páginas que utilizam esta técnicas não são possíveis de serem entendidas, pois apenas agrupam uma grande quantidades de palavras não relacionadas que acabam não fazendo sentido para que as lê. Existem até programas que criam conteúdo para as páginas com a repetição de palavras-chave necessárias para um bom posicionamento. Como já comentado, não faça.

Texto invisível
Para aumentar a quantidade de palavras-chave ou para colocar palavras-chave populares que não tem haver com o texto, é utilizada a técnica de texto invisível ou do inglês: invisible text.
A técnica consiste em inserir um texto na mesma cor que o fundo da página. Por exemplo, se a página tem fundo branco, a cor do texto também é branca. Assim, usuários que visitam a página não conseguem visualizar este texto, porém, como os bots de busca são máquinas, eles apenas coletam o texto independente da cor e indexam este conteúdo.

Cloaking e Doorway page
São técnicas com a mesma finalidade, exibir conteúdo diferente para sites de busca do conteúdo para navegadores. A principal diferença, é que o cloaking checa o IP ou navegador do visitante enquanto o Doorway usa redirecionamento por meta, javascript ou até o clique do usuário.

Link Farms
Esta técnica é mais complexa. Nela vários sites são criados com links apontando uns para os outros ou para apenas uma página criando artificialmente popularidade para os envolvidos. A troca de links também não é bem vista.

Over-Submitting
A tentação de ter sua página em todas as ferramentas de busca do mundo é grande e para isto existem programas que inserem em poucos segundos um pedido de inserção do seu site. Tenha cuidado com estes serviços, pois o envio excessivo de pedidos para sites pode ser considerado como spam. Prefira sempre o cadastramento manual.

Bom, estas são algumas das estratégias. De qualquer maneira, sempre vale consultar as guidelines de cada site de busca.
fonte: marketingdebusca.com.br

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A Web 2.0

Web2.0 e nós

Evolução da WEB encerra algumas profissões


Especial IT Web 10 anos: evolução da Web 2.0 decreta fim de algumas profissões
por Tagil Oliveira Ramos especial para IT Web14/04/2010


Enquanto morrem funções, outras nascem, numa clara demonstração do estímulo de novas tarefas

Ao longo dos últimos dez anos, várias profissões surgiram para atender às demandas geradas pela internet. A de webdesign é uma delas. Mas, com a evolução tecnológica, a procura por esses profissionais pode até diminuir. A explicação é a seguinte: hoje, na Web 2.0, há centenas de ferramentas amigáveis para construir sites e páginas. Vive-se, então, um paradoxo: cada vez se precisa menos de um webdesigner para se estar presente na internet.

"As novas funções estão exigindo muito mais cérebro e criatividade das pessoas", explica Edson Carli, consultor em gestão de talentos e blogueiro do IT Web. Segundo ele, não é que o webdesigner vá desaparecer. Ele deverá ser útil em projetos mais elaborados, nos quais usará mais a cabeça do que os braços.

As profissões realmente estão mudando. Carli aponta para uma nova era em que "se pode construir a carreira que se quiser". Segundo ele, vive-se uma saudável volta aos projetos de garagem. Alguém trabalhando em casa pode ganhar um bom dinheiro desenvolvendo aplicativos para celulares ou ringtones, por exemplo.

Esta matéria faz parte de uma série especial de reportagens sobre o futuro da internet, em comemoração aos 10 anos do IT Web.

Muitos falam que a própria profissão de jornalista está ameaçada. Trata-se de uma inverdade. Sim, o chamado "colhedor" de notícias está com os dias contados. Qualquer pessoa hoje pode fazer isso. A pessoa que quiser continuar na profissão tem de fazer algo mais. "Além de só dar a notícia, o verdadeiro jornalista terá de comentar e analisar", coloca Carli.

As novas funções e profissões que estão surgindo têm algo em comum: exigem mais tutano e menos suor. Você já ouviu falar de um tal de "analista de buzz"? Pois bem, Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, empresa que atua na área de gestão do relacionamento em redes sociais, explica: "Trata-se de uma pessoa que coleta as informações do boca a boca das redes sociais consolidando as informações e processando-as de acordo com a visão da empresa-cliente". Na própria E.Life, já existe o analista de relacionamento. É quem faz a gestão de relacionamento em nome de uma determinada companhia dentro de uma mídia social.

De qualquer forma, o mercado de trabalho está ficando mais complexo, tanto para quem entra como para os próprios especialistas. Em estudo divulgado no começo do mês de abril, a pesquisadora Jean M. Twenge, da San Diego State University, demonstra a atual dificuldade para manter no emprego pessoas da chamada geração Y. A pesquisa, feita com 16.507 pessoas de várias faixas etárias (baby boomers, geração X e geração Y), mostra que muita coisa mudou.

A começar pelos valores. A importância do lazer cresceu de uma geração para outra, enquanto caiu a importância do trabalho centralizado. Valores extrínsecos, como status e dinheiro, subiram de prioridade na geração X, mas são ainda maiores entre os jovens de hoje.

Por incrível que pareça, ao contrário do que sugerem as comunidades digitais, os valores sociais (como a capacidade de fazer amigos) e valores intrínsecos (como um emprego interessante orientado para resultados) tiveram uma colocação menor entre os entrevistados da geração Y.

Leia mais:

Há dez anos, nascia o portal de notícias de tecnologia e telecomunicações IT Web. Para comemorar a data, diversas reportagens serão publicadas ao longo do mês de abril com objetivo de, mais que fazer uma retrospectiva, analisar as mudanças pelas quais o mundo e os negócios passaram, além de apontar tendências que podem trilhar a próxima década da internet. Acompanhe o especial!

Facebook se infiltra em outros sites


Facebook se infiltra em outros sites
Miguel Helft

Cerca de metade dos 400 milhões de usuários do Facebook verificam suas páginas diariamente, e com isso o serviço de redes sociais se estabeleceu como um dos sites mais visitados da web.

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Agora o Facebook está intensificando seus esforços para expandir seu império, e planeja transformar dezenas de sites em satélites nos quais os usuários poderão interagir com seus amigos de Facebook. Os detalhes dos planos do Facebook ¿ que envolvem uma variação do botão "share", já existente em muitos sites - devem ser apresentados na quarta-feira pelo presidente-executivo da empresa, Mark Zuckerberg, em uma conferência para programadores. Mas já antes que a empresa revele seus planos, a meta de se tornar uma força dominante em toda a web está enfrentando contestação.

Na segunda-feira, algumas empresas, entre as quais grandes rivais do Facebook como Google e MySpace, vão anunciar um novo padrão conjunto para compartilhamento de informações em sites, que permitirá interação não só com o Facebook mas com dezenas de outros serviços de redes sociais. A coalizão é liderada pela Meebo, uma empresa que oferece uma barra de ferramentas posicionada na porção inferior da tela de muitos sites e que permite aos visitantes compartilhar artigos, fotos e outras formas de conteúdo, em diversos serviços de redes sociais.

Enquanto isso, o Twitter planeja expandir sua presença na rede com o serviço @anywhere, que permitirá que as pessoas se conectem ao Twitter de outros sites.

Os projetos do Facebook e de seus rivais resultarão em batalha pelo controle das interações sociais na Internet. "Vai claramente haver um combate prolongado", disse Jeremiah Owyang, sócio do Altimeter Group, uma consultoria de estratégia digital.

Os analistas dizem que o desejo do Facebook de estender seus tentáculos a toda a web pode enfrentar obstáculos devido a questões de privacidade, já que isso requererá que a empresa forneça volume cada vez maior de informações pessoais sobre seus usuários a terceiros. "Eles terão conquistar a aprovação de mais consumidores antes de compartilhar esses dados", disse Augie Ray, analista da Forrester Research.

A abordagem do Facebook de certa maneira acompanha o modelo criado pelo Google uma década atrás. Depois de se estabelecer como recurso de buscas, o Google começou a licenciar o uso de sua caixa de busca a outros sites, por meio de parceiras e barras de ferramentas. À medida que o Facebook ganha importância cada vez maior como fonte de tráfego para outros sites, a rivalidade entre as duas empresas deve se intensificar.

O Facebook não quis comentar sobre o anúncio que fará. Mas pessoas conhecedoras dos planos da empresa dizem que ela introduzirá uma série de produtos e tecnologias que aprofundarão sua presença na web.

Por exemplo, o Facebook introduzirá um botão universal de "like" (gosto, em inglês), que os operadores de sites poderão oferecer em suas páginas. De forma parecida aos botões de "share" (compartilhar) do Facebook que já estão bem difundidos em muitos sites, o botão de "like" facilitará aos operadores de site oferecer experiências sociais, o que na prática permitirá que o usuário compartilhe do serviço em questão com seus amigos de Facebook.

Embora os botões de "share" permitam que o usuário do Facebook poste um link que seus amigos poderão ver em seu perfil do site, essa indicação é passageira. O botão de "like" permitirá que o Facebook mantenha um registro das recomendações do usuário, o que lhe fornecerá mais informações sobre suas preferências. O Facebook planeja compartilhar essas informações com operadoras de sites, de modo que um site de revista, por exemplo, possa exibir aos usuários todos os artigos de que seus amigos gostaram. Um site como o Yelp poderia mostrar resenhas de amigos do usuário, e não de desconhecidos.

O Facebook também está planejando oferecer uma barra de ferramentas para instalação na porção inferior das telas de um site. Ela expandirá o Facebook Connect, serviço introduzido em 2008 que permite que as pessoas usem sua identidade no Facebook para se conectar a diversos sites. A barra de ferramentas facilitará o uso pelos operadores de sites, e pode encorajar a adesão de usuários. Os engenheiros do Facebook ainda não concluíram o desenvolvimento do sistema, e não está claro que ele será lançado na conferência.

Mas essa barra de ferramenta vai trombar com os esforços do Meebo, cuja barra de ferramentas vem ganhando aceitação. Ela permite que usuários se conectem a sites usando identidades de diversas redes sociais, conversem com seus amigos nesses serviços e selecionem conteúdo em um site, por exemplo uma foto, para mostrar aos amigos. A nova aliança estabelecerá padrões que permitirão que o Meebo e serviços semelhantes saibam facilmente a que redes os usuários pertencem, e que lhes ofereçam a opção de logar com sua identidade nessas redes.

"Saberemos que redes e botões apresentar", diz Seth Sternberg, presidente-executivo da Meebo. A empresa e seus aliados, entre os quais Microsoft e Yahoo, planejam transferir a tecnologia a uma organização sem fins lucrativos que supervisionaria seu desenvolvimento.

Chris Messina, advogado da web aberta e executivo do Google, disse que o Twitter e o Facebook lideram entre os sites sociais. Mas acrescentou: "é cedo demais para escrever o último capítulo em termos de identidade digital".
Tecnologia .Terra

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Negocios em 140 toques


Negócios em 140 toques
Empresas usam Twitter e outras redes sociais para vender, comprar, divulgar produtos e falar com seus clientes
ALEXANDRE ORRICODA

Um ano se passou desde quando a padaria britânica AlbionCafe (twitter.com/AlbionsOven) começou a usar o Twitter para avisar seus seguidores quando uma nova fornada de pães quentinhos ficava pronta. De lá para cá, cada vez mais marcas ingressam no Twitter, em busca de uma fatia maior do mercado e aumento dos lucros.As grandes empresas americanas parecem ter abraçado de vez as mídias sociais. Estudo realizado em fevereiro pela Society for New Communications Research mostrou que mais de um terço das 500 maiores companhias americanas listadas pela "Fortune" usam o Twitter de forma recorrente. Entre as cem primeiras do ranking, o índice chega a 50%.No Brasil, a presença de uma empresa no Twitter pode dobrar a quantidade de mensagens geradas sobre a marca no microblog, segundo pesquisa realizada pelo iDigo (Núcleo de Inteligência Digital). Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter e postam, em média, cinco mensagens por dia.Publicitários entrevistados pela Folha são unânimes: o Twitter é uma ferramenta poderosa e fundamental para a marca de quem anuncia. O alto poder de propagação e o tamanho de sua audiência no Brasil -o Twitter é a segunda maior rede social do país, com 8,8 milhões de usuários- são alguns dos fatores citados.Algumas empresas entenderam o funcionamento das mídias sociais e, apesar de grande parte dos perfis corporativos usar o microblog para promoções ou divulgação de produtos e serviços, já há perfis empresariais criativos.Embora o Twitter seja o nome do momento, as empresas têm outras opções para se fazer presentes no mundo virtual. O Orkut, maior rede social do país, concentra um grande número de perfis empresariais -apesar de não chamarem tanto a atenção quanto no Twitter.GurusCom a popularização do uso da ferramenta por empresas, nasceu uma indústria própria de gurus digitais, que escrevem livros e sites com dicas e prometem apontar caminhos para quem quer ter sucesso nos negócios usando o Twitter.Confira, nesta edição, uma entrevista com Sarah Milstein, coautora do livro "Desvendando o Twitter", um dos primeiros livros sobre o serviço de microblog.No Brasil, instituições conhecidas do país que focam no mundo dos negócios já têm cursos de mídias sociais nos quais o Twitter é destacado.

folha.uol.com.br

Tudo o que voce pensa que sabe sobre política...e porque voce está errado



Everything You Think You Know About Politics... And Why You're Wrong (Kathleen Jamieson).

1. Em 2000, foi publicado mais esse livro de Kathleen Jamieson (KJ). KJ é dos mais importantes autores, pesquisadores e analistas do processo de comunicação política nos EUA. Nesse livro, ela realiza, a partir da Universidade da Pensilvânia, uma ampla pesquisa, usando cinco mil pesquisadores, levantando detalhadamente e analisando as campanhas presidenciais desde Kennedy a Clinton e todas as formas de comunicação dos candidatos. Isso gerou uma tabulação sobre o que era mais e menos eficiente na comunicação dos candidatos a presidente dos EUA. Analisou, simultaneamente, o tipo de cobertura das campanhas por parte dos meios de comunicação.

2. Em resumo, KJ conclui que os comerciais na TV mais eficientes e que geram maior adesão e memória são os comerciais de "contraste", onde um candidato, ao dizer que pensa assim sobre algo, diz que o adversário pensa o contrário. Depois os comerciais negativos, onde se ataca o adversário. KJ diz que o comercial negativo gera uma reação no momento em que é visto, mas isso passa e a memória fica. Finalmente, o que chama de comercial defensivo, ou seja, quando um político fala do que fez, exalta o que fez. KJ diz que esses são de longe os comerciais menos eficientes, seja pelo impacto, seja pela memória.

3. KJ analisa a cobertura das campanhas pelos meios de comunicação. Conclui que os meios de comunicação reclamam antes e durante as campanhas que os candidatos não são programáticos, não expõem claramente suas ideias sobre os problemas do país e sobre o que pretendem fazer. Mas as coberturas das campanhas não tratam nem destacam isso que criticam. A cobertura é sempre das estratégias de campanha.

4. Quando sai uma pesquisa, analisam o que os candidatos devem mudar e por que obtiveram esses resultados. Escolhem fotos de tristeza e alegria. As matérias são sempre de erros e acertos em campanha, expressões usadas, escorregões, caras, bocas, roupas, fotos, companhias... E são esses pontos que ocupam grande parte dos espaços e do tempo na imprensa.

5. Agora em 2010, esse início de campanha presidencial no Brasil só confirma as conclusões de KJ. As candidaturas procuram o contraste como prioridade de comunicação. Serra: currículo comparado. Dilma: comparação de governos Lula x FHC. Essa insistência aponta para o uso dos comerciais de contraste quando a TV estiver aberta, para os comerciais partidários e depois eleitorais.

6. Igualmente a imprensa, que destaca uma brincadeira que Dilma fez em Minas com a combinação de seu nome com um da oposição, uma declaração infeliz em relação aos exilados políticos, o atropelo a legislação eleitoral..., e por parte de Serra, suas inaugurações incompletas, as razões da aproximação de Dilma em pesquisas, a escolha de seu vice...

7. Garante KJ que será assim por toda a campanha: a imprensa pede programas de governo em seus editoriais e análises, mas cobre mesmo é estratégia em seu noticiário.

saído do blog do Cesar Maia

terça-feira, 13 de abril de 2010

Para Futurólogos, Redes Sociais terão mais receitas do que as mídias tradicionais


Para futurólogo, redes sociais terão mais receita que "velha mídia" MARINA LANGda Folha Online As mídias sociais, como Twitter e Orkut, deverão crescer mais em receita que os meios de comunicação tradicionais, como a TV e o rádio, diz o pensador alemão Gerd Leonhard, considerado pelo "Wall Street Journal" como um dos mais importantes futurólogos do mundo. Gerd Leonard, futurólogo alemão que vem ao Brasil falar de negócios e mídias sociais, aposta em integração de mídias Segundo ele, as mídias sociais também alteram o molde original da publicidade: em vez de anúncios estáticos, o conteúdo de games, aplicativos e widgets dá o tema para as propagandas bem-sucedidas. Autor de "Friction is Fiction: The Future of Content, Media & Business" (2009), "Music 2.0" (2008), "The End of Control" (2008) e "The Future of Music" (2005), Leonhard está hoje em São Paulo, onde participa de uma conferência para convidados. Ele também será entrevistado pelo programa "Roda Viva", da TV Cultura. Na semana passada, Leonhard, 49, deu entrevista por e-mail à Folha Online, e falou sobre mídia, internet, consumo, pirataria e direitos autorais. Confira a entrevista na íntegra.

*Folha Online - Qual é o papel das mídias sociais (como o Twitter e o Facebook) hoje?

Gerd Leonhard - Twitter, Facebook e Google Buzz são um pouco como redes sociais de notícias. São mais descentralizados e fazem uma companhia perfeita para a mídia tradicional. A TV e o rádio têm largo alcance, mas eles deverão ter que lidar com uma fragmentação completa da sua audiência, e eles realmente terão que abraçar a mídia social (e a troca de ideias que ocorre ali) ou deixarão de ser importantes, cedo ou tarde. Todo o crescimento será na mídia social, móvel, em tempo real e de vídeo, não na TV e no rádio; meu prognóstico é um aumento em 50% na receita nesta direção. Levou muito tempo, mas quando isso acontecer (entre 18 e 24 meses) será muito maior do que qualquer coisa que nós antecipamos. Para negócios, a mídia social é simplesmente uma gestão de relacionamento com o cliente, isto é, a maioria do marketing, das relações públicas e das operações tradicionais desse serviço vão ser substituídas pelas mídias sociais. Marcas vão conversar com seus consumidores via Twitter, Facebook, Buzz ou Orkut. No lugar da comunicação em massa cara, regada por campanhas, a maioria das empresas vai mudar para o marketing de engajamento, atraindo pessoas com valores vigentes, e a mídia social é perfeita para esse tipo de ação!


Folha - Como as mídias sociais influenciam na mudança de conteúdo das mídias tradicionais?


Leonhard - O fato de estarmos conectados agora e de que nós podemos falar uns com os outros, compartilhar facilmente conteúdo (imagens, relatos, música, links), traz grandes mudanças para as indústrias de mídia em todo o mundo. Esta mudança é quase tão grande quanto a mudança que aconteceu com a invenção da mídia gravada, rádio ou TV. Consumidores conectados são inerentemente diferentes, mais fragmentados, menos fáceis de agradar, mais exigentes, mais obcecados com seu próprio controle, e têm muito mais poder. Mídias tradicionais devem perceber que este poder está se deslocando para os usuários --antes conhecidos como consumidores-- e qualquer um que se recuse a ver este novo paradigma será considerado inútil (veja o caso das grandes gravadoras). Dito isso, as mídias de massa vão continuar a ser importantes em conjunto com as mídias sociais --um alimenta o outro; mas os dias de "controle de audiência" estão acabados. Agora, é sobre confiança e compromisso; e sobre converter a atenção em receitas reais.


Folha - Como você enxerga a coexistência entre as mídias sociais e as mídias tradicionais no futuro?


Leonhard - Como TV e internet: convergência completa. A diferença está apenas nas nossas mentalidades:já não somos (apenas) diretores: nós somos conectores. O futuro pertence àqueles que podem se envolver, criar poderosas histórias cross-media [marketing em todas as plataformas, on-line ou não], e jogar com a audiência.


Folha - O que muda na publicidade e no marketing com as mídias sociais?


Leonhard - Tudo, na verdade. Alguns argumentariam que nós precisamos apenas de publicidade tradicional porque não havia internet, porque não estávamos conectados --e há um pouco de verdade nisso. Consumidores conectados são relutantes a interrupções e têm valores incompatíveis com isso, e vão ignorar tudo que seja desta natureza. É por isso que propagandas baseadas no CPM [custo por mil, forma de cálculo das mídias tradicionais] na internet nunca vão funcionar da mesma forma que nas propagandas de televisão. Joel Silva -20.ago.09/Folha Imagem Conexão e compartilhamento de conteúdo (imagens, relatos, música, links) traz grandes mudanças para as indústrias de mídiaA publicidade deve se tornar conteúdo, a fim de ser realmente ser bem-sucedida na internet. Por exemplo plicativos para telefones móveis, widgets, games, etc. Algumas vezes, chamo isso de ContVertising [neologismo que funde as palavras "conteúdo" e "publicidade", em inglês]. Esta mudança está acontecendo agora, guiada pela explosão da internet móvel, e pela mídia social e em tempo real, como Twitter e Google Buzz. A publicidade e o marketing estão sendo reinventados tanto quanto eu escrevo isso.


Folha - Desde a sua primeira obra, lançada em 2005, até então, quais foram as principais mudanças no consumo de informação (música, leitura, mídia) que você constatou? Quais as perspectivas para o futuro disso?


Leonhard - A maior mudança já não é realmente sobre informação --o que foi ótimo ter, há dez anos. Não se trata de música, livros e filmes gratuitos. Trata-se de mérito, qualidade, confiança e relevância. Não quero apenas da gratuidade ali, quero exatamente o que eu preciso, no momento exato. Pessoas estão dispostas a pagar dinheiro real por grandes experiências, por serviços fantásticos, a entidades confiáveis. É por isso que os condutores da indústria fonográfica estão guiando-a para os rochedos: eles ainda veem o mundo dos seus pontos de vista, e não a partir dos usuários ou dos artistas --eles se preocupam com a venda de cópias, não com as experiências.


Folha - Como você vê a questão dos direitos autorais na internet?


Leonhard - Os direitos autorais foram significativos para monetizar o conteúdo quando as palavras "direito" e "cópia" ainda eram oportunas. Agora, tudo o que fazemos on-line cria uma cópia. Por exemplo, [simplesmente] ouvir é baixar, a leitura é cópia, de fato; e nossos "direitos" como autores devem ser revistos para permitir que o ato de copiar ainda exista na lei, mas que haja restituição de forma não-compulsória quando todo usuário conectado puder apenas clicar, copiar e colar. O copyright era para dar certeza que autores e criadores fossem pagos, não para garantir que intermediários vendam discos de plástico, rastreassem downloads ou dispositivos. O que nós precisamos agora é adicionar é o direito de uso no copyright, a fim de construir monetização neste acesso. É fazer dinheiro do acesso, não de cópias. Para a música, nós precisamos de uma taxa coletiva, fixa e obrigatória (não imposto!) que faça a música na internet tão legal quanto a música no rádio. Para que fique claro, o copyright em si é um bom conceito --é preciso apenas adaptá-lo ao mundo atual em que vivemos, hoje!


Folha - Em 1º de julho de 2007, você publicou uma carta aberta à indústria fonográfica independente, citando MySpace, YouTube e Last.fm como modelos de sucesso à não-obediência aos direitos autorais. Hoje, o MySpace passa por problemas financeiros, o YouTube está se adequando às leis de direitos autorais e ao conteúdo profissional. O Last.fm cortou pessoas dos quadros e iniciou cobrança sobre conteúdos. Você ainda mantém a sua posição?


Leonhard - Bom ponto. O que todos os três têm provado é que você não pode inovar a indústria de música sem grandes esforços políticos, ou seja, se a estrutura de licenças, direitos autorais e permissão ficarem na mesma, você realmente não pode espalhar isso com consentimento. Sherwin Crasto -18.mai.09/Reuters "MySpace foi bem-sucedido porque eles começaram sem licença, sem permissão de gravadoras, e faziam o que usuários queriam" O MySpace foi bem-sucedido porque eles começaram sem licença, sem permissão de gravadoras, e apenas faziam o que os usuários queriam: compartilhamento gratuito, reunião social em torno da música. Evidentemente, esse caminho foi condenado quando eles foram adquiridos pela News Corp/Fox, isso não podia continuar, eles tiveram que se tornar "legítimos". O ponto é que, quando a única maneira de inovar significa que você tem que fazer algo ilegal (ou semilegal, como o Last.fm), então algo está errado com o sistema. O sistema de licenciamento da indústria da música tem que ser completamente revisado e redefinido, para se adaptar a uma economia digital. A música on-line precisa ser licenciada como o rádio, com licença rentável de compartilhamento, pública e simples, que permita legalidade às companhias desde o início. Penso que o Brasil seria o lugar perfeito para começar isso --dadas as recentes propostas de uma nova lei de direitos autorais no Brasil [Marco Civil da internet]. As receitas para os criadores serão, em qualquer caso, maiores do que nunca, a partir deste tipo de licença.


Folha - Nos últimos anos, surgiram vários casos de processos de grandes gravadoras contra pessoas que baixaram músicas. Como você enxerga essa situação?


Leonhard - Qualquer um que se proponha a desconectar pessoas porque elas estão compartilhando música on-line jamais vai ser votado novamente, e qualquer provedor de internet que implemente estas ideias vai achar que perderá usuários mais rapidamente do que a Kodak perdeu pessoas que compram rolos de filme analógico. Há muita conversa em torno do conceito 3 Strikes [lei francesa que corta a conexão de internautas por download ilegal] (em grande medida, para apaziguar os lobistas e seus conglomerados internacionais), mas a aplicação será uma "missão impossível": muito cara em termos de tecnologia, muito tediosa em termos das consequências sociais e culturais, e 100% inútil na geração de dinheiro para os criadores. O único benefício será para as empresas de advocacia, e claro, para os lobistas. A única solução consiste em uma licença pública, padronizada e coletiva para as pessoas que estão, com a música, na internet você não pode ter controle total e fazer dinheiro novo ao mesmo tempo!


Folha - Dentro desse contexto, as gravadoras podem competir com a pirataria?


Leonhard - Gravadoras não competem com o gratuito: elas competem com cópias gratuitas. Tudo é possível e será vendido --se eles tiverem mais uma maneira de vender mais do que a cópia, e estiverem dispostos a dar aos usuários o que eles querem: preço baixo, altamente merecido. Folha - Existe um modelo rentável para o mercado musical? Leonhard - Absolutamente. Os custos on-line podem ser drasticamente reduzidos (ou seja, produção, fabricação, distribuição e marketing), portanto, os preços podem ser muito reduzidos, mais consumidores podem se interessar, e muito mais produtos e serviços podem ser os mais vendidos!
Postado por Carlos Guimaraes de Matos Jr. às 22:02

fonte Folhaonline.

http://dropsmisto.com/


segunda-feira, 12 de abril de 2010

Precisamos mesmos usar as redes sociais e ferramentas em meu pequeno site??


  • Q: Hi Web2.0, I listened and watched a webinar you did today and have a question: Do I really need to use Web 2.0 tools on my site? It is a simple site that explains my business and not much more. I don't see the need. — Todd
    A: I think that any small business that is not maximizing its Web presence is missing a golden opportunity.
    First, let's make sure we are on the same page. When discussing Web 2.0, what we are talking about is an era where websites are more interactive, engaging, and interesting than before. They are not static, as they were, say, 10 years ago, where all you could do was read. Instead, a Web 2.0 site is one where visitors can engage with you, your business, and your site by:
    • Posting comments on your blog, or articles, or chatting in a forum.
    • Re-tweeting your content, sharing it on Facebook, or Digging it.
    • Watching a video, listening to a podcast, or participating in a webinar.
    • Taking a quiz or responding to a poll.
    The essence of Web 2.0 is that it is collaborative and interactive. By creating a site that engages and interacts with people, that makes them want to stick around (hence the term "sticky site") you give people more of a chance to create a connection with your business.
    So there are many reasons to have a great Web 2.0 website, but here are three main ones:
    1. Credibility: These days, people judge you by your website. Don't you do the same? Don't you often check out a company's site before deciding to use them? A great website levels the playing field; you can look every bit as big and professional as your biggest competitor. Your website is your sign to the world. It says a lot about your business. Play big.
    2. Marketing and branding: Similarly, your website is an incredible opportunity to market your business and brand it accordingly. Sure, simple sites are fine – but who wants to be fine? By creating a more robust, interactive site you are creating a bigger and better image for your business.
    3. Additional profit center: Ideally, your site should be more than just an e-sign, it should be another way to create business. Either it is so good and impressive that it almost forces people to seek you out, or it actually sells goods and services and makes you money directly. Either way, a Web 2.0 site has a much better chance of becoming a new profit center than does a static, boring, Web 1.0 sort of site.
    OK, so if this makes sense, what sort of functionality should you be looking at adding to your site? Here are some easy ones to start with:
    • Video: Video is probably the top Web 2.0 tool out there right now, and for good reason. For instance, it is estimated that if you have video on your homepage, upwards of 80% of your visitors will click on it first (so it better be good!)
    Your video addition can be as simple as uploading some content onto YouTube and then posting it and a YouTube player on your site, or as "complicated" as creating professional video and search engine optimizing it for high Google rankings. Either way, video will make your site friendlier and stickier.
    • User created content: Adding forums, polls, and comments is a fairly easy thing to do these days (depending, of course, on what platform was used to build your site.)
    And consider adding a blog. It is a great SEO (search optimization engine) tool. Your posts are fresh content, the comments are fresh content, and search engines like fresh content.
    • Written content: "Content is king" is an important phrase. Creating short, interesting articles is not that hard and yet they still engage the visitor. Or what about creating a free e-book? It need not be long, but it is a nice perk, and again, means that a visitor will have more of a connection with your business. And don't forget about your free e-newsletter.
    When you get real good at this Web 2.0 stuff, what will happen? People will share it – via email links, tweets, whatever, and that's the ticket.
    It is what I call word of mouth advertising 2.0.
    Today's Tip: It feels like things are getting better out there economically, but is it really? Apparently so. According to a new survey commissioned by Capital One Small Business Banking:
    • 47% of the small businesses surveyed said that the economic conditions for their businesses have stayed the same this past year, but
    • 26% reported improving conditions, and
    • 28% said that business is definitely better than it was at the same time last year.
socialmedia.com

sábado, 10 de abril de 2010

As diversas mídias ou melhor, redes sociais


É possível ouvir música, assistir vídeos, procurar endereços e muito mais na internet, sem desembolsar um real.


Orkut
É a rede social mais famosa do Brasil. Conecta amigos e familiares por meio de perfis virtuais. É possível enviar recados, mensagens instantâneas, compartilhar vídeos e fotos.
MySpace
Rede social parecida com o Orkut, que permite comunicação online por meio de perfis de usuário - com fotos, blogs e mais. Por hospedar inclusive arquivos em MP3, o site caiu nas graças de bandas e produtores musicais do mundo inteiro.
Facebook
Mais uma rede social nos moldes do Orkut, que ajuda os usuários a se comunicarem com os amigos do mundo todo e a compartilhar momentos especiais da vida.
Linkedin
Rede social de relacionamentos profissionais, que conecta pessoas por atividades ou cargos que ocupam no mercado de trabalho. É muito utilizada para fortalecer e aumentar o networking.
Windows Live Messenger
Converse online e em tempo real com amigos e familiares usando apenas um navegador da web. Também é possível transferir arquivos entre usuários, chamadas de voz, entre outros. É o programa mais popular de mensagens instantâneas no Brasil.
Gtalk
É o mensageiro instantâneo do Google e sua vantagem é possuir integração com o Gmail (serviço de e-mail). Além da troca de mensagens, tem recurso de envio e recebimento chamada de voz.
Skype
Serviço gratuito que permite fazer chamadas telefônicas pela internet. As chamadas podem ser simples ou por vídeo (via webcam) e também existe a opção de trocar mensagens instantâneas. O programa permite inclusive fazer chamadas para telefones em qualquer lugar do mundo a tarifas reduzidas.
LastFM
Rede social que conecta pessoas por preferências musicais. Você pode ouvir músicas on-line, com transmissões gratuitas, além de vídeos, fotos, letras de músicas, tabelas, biografias de artistas e mais.
Twitter
Serviço de microblogging em que os usuários trocam de mensagens em tempo real, com textos de até 140 caracteres. As atualizações são exibidas no perfil do usuário e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las. O site virou febre entre os brasileiros!
YouTube
Rede social de compartilhamento de vídeos. Os usuários podem procurar por vídeos específicos, conferir os conteúdos favoritos dos amigos, assinar canais para receber indicações e mais!
Flickr
Serviço de publicação de fotos na web, que permite aos usuários compartilharem e encontrarem imagens de maneira rápida e fácil. Conhecido na gíria de internet como fotolog.
Picasa
Mais um fotolog, em que é possível transferir fotos facilmente para os álbuns na web e compartilhá-las com amigos. Possibilita editar as imagens para eliminar riscos e manchas, corrigir olhos vermelhos, recortar fotos e mais.
Meadiciona
É um organizador on-line de perfis e contatos. O internauta pode agrupar, em um endereço simples, seu endereço de MSN, Orkut, Twitter, Flicker, LinkedIn, YouTube e mais!
Digg
Site que reúne links para notícias, podcasts e vídeos. Todos os conteúdos são enviados e avaliados pelos próprios usuários da rede. Quanto mais votado é o conteúdo, melhor seu ranking no site. Serviço disponível apenas em inglês.
Blogger
É uma ferramenta gratuita e com interface bastante simples, que permite publicação e hospedagem de blogs. É possível fazer inclusão de texto, fotos e vídeos nos blogs. Há uma grande variedade de layouts para você fazer um diário virtual com a sua cara.
Wordpress
Software gratuito para publicação de blogs. É um dos serviços mais populares do segmento, por utilizar formato bastante adequado às necessidades da internet em termos de programação, além de possuir boas opções de layout.
Delicious
Serviço gratuito que permite ao usuário arquivar e catalogar os websites preferidos, para acessá-los de qualquer lugar e com facilidade. Além disso, permite o compartilhamento dos links dos sites arquivados com outros usuários.
Google Maps
Serviço de pesquisas de endereços. Também disponibiliza mapas e rotas de tráfego para qualquer ponto no Brasil ou em outros locais - como EUA, países da Europa e mais. Por meio do Google Maps, o internauta pode ver imagens via satélite de todo o mundo e possui um guia de endereços de empresas.
Google Earth
O Google Earth permite ao usuário sobrevoar qualquer parte da Terra para visualizar imagens de satélite, mapas, relevo, edifícios 3D, além de galáxias no espaço até aos vales submarinos. Também é possível guardar os locais visitados e compartilhá-los com outros usuários.
Yahoo Respostas
Fórum on-line em que usuários podem fazer perguntas sobre qualquer assunto e ter respostas de pessoas reais. As respostas mais interessantes são votadas pelos próprios usuários e ganham relevância entre as mais populares.
Google Reader
É um agregador de conteúdo que verifica constantemente a existência de novos conteúdos dos seus sites de notícia e blogs preferidos e as reúne em um único lugar, ou seja, no seu próprio navegador. E o melhor: a interface do Google Reader é bem fácil de ser usada, já que parece bastante com um serviço de e-mail.(Editora Abril, M de Mulher)Blogger
Postado por Carlos Guimaraes de Matos /http://dropsmisto.com

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O Futuro das Redes Sociais


por Gilberto Pavoni Junior especial para IT Web

Troca de informações e relacionamento na internet é o começo de transformação, mas evolução pode ser limitada pela perda da privacidade


As redes sociais (leia especial) tem futuro. Se em 2009 elas caíram no gosto de pessoas e empresas ao redor do mundo, a próxima década promete uma evolução nas facilidades oferecidas e na integração dessas mídias digitais ao nosso cotidiano. Algo muito além da facilidade de conexão pelo celular que temos hoje. "Devem surgir novos serviços, levando adiante a agregação de valor e a localização no sentido do foco geográfico facilitado", aponta a doutora em comunicação pela Universidade Católica de Pelotas e criadora do site www.pontomidia.com.br, Raquel Recuero.

Determinar o lugar onde estamos, o que estamos fazendo e nossa opinião sobre isso parece ser uma das tendências concretas para os próximos anos. Não é por acaso que sites como o Foursquare e Gowall, Brightkite e Yelp têm conseguido adeptos a cada dia. Usá-los parece natural do nosso jeito digital de ser. "Algumas das primeiras comunidades criadas no Orkut, lá em 2004, eram relacionadas a lugares - bares, praias, cidades etc. -, essa ‘tradução" é fundamental para a nossa própria compreensão do social", destaca Raquel.

É interessante relembrar o passado para prever o futuro. Atualmente, as redes sociais são sucesso no mundo todo. O Facebook tem mais de 400 milhões de usuários. O Twitter virou a plataforma preferida de comunicação de pessoas desconhecidas, celebridades, programas de TV e políticos. O Orkut é quase sinônimo de experiência digital para quase 30 milhões de internautas brasileiros. Encontrar alguém para elogiar ou criticá-las é tão fácil como esbarrar em um comentarista de futebol na esquina.

Prever é para poucos
Poucos que falam sobre o assunto previram o boom das redes sociais. Há dez anos, a internet vivia o descrédito da bolha pontocom e institutos de pesquisa de mercado estavam preocupados com a segunda onda do ERP ou a venda de PCs sem marca. Enquanto isto, startups como o Classmates, SixDegrees, AsianAvenue, BlackPlanet e MiGente lutavam para provar que o modelo de relacionamento digital poderia vingar.

Esses verdadeiros embriões das redes que conhecemos hoje passaram despercebidos pela maioria das pessoas. Só alguns poucos especialistas em comunicação e amantes de tecnologia vislumbraram a transformação radical que viria nos próximos anos. Raquel, por exemplo, começou a estudar a mudança do meio digital na sociabilidade em 1998.

"Sabíamos que a internet teria um impacto forte nos modos de relacionamentos humanos, já que é uma ferramenta de comunicação", lembra. Embora o resultado exato não fosse visível, os sinais foram percebidos e divulgados. É na credibilidade desses especialistas que podemos nos apoiar para prever a próxima década das redes sociais.

São mentes que conseguem enxergar uma tendência em um simples comentário sobre chuva ou engarrafamento no Twitter. "Tudo que faz sentido localmente é um sinal do futuro das redes sociais, só que ampliado", explica o professor de comunicação da Universidade Federal da Bahia e pesquisador de cibercultura, André Lemos.

Para ele, essa necessidade de publicar nossas opiniões em redes de informação digital irá ganhar os espaços públicos. "Em viagens, iremos deixar nossas impressões sobre um monumento e outra pessoa irá visualizar aquilo por meio de um dispositivo e softwares específicos que misturam códigos de diversos sistemas", diz. São os widgets promovendo outro dos caminhos das redes sociais, a realidade aumentada (Augmented reality - AR).

A internet das coisas
Hoje, isso só é visível em algumas ações de marketing de empresas pioneiras. Mas essa alteração do mundo físico mediada pela tecnologia promete mudar a forma como enxergamos o mundo. Não é exagero. Alguns exemplos podem ser vistos em videos do projeto Recognizr ou na AR que a montadora GM vem pesquisando .

Se as mídias sociais podem migrar para o chamado aparelho urbano (prédios, monumentos, semáforos, pontos de ônibus etc), isto significa que elas podem estar em tudo. Essa é a outra tendência dos nossos queridos sites de relacionamento e troca de informações. Eles farão parte da "internet das coisas". Neste futuro, qualquer objeto que possa ter capacidade de abrigar um emissor de radiofrequência e um sensor é capaz de se comunicar.

Mas ainda é um cenário distante. Para vermos isso, a internet terá de evoluir na sua capacidade. Hoje, a quantidade de domínios (o endereço que recebemos ao nos conectar) disponíveis está perto do limite de 4 bilhões de combinações. Para ampliar isso, já que cada objeto conectado ganhará um desses números, o protocolo IPV6 é tido como o caminho mais seguro. Com ele, o total de endereços pula para o número astronômico de 3,4x10 elevado a 38.

O aumento de tráfego gerado pelas ‘coisas" não dever ser problema. "Elas geram um pequeno volume e a infraestrutura vem evoluindo para as fibras ópticas, que farão esse futuro crescer na medida certa", argumenta o diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e considerado um dos "pais" da internet no Brasil, Demi Getschko.

Para ele, há uma evolução clara nisso tudo. "Cada vez mais precisaremos de menor conhecimento técnico para aproveitar a internet", diz. É a facilidade de uso definindo a evolução de qualquer novidade nas redes sociais. Seja na internet com cada vez mais coisas ou na internet com cada vez mais pessoas. Tudo em redes.

O lado sombrio
Com esse futuro brilhante pela frente, as redes sociais continuarão a seduzir companhias que pretendem se relacionar com seus consumidores e ampliar as vendas. Mas a hipercomercialização da sociabilidade pode ter consequências desagradáveis. As empresas saberão quando os consumidores estão com dívidas. Podem surgir daí ações de cobrança ou proibição de uso, alertam os especialistas. Governos autoritários poderão coletar informações sobre cidadãos e adversários políticos e criar vigilância online.

Com todos publicando o que fazem e o que sentem, a intimidade se torna de domínio geral. E, já que não é possível confiar nas boas intenções de todos os envolvidos, um futuro de espreita e punição não seria algo descartável. "Parece que não há uma medida potencial do problema que isso possa criar até quando, efetivamente, gerar um. E, aí, pode ser tarde", comenta o advogado e diretor do Instituto Brasileiro de Direito da Informática, Omar Kaminski.

Ele, que é um usuário de redes digitais, aponta que o futuro deste modelo nos próximos anos será marcado por discussões sobre o limite da privacidade e do uso de dados pessoais para comércio e ações do governo. "Creio que isto passe muito mais pela educação e conscientização do que pela tutela estatal e criação de leis específicas", argumenta. Ou seja, se o futuro tem aspectos sombrios, há sempre uma luz no caminho. Até porque, dizem os especialistas, se o usuário sentir desconforto nas redes sociais, ele simplesmente abandonará tudo e elas serão parte do passado. Apenas mais uma bolha tecnológica com boas histórias sobre seu futuro.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O mapa do Facebook


Mapa da WEB 2.0


Movimentos populares usam as mídias com muito mais força


A proposta, que tem como objetivo combater a corrupção eleitoral, será votada nesta quarta-feira (7/4)e repercute no Twitter e no Facebook.
As redes sociais Twitter e Facebook são amplamente utilizadas na divulgação da campanha Lei Ficha Limpa, que busca, segundo seus organizadores, “remover das eleições candidatos que cometeram crimes sérios como desvio de verba pública, corrupção, assassinato e tráfico de drogas.”

A campanha para divulgação do projeto, cuja votação está marcada para esta quarta-feira (7/4) pela Câmara dos Deputados, tem uma página oficial, hospedada pelo serviço de petições online AVAAZ.org. O objetivo da campanha é obter dois milhões de assinaturas a favor da proposta - o abaixo-assinado será apresentado aos parlamentares.

“Prezados Parlamentares, nós pedimos vosso apoio ao Projeto de Lei da Ficha Limpa (PLP 518/2009). Contamos com o seu voto por eleições limpas, no qual candidatos condenados por crimes graves como assassinato e desvio de verbas públicas se tornem inelegíveis. Nossos votos em outubro dependerão da sua atuação neste momento crucial da política brasileira”, diz a petição.

Barulho no Twitter

No Twitter, já são cinco perfis dedicados à proposta, responsáveis por mais de 6000 seguidores: @LeiFichaLimpa, @fichalimpa_ja, @fichalimpapb, @fichalimpabauru e @FICHALIMPA2010. Os tuiteiros também aproveitam hashtags como #leifichalimpa e #fichalimpa para comentar o movimento.

Em São Paulo, a Associação para o Desenvolvimento da Intercomunicação (ADI) criou o blog www.campanhafichalimpasp.blogspot.com para dar apoio ao projeto. No caso do Facebook, o convite à participação já foi compartilhado quase seis mil vezes.

Histórico

A campanha Lei Ficha Limpa é organizada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).

O Projeto de Lei estipula, por exemplo, que não possam se candidatar pessoas condenadas em primeira ou única instância ou com denúncia recebida por um tribunal – no caso de políticos com foro privilegiado – em virtude de crimes graves, como racismo, homicídio, estupro, tráfico de drogas e desvio de verbas públicas.

Pelo projeto, essas pessoas ficam inelegíveis até que resolvam seus problemas com a Justiça. Parlamentares que renunciaram ao cargo para evitar abertura de processo por quebra de decoro ou por desrespeito à Constituição e fugir de possíveis punições também ficam vetadas, assim como condenados por compra de votos ou uso eleitoral da máquina administrativa.

Para mais informações, acesse o site oficial da organização.
idgnow.uol.com.br

terça-feira, 6 de abril de 2010

10 Ferramentas das midias sociais


To be successful with social media, as with any marketing or PR campaign, you need a long-term strategy. "Properly managed, social media can deliver measurable results," says Jeremiah Owyang of Forrester, who wrote the report.

Do your homework. Listen to the conversations and gather information. Then picking the right tools will be easy and logical.

Social Media Marketing Tools:
1- Social Media News Releases
2- Articles
3- Blogs
4- Micro blogging (Twitter)
5- Podcasts
6- Videocasts
7- News Feeds (RSS -Really Simple Syndication)
8- Socializing news and web content – tagging/bookmarking/sharing
9- Social Networks
10- Social Media News Sites


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Internet Marketing Strategy News:

Perguntas fundamentais nas Midias Sociais


Social Media Marketing Strategy
Listen to the Online Conversation

For the past 100 years companies have had the luxury of deciding what they will produce and sell, what their brand message will be and how they will deliver it to their audience.

The Internet changed that.

We're in the age of social media marketing. Strategy in this new business environment is just as vital as it has ever been. Don't get distracted by the slew of new social media tools or lured into spending resources just because "everyone is on Twitter."

Social media offers you the opportunity of doing in-depth research at virtually no cost. It is possible to set goals and get ROI, but you have to know where you're going and what you want to achieve. Tap into the online conversations to find out:

1- who is talking about you
2- what they're saying
3- is it positive or negative
4- where are the conversations taking place
5- what communities talk about you
6- what are your competitors doing in social media
7- what's the buzz about them
8- what content resonates with your audience
9- are there subjects of interest you could provide content for
10- what social sites have the most conversation
11- who are the "fire-starters" you need to connect with
12- who are the influencers in these blogs or communities
13- where are the opportunities and threats

Once you have this information you can allocate your resources wisely. You'll know where to start and what social sites you should be concentrating on.

When you know the lay of the land it's much easier to plot a path to your destination. A social media marketing strategy is your roadmap.

A Influencia da quantidade de seguidores no twitters


Recently a report was released that indicated that the number of followers doesn’t prove influence on social media. However this report is wrong. The number of followers is significant to the social influence a person has, with the caveat that the followers have to actually care about what the person is tweeting about. The problem with the findings of this report is that its limited to the month of August in 2009. So the findings are limited to a very specific period of time.

Here’s another perspective to consider. Companies that tend to respond to social media critiques usually respond as a result of someone who has lots of followers getting involved. That person tweets about an issue and those followers take up the cry. Now certainly it matters that the message speaks to values that the followers can agree with, but the sheer number of followers who are responding is what ends up creating a situation where social influence can be leveraged to make a company respond.

The quality of tweets does matter, specifically what people will respond to and retweet, but ignoring the number of followers is foolish to do. Size matters in social media, if only because it’s that many more people who can take up the cry and raise awareness in their networks about a situation which is occurring. To write size off, especially on the findings of just one month is unrealistic and rather naive.

This isn’t to say that you should try and add as many people as possible. If anything it’s important to recognize that while social influence is created by how well known a person is, it’s also determined by the quality of messages. It’s very easy to skim over anyone’s tweets, so a tweet has to include some kind of call to action that motivates interest on the part of the followers.
fonte:
www.socialmediatoday.com

Os novos profissionais das redes sociais


Na sociedade industrial, tudo que um artesão precisava saber era adquirido no aprendizado do seu ofício, durante dois ou três anos, estando pronto aos 18 ou 20 anos para o exercício vitalício de sua atividade. Na sociedade do conhecimento, quem não se atualiza a cada quatro ou cinco anos se torna obsoleto. Resumindo: seremos eternamente reféns de escolas.

Estima-se que, por volta de 2015, mais de 50% das pessoas estarão trabalhando em atividades que hoje não existem. Abre-se aí uma grande oportunidade de empregos. Por outro lado, serão empregos pautados em intensivo capital intelectual onde não mais a tecnologia e sim as pessoas estarão à frente destes novos negócios emergentes.

Uma empresa média bem estruturada possui hoje um conjunto de novas áreas que não existiam há cinco anos: áreas de relacionamento, e-business, responsabilidade social, inteligência de mercado, novos negócios. Áreas que demandam criatividade, inovação e, sobretudo, a subjetividade e a intuição do cérebro humano. Estudos mais apurados sobre a gestão do conhecimento afirmam que 42% do conhecimento de uma empresa está na cabeça das pessoas e apenas 32% está em bases e documentos eletrônicos.

É muito comum citações de empresas que orgulhosamente afirmam que o maior patrimônio que elas possuem são as pessoas. Na sociedade atual esta afirmação não faz o menor sentido. Este contexto é típico de empresas da sociedade industrial, onde de fato o funcionário saía da empresa ao final do dia, deixava o seu cérebro na empresa e ia somente com o corpo para o lar. Hoje, o indivíduo deixa a empresa e leva consigo a ativo mais importante: o conhecimento. Definitivamente, as empresas começam a se tornar reféns destes profissionais que detêm um conhecimento não convencional.

Esta situação não é regra geral para todos os funcionários que constituem uma empresa, mas sim para aqueles que usam diariamente a subjetividade e a intuição para adicionar riqueza aos negócios. Este conhecimento, muitas vezes, não é unicamente um conhecimento explícito. Na maioria das vezes é um conhecimento tácito, não articulável, que reside na cabeça e é de difícil explicitação. Temos que reconhecer que a quantidade de informações disponíveis hoje virou um grande estorvo para as organizações. O que vai prevalecer é o conhecimento que não está catalogado nos servidores de informática, mas no interior das pessoas.

Como então disseminar este conhecimento dentro da empresa para que mais pessoas se apropriem deste conhecimento? Pessoas valorizadas não se sentem ameaçadas e não tem necessidade de ameaçar. É a insegurança que estimula a retenção do conhecimento. Lembram da visão marxista de que os trabalhadores deveriam ser donos dos principais ativos da sociedade, os meios fundamentais da produção? Agora nós o detemos… Talvez os tenhamos detido durante todo esse tempo, mas não tivemos a clareza de perceber isso. Os trabalhadores controlam o principal meio de produção. Em uma empresa moderna, de 70% a 80% do que as pessoas fazem agora é realizado pelo seu intelecto. O meio fundamental de produção é pequeno e cinza e pesa 1,3 kg: é o cérebro.

Marx gostava de afirmar que as pessoas são muito mais felizes criando e não praticando trabalhos rotineiros e alienantes que não demandam a criação. Camaradas, Marx escrevia sobre isso no inicio do Século XIX e não foi muito bem compreendido.

As pessoas trabalham nas organizações tendo deixado de ser propriedade de alguém desde o fim da escravidão. Além disso, competências, relacionamentos pessoais e habilidades são propriedades exclusivas do indivíduo. As empresas utilizam o capital intelectual das pessoas sem, no entanto, deter sua propriedade. O que faz as organizações funcionarem é o conhecimento. O conhecimento não é algo novo. Novo é reconhecê-lo como um ativo corporativo e entender a necessidade de geri-lo e cercá-lo do mesmo cuidado dedicado à obtenção de valor de outros ativos mais tangíveis. A gestão do conhecimento não trata propriamente de um mundo novo, mas de um novo olhar sobre o velho mundo.

Recentemente, um grande banco brasileiro adquiriu uma grande companhia de seguros e, em seu comunicado a imprensa, citou que um dos principais atrativos que o levou a adquirir a empresa era a equipe especializada em venda de previdência privada formada e treinada pela companhia adquirida. São dois mil corretores e mais de cem funcionários especializados que vão agregar muito valor à estratégia de vendas do banco.

Uma das maiores consultorias do mundo, em menos de 30 dias, derreteu e não conseguia mais contratar estagiários. Este estrago não foi feito por nenhum ataque terrorista a sua imponente sede administrativa. Virou pó porque foi refém de altos funcionários que maquiaram informações. Bons eram os tempos que as empresas se orgulhavam e muitas faziam enormes fachadas em suas sedes com os dizeres: Sede Própria.

Os trabalhadores do conhecimento não terão a típica relação contratual de trabalho. Em lugar disso alugarão suas habilidades profissionais e seus conhecimentos a diferentes empresas em diferentes momentos. No ambiente global 24/7 a produtividade será comandada pela velocidade e pela eficiência, mais do que pelas horas trabalhadas. As pessoas não trabalharão em empresas nas quais não ganham uma parcela dos lucros e nem nas quais não haja um equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. As pessoas se sentirão cada vez mais donas de seus destinos, de suas vidas e de suas carreiras. As “técnicas da vida” serão tão importantes quanto as “técnicas profissionais”.

Será que chegou a hora e a vez do proletariado? Em muitos casos, sim. Nos locais onde o fator predominante de produção e riqueza for o Ser Humano as empresas deverão aprimorar cada vez mais os seus níveis de empresabilidade criando ambientes novos e desafiantes de trabalho para reter estes profissionais. Camaradas, o velho Marx estava certo. Trabalhadores do conhecimento, uni-vos: o poder está em vossas mentes.

Romeo Deon Busarello
Diretor de Internet Tecnisa
Professor dos cursos de MBA e Pós-Graduação da ESPM e IBMECINSPER

segunda-feira, 5 de abril de 2010

As redes socias e os CIOs


A simples menção ao termo ‘rede social’ assusta a maior parte dos CIOs. Eles atrelam o tema à possibilidade de divulgação indevida dos dados, problemas de privacidade e queda de produtividade das equipes. A questão é que não há mais como negar a existência desses ambientes colaborativos nas empresas e eles podem trazer ganhos para as organizações.

Ao contrário do que alguns departamentos de TI defendem, boa parte dos funcionários tem usado, sim, as redes sociais de forma positiva, segundo recente estudo da consultoria Forrester Research. No relatório, as três razões mais citadas para que as pessoas acessem esses ambientes são: manter-se atualizado com as notícias, procurar ideias que ajudem no trabalho e colher informações também relacionadas às necessidades profissionais.

Diante dessa constatação de que as rede sociais podem representar algo positivo, a Forrester aconselha os CIOs a posicionar a TI como líder da estratégia de como a corporação deve lidar com esses ambientes. “Existe uma percepção de que ‘social’ é algo de marketing e a TI não deveria se envolver”, analisa a vice-presidente e principal analista da consultoria, Nigel Fenwick. Ele defende que, na realidade os dois departamentos (tecnologia e marketing) precisam trabalhar em conjunto para obter sucesso.

Sobre a participação do CIO no processo, a Forrester afirma que ele deveria servir como um orientador e um facilitador para os profissionais. Mas para serem bem-sucedidos nesse caminho precisam seguir quatro passos:

1. Entender as pessoas para engajá-las. Os gestores de TI precisam analisar como os profissionais agem nas redes sociais. De forma geral, a Forrester aponta para a existência de três perfis de usuários: os espectadores (que mantêm blogs ou acessam páginas para baixar vídeos ou áudios), participantes (que têm perfis nas redes sociais), críticos (que reagem a conteúdos online, com comentários e análises) e ‘conversadores’ (pessoas usuárias do microblog Twitter).

Fonte uol/tecnologia

2. Defina os objetivos. A consultoria cita que se multiplicam os casos de empresas que conseguem ter sucesso em ações nas redes sociais, graças à capacidade de atingir muitas pessoas ao mesmo tempo. Mas para ter sucesso, as iniciativas nesses ambientes precisam estar ligadas à inovação, como criar um vídeo para encorajar os profissionais; à colaboração, com projetos nos quais as pessoas podem trocar ideias, opiniões e compartilhar documentos; à suporte, com comunidades nas quais os funcionários podem colocar perguntas e respostas; ao aprendizado, para compartilhar conhecimentos; ou ao armazenamento, transformando as redes sociais em um repositório de informações.

3. Desenvolvimento e implementação. A partir do objetivo de negócio e da determinação de como atingi-lo, a estratégia para as redes sociais deveria se voltar para a questão de como isso pode mudar o relacionamento das pessoas nesses ecossistemas. Em outras palavras, a Forrester afirma que a preocupação precisa ser com a reação dos usuários e não com a tecnologia.

Para isso, o CIO precisa responder a algumas questões: como a iniciativa será comunicada para os profissionais? Qual será o apoio para os membros se encontrarem e ficarem conectados? Como estimular as pessoas a contribuir? De que forma os profissionais serão autorizados a criar conteúdos e colaborar entre si?

Também nessa etapa devem ser consideradas as formas de mensurar o sucesso das iniciativas, seja a partir do aumento da produtividade, conquista de novos clientes ou da redução de custos, por exemplo.

4. Selecionar as tecnologias apropriadas. Além de descobrir as plataformas mais adequadas, nessa etapa o CIO precisa também estar preocupado em implementar políticas de acesso às redes sociais, com normas sobre quais profissionais estão autorizados a entrar nesses ambientes e qual a postura aceitável.

Internet nas eleições


Rodrigo Alvares e Rodrigo Martins, do estadão.com.br

O ex-diretor da Campus Party Brasil Marcelo Branco oficializou nesta segunda-feira, 5, que será o estrategista de redes sociais para a campanha de Dilma Rousseff, candidata à presidência pelo PT. Branco foi contratado pela Pepper Comunicação Interativa vai trabalhar com os americanos Scott Godstein e Joe Rospars, responsáveis pela campanha de mídias sociais de Barack Obama em 2008, além de Ben Self e Andrew Paryze, especialistas em marketing digital da Blue State Digital.

Os presidenciáveis e o Google
De acordo com o ex-coordenador da Associação do Software Livre, o trabalho terá em vista a base militante de PT e PMDB pela internet. Para Branco, 'não tem como fazer uma campanha na internet com uma hierarquia muito superior entre os políticos e os cidadãos'. Sobre a relação da ex-ministra com as novas tecnologias, acrescenta: 'A Dilma tem uma história relacionada à tecnologia'. Leia abaixo os principais trechos da entrevista ao estadão.com.br.

Qual será o seu papel na campanha de Dilma Rousseff na internet?
Vou compor a equipe e minha responsabilidade maior será a estratégia de mobilização e comunicação nas redes sociais. Nós vamos pegar a experiência do pessoal do Obama, mas a estratégia será feita do lado brasileiro da campanha. Claro que nós estamos subordinados à estratégia geral da campanha, que o comitê de campanha é com sua coordenação através do (Fernando) Pimentel. Nós não somos um ente à parte da campanha geral.

Como se fossem parte de uma mesma equipe?
Sim, estamos alinhados com a campanha geral, mas desdobrando a estratégia geral para o cenário da internet, das redes sociais. Nós não vamos trabalhar com a ideia de destruir reputaçãoes. Não é uma prática que vamos usar na campanha, nem a contratação de posts pagos. As pessoas que vão se envolver na campanha - independentemente de serem contratadas ou não - não estão sendo pagas para postar notícias favoráveis à candidatura.

Como as pessoas que são pagas para ficar com bandeiras no semáforo?
Já está acontecendo. Se você pesquisar, vai ver que algumas candidaturas já têm indícios de estarem usando blogueiros conhecidos para destruir reputações. Mas não é o nosso caso. A coligação que apoia a Dilma tem à frente os dois maiores partidos políticos do Brasil que são o PT e o PMDB. Além disso, ela tem uma coligação de pártidos de esquerda, que tem um caráter militante. Todos os militantes usam a internet de um jeito ou de outro. O nosso objetivo é de que esses militantes auxiliem na nossa estratégia de esclarecimento e de um debate político de alto nível na internet. Como somos do governo, a baixaria não pode ser uma linha que nos beneficia. Pelo contrário, nós temos muitas coisas boas para mostrar e comparar com o governo anterior, que representa o nosso adversário, que é o Serra.

Isso não pode prejudicar alguma candidatura? Como o TSE vai monitorar tudo isso?
Estamos todos aprendendo a fazer campanha na internet, tanto as coordenações dos partidos como os eleitores. Acho que entender uma campanha na internet é entender uma campanha de milhares de pessoas, diferente da campanha de rádio, TV e jornal, que podia ser feito centralizado por uma agência e à noite vai para o ar. Não tem como fazer uma campanha na internet sem organizar as bases de apoiadores já existentes. Acho que todo mundo vai aprender com essa eleição. Não acredito que existam supergurus da internet. O pessoal da Blue State era ativista do Partido Democrata.

Um boato pode correr o mundo muito rápido. Essa não é uma preocupação?
Claro, mas para mim é uma prática que agrega muito pouco.

Mas e os boatos que uma pessoa física pode jogar na rede?
As pessoas que têm uma reputação na internet tem de zelar por elas. Uma das formas não é disseminar notícias falsas. Essa pessoa existe e depois vai ser cobrada. Ninguém vai ser contratado para fazer post pago, por exemplo.

Qual é a importância da conversa entre os internautas?
Esse espaço horizontal de discussão é muito importante porque ele vai estabelecer um processo de politização. Os grandes temas nacionais certamente estarão em debate e vai ser a chance de o eleitor e o candidato se aproximarem, porque não tem como fazer uma campanha na internet com uma hierarquia muito superior entre os políticos e os cidadãos. Pela primeira vez na história da humanidade eles estão na mesma plataforma. O nosso maior objetivo vai ser aprofundar essa discussão que o Brasil já vem fazendo do governo Lula.

Isso pode definir votos?
Dependendo do grau de polarização, a internet pode ser decisiva no processo. Mas temos de entender a internet com dois objetivos. Um deles é fazer a guerra de comunicação na rede. O outro é auxiliar a organização com a vida offline - para fazer esclarecimentos fora da rede. Queremos fazer uma campanha junto dos apoiadores. Não dá para fazer uma campanha centralizadora nas redes sociais.

Como vai ser a atuação de Dilma com os eleitores durante a campanha?A Dilma tem uma história relacionada à tecnologia. Ela é uma pessoa que sempre, dentro das discussões, esteve presente como técnica. Ela está sempre com o notebook.

Dilma vai ter twitter?

Sim, estamos chegando hoje a Brasília, mas tudo já está sob orientações da própria




Font: Estadão