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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Reclamação 2.o Como resolver os problemas de empresa


Reclamação 2.0: como resolver problemas com empresas usando a web

Faça da internet uma grande aliada e utilize algumas ferramentas para alcançar soluções rápidas.
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Por Ráisa Guerra em 21 de Maio de 2012
Na hora de reclamar, troque o telefone pelo teclado (Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)
É fato que o que cai na internet se espalha rapidamente, ganhando grande visibilidade. O problema — pelo menos, para as empresas — é quando essa “fama” acontece no mau sentido: os internautas também podem utilizar o meio virtual para realizar reclamações de serviços, dar exemplos de um mau atendimento ou mesmo contar sobre os problemas que estão tendo com uma determinada marca.
Trata-se do chamado "consumidor 2.0", que tem em suas mãos uma ferramenta poderosa em que é possível fazer mais “barulho” do que se imagina: hoje, um problema pode ganhar grandes proporções pelo simples ato de se criar uma hashtag ou mesmo por clicar na opção "compartilhamento" do Facebook.
Sabendo disso, mais e mais empresas investem na área de atendimento online, tornando a web uma boa forma de você ter seus direitos atendidos rapidamente — além de ser uma ótima opção para quem já não aguenta ficar horas no telefone (escutando aquelas músicas de espera) para que uma simples reclamação seja feita.

 “Xingue” muito no Twitter

Acredite: 140 caracteres podem ser a solução para o seu problema. Segundo uma pesquisa realizada pela Folha.com, as redes sociais são, hoje, o melhor canal para se reclamar sobre as empresas. E o Twitter é o personagem principal dessa história.
O Twitter pode te ajudar a obter um atendimento rápido (mas não precisa esbravejar para que isso aconteça) (Fonte da imagem: Reprodução/ Shutterstock)
Colocando em dados: de acordo com o levantamento em questão, as reclamações feitas pelo microblog são respondidas 8,4 mil vezes mais rápido do que as que são realizadas no Procon.
Tal eficiência não passou despercebida para o publicitário Rui Fontoura, de Blumenau-SC. Segundo ele, após utilizar o contato por telefone para tentar cancelar a fatura de um cartão que ele nunca havia utilizado e não obter solução, ele publicou na conta pessoal do microblog dois tweets sobre o assunto.
Para a surpresa do publicitário, cerca de meia hora depois uma conta oficial do banco envolvido o respondeu, passou a segui-lo e perguntou o telefone para contato. “Uma atendente me ligou e ouviu meu problema. Uns dois dias depois, ligou novamente para me avisar que tinha anulado a cobrança. Foi um tratamento rápido e eficiente. Antes de optar pelo Twitter, não conseguia resolver nada por telefone com o mesmo banco. Pela internet, já foi outra história”, completa Fontoura.

#SAC 2.0

O que aconteceu com o publicitário Rui Fontoura é um dos indícios mais atuais do uso do Twitter pelas empresas: o chamado “SAC 2.0”. Muitas já possuem uma equipe especializada para monitorar os mentions no microblog e, assim, ajudar os consumidores sem que eles tenham feito uma reclamação direta para a conta oficial da marca.


Canal do Peixe Urbano para atender os consumidores (Fonte da imagem: Reprodução/@PeixeUrbanoSAC)
É o caso do Peixe Urbano que, além de utilizar a internet como plataforma de venda, possui um perfil (@PeixeUrbanoSAC) para acompanhar e atender as reclamações divulgadas pelos consumidores nas redes sociais.
Segundo o SAC da empresa, a política é realizar um tratamento rápido e personalizado através das mensagens trocadas no Twitter. “Com o atendimento 2.0, podemos localizar problemas e ir atrás das resoluções sem nem mesmo o usuário vir até nós. Com isso, além de obtermos uma boa impressão, também conseguimos realizar uma rápida resolução de eventuais problemas ou dúvidas”.

Compartilhe por aí!

Se no Twitter a resposta para as reclamações vêm entre 5 minutos e 2 horas (com a resolução em até 24h), ainda segundo a pesquisa realizada pela Folha.com, o Facebook também não deixa por menos: na rede social de Mark Zuckerberg a resposta ocorre entre 30 minutos e 6 horas (e a resolução também pode ser feita em até 24h).
Ou seja: dá para “xingar muito” no Facebook também. Até porque a resposta vem mais rápido do que por outros meios convencionais, além de ser uma forma de ganhar muitos “compartilhamentos” para o seu problema.

Site que “adora” uma reclamação

Um dos maiores sites brasileiros para reclamações, o Reclame Aqui é gratuito e aberto a qualquer pessoa, sendo apenas necessário fazer um cadastro para utilizar os serviços do domínio.
A política do site envolve “conectar” as empresas cadastradas aos consumidores de forma clara, mostrando aquelas reclamações que foram atendidas e as respostas obtidas no processo.


O Reclame Aqui também apresenta os índices das melhores empresas para atendimento (Fonte da imagem:Reprodução/Reclame Aqui)
O empresário Bruno dos Santos Rodrigues, de Guararapes-SP, teve um caso bem-sucedido ao utilizar o Reclame Aqui. Na época, ele estava com um problema relacionado à qualidade da internet, que só tinha a velocidade de 1 MB no bairro em que ele morava e que ficava “caindo” a todo instante. “Menos de sete dias depois de a reclamação ter ido parar no site, disponibilizaram uma internet de 4 MB e ainda 60% de desconto por um ano. Fiquei bastante satisfeito”.
Além de dar visibilidade às reclamações, o Reclame Aqui também gera um ranking atualizado das empresas, seguindo critérios que vão desde o número de reclamações ao índice de solução. Tais dados podem informar aos consumidores (antes que estes realizem uma compra) a “fama virtual” de uma empresa, evitando futuros problemas.

Você não está sozinho

Assim, tudo se tornou questão de visibilidade: com a internet, você não precisa mais enfrentar o problema com uma marca sozinho. Agora, várias pessoas podem acompanhar o modo como a empresa está lidando com o seu dilema — algo que contará muito para a reputação da marca em questão.


Através da internet, você pode dividir o seu problema com várias pessoas (Fonte da imagem:Reprodução/Thinkstock)
Por isso, é importante pesquisar nos sites das empresas os perfis de “SAC 2.0” disponibilizados e ter uma boa conduta para lidar com o processo (mesmo que a dor de cabeça tenha sido grande): seja sempre claro, educado e objetivo na dúvida ou problema que você busca resolver. Dessa forma, você poderá usar a internet ainda mais a seu favor.


Fonte: Folha.com


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/consumidor/23856-reclamacao-2-0-como-resolver-problemas-com-empresas-usando-a-web.htm#ixzz1vnf0rCxd

Como avaliar sua atuação na web?


Medir resultados da sua estratégia de social media não é uma tarefa fácil e muitas vezes nem mesmo compreendida. Cerca de 50% das empresas não sabem o valor de estarem no LinkedIn, por exemplo. O mesmo número de empresas não sabe o real valor de impacto dos blogs sobre as métricas de negócios e 53% não conseguem analisar o ROI no Twitter. São muitas variáveis e contextos, mas uma coisa é certa: elaborar uma estratégia de mídia social para empresas requer muito empenho e dedicação.

Mais importante do que recolher os dados, é saber o que recolher, como recolher e o que fazer com eles. Dados por si só não servem para nada. É preciso extrair algo deles, dando certa utilidade e, com isso, realizando uma medição de todo seu empenho. Abaixo confira 4 passos que formam um guia básico, adaptado pelo blog, para medir os resultados da sua estratégia de mídias sociais:

Passo 1: estipule os objetivos

Sua empresa precisa definir e ter bem delimitado quais são os indicadores-chave de desempenho (key performance indicators, ou KPIs) para as redes sociais. Os objetivos precisam ser mensuráveis e as métricas precisam estar em sintonia com a linha de negócios que a empresa possui. Não há como caminha para um lado contrário ao do pensamento empresarial. Exemplos de indicadores-chave de desempenho para o Twitter são:

  • Número de fãs por cidade, segmento, sexo ou região demográfica;
  • Porcentagem de comentários negativos e positivos sobre um determinado produto ou marca;
  • Atendimento ao cliente e os custos que as mídias sociais reduziram nesse serviço;
  • Feedback sobre ideias e sugestões de melhores ou reclamações.

Passo 2: medindo os resultados com Google Analytics

Sua empresa precisa ter em mente que nada é tão fácil ou tão difícil de ser analisado. Se for um dos dois, algo já está errado antes mesmo de ser verificado. O segundo passo se resume a medir os resultados colhidos durante a campanha e alguns pontos devem ser observados:

  • Crie filtros para as campanhas nas redes sociais. Verifique quais ações estão partindo de quais mídias sociais;
  • Crie landing pages para as mídias sociais: ofereça conteúdo atraente para uma mensagem mais clara, variando conforme sua campanha e a mídia a ser usada. Algum lugar deverá ser a página de destino contento suas informações. Ofereça vários caminhos e um ponto comum;
  • Acompanhe as interações com as mídias sociais no site: se os usuários não estão interagindo com o conteúdo de seu site, algo precisa ser rapidamente mudado.

Outras ferramentas gratuitas são:


Exemplos de ferramentas pagas:


Passo 3: interpretação dos dados

Você deve ter atenção aos dados das diferentes redes sociais. A análise do Facebook se diferencia da análise do Twitter, por exemplo. No caso da rede social de microblogs, 3 fatores são os essenciais,como perfis, atividade e engajamento. Já na rede de Mark Zuckerbeg, pode-se verificar dados qualitativos, quantitativos e atividade.

No Twitter, analise:

  • Perfis: veja o sobe e desce no número de seguidores, quantas tweets são relacionados à sua empresa e a média diária de publicações;
  • Atividade: nesse quadro entram o número de clicks, RTs, o tipo de conteúdo publicado e qual a estrutura de tweet que tem recebido o melhor CTR;
  • Engajamento: menções à uma palavra-chave, conteúdo das palavras-chave e análise de sentimento.

No Facebook, analise:

  • Dados quantitativos: número de likes, número de páginas visualizadas e referências externas.
  • Dados qualitativos: usuários, idioma, localização e tipo do feedback.
  • Atividade: mensagens visualizadas, interações, comentários, horários das interações e número de links públicos.

Passo 4: confira sua estratégia

Será que você está cumprindo suas metas estipuladas lá no primeiro passo? Se a resposta é positiva, parabéns! Não se esqueça de medir e agir com os resultados colhidos e analisados, sempre ficar atento para captar possíveis melhorias e sempre procure obter resultados ainda melhores. Porém, caso a resposta seja negativa, mude, logo! Identifique as métricas que estão obtendo os piores resultados. Abaixo segue algumas dicas para sua empresa improvisar:

  • Publique outros conteúdos ou em formatos diferentes;
  • Publique mais ou menos, dependendo do seu caso;
  • Estude seu público-alvo e seu comportamento e veja o que pode ser oferecido a eles. O que você gostaria que fosse oferecido a você? Pense também como o usuário;
  • Você responde aos comentários de seus usuários? Quantas vezes? Quando você responde? Verifique a sua interação com eles;
  • Quem são seus usuários? O que eles não estão fazendo? O foco sempre é o cliente;
  • Metas surreais? Talvez seus objetivos necessitem ser mais tangíveis.

muitas razões para você monitorar sua empresa nas redes sociais. O importante é você ter sempre em mente como trabalhar e montar um relatório com os dados obtidos, lembrando sempre que existem as oportunidades e os riscos de se realizar essas análises. Na dúvida de como começar o monitoramento, é só conferir diversas dicas espalhadas por aí. Mídia social também é uma arte. Se não souber interpretá-la, de nada adianta todo o esforço do artesão.

Por Cleyton Carlos Torres, jornalista e blogueiro


Acesse o Artigo Original: http://www.blogmidia8.com/2011/09/guia-basico-para-medir-os-resultados-da.html#ixzz1vnZp0HgR


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Cris Mattar

sábado, 5 de maio de 2012

Seminário de Mídias Digitais discute o poder das ferramentas da web





Com o objetivo de discutir e orientar sobre a forma como as novas mídias estão integradas nas práticas sociais e as maneiras de exploração da web 2.0, o ‘II Seminário Mídias Digitais e Transformação Social: novas possibilidades nas redes sociais’, reuniu centenas de profissionais e estudantes da área de comunicação na noite dessa sexta-feira, 27, no Quality Hotel Aracaju, no bairro Coroa do Meio. Realizado pelo Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social (Secom), o evento propõe promover o debate e levar conhecimento sobre a forte influência exercida por essas mídias na comunicação.

Em sua segunda edição, o seminário – direcionado especialmente para os assessores de comunicação do Governo do Estado, mas sem deixar de lado alunos, professores, profissionais e demais interessados no tema –, ofertou 300 vagas para participação, que foram preenchidas logo nos primeiros três dias de inscrição, demonstrando uma forte demanda e interesse nesta área de conhecimento.

O secretário de Estado da Comunicação, Carlos Cauê, explica que a importância da iniciativa se dá principalmente pelo fato de ainda ser muito pequena a reflexão sobre as mídias sociais, a cultura digital e questões ligadas à rede digital. “Ficamos orgulhosos por ser o Governo do Estado o protagonista dessa reflexão em Sergipe. É uma maneira de nos atualizarmos em relação às novidades que esse ambiente de comunicação tem trazido, assim como é, também, uma oportunidade para que os assessores de comunicação do governo sincronizem, cada vez mais, o entendimento da equipe como conjunto, sobre a comunicação digital”, revelou o secretário.

Ainda de acordo com Cauê, o seminário oferece a chance de integrar ainda mais a rede de comunicação do governo, uma vez que tais ferramentas transformaram a maneira de se pensar e gerir comunicação.

“O evento nos permite trazer os novos desafios apresentados nessa área e ao mesmo tempo aprendermos um pouco mais sobre esta. Hoje não é possível pensar comunicação sem levar em consideração as ferramentas da mídia digital. Porque, a partir destas ferramentas, a comunicação deixou de ser um privilégio do governo ou dos profissionais de comunicação para tornar-se parte do cotidiano da população, que emite opinião, críticas e análises através de redes como Orkut, Facebook e Twitter. Há um amplo diálogo ocorrendo na sociedade via mídias digitais e o governo precisa estar presente nisso, como já fazemos há algum tempo para construção de uma imagem adequada”, sintetizou Carlos Cauê.

“A principal vertente de um evento como este é trazer essa discussão que ainda se apresenta muito nova na comunicação como um todo. Como este é um segmento que muda muito rápido, é importante que se incentive a discussão permanente, pois as inovações tecnológicas tornaram a comunicação muito dinâmica e iniciativas como esta faz bem tanto para o governo, quanto para o mercado e a academia, ajudando no desenvolvimento da comunicação no estado”, declarou o secretário adjunto da Comunicação, Sales Neto.

Palestrantes

Para tratar do tema de forma objetiva, o evento conta com a participação de palestrantes que se tornaram referência no assunto, como é o caso de Martha Gabriel, que se apresentou na noite de abertura, e Gil Giardelli, Fábio Bito Teles e Rodrigo Capella, que se apresentarão no segundo e último dia da programação, neste sábado, 28.

A especialista internacional em comunicação digital, Martha Gabriel, ministrou palestra com o tema ´Redes Sociais: Oportunidades e Riscos´. Ela explicou que as plataformas de redes sociais como o Twitter, Facebook e LinkedIn têm crescido muito e modificado o modo como as pessoas se comportam e interagem. O ser humano é um ser social. Conforme as tecnologias de comunicação e informação evoluem e permitem maior penetração espacial e colapso temporal, mais isso favorece a função social do homem. Nesse sentido, a internet apenas colabora com a tendência que sempre existiu na essência social humana, e as pessoas tendem a usá-la cada vez mais para se relacionarem.

Desafios

Dando continuidade à temática explorada na primeira edição, ao abordar a forma como as novas mídias estão sendo integradas às práticas sociais, o evento contribui para alertar sobre as possibilidades do estreitamento da relação entre o poder público e a sociedade, através das redes sociais e a necessidade de que esta discussão seja feita tanto na esfera pública, como voltada à comunicação institucional.

A percepção do tema pelo público, neste ano, porém, apresenta uma nítida diferença em relação à edição anterior. Num intervalo de tempo de dois anos, sendo que a primeira edição ocorreu no ano de 2010, a diversificação das plataformas e a ampliação do acesso às redes sociais criaram a dimensão significativa que certas redes possuem na vida prática da sociedade, facilitando o reconhecimento do impacto ocasionado por estas ferramentas, ao passo que tornam seu domínio ainda mais complexo.

Para o coordenador do Núcleo de Cultura Digital da Secom, Domingos Lessa, esta diferença fica evidente pela insegurança de muitos profissionais de comunicação em relação ao universo das redes sociais. “Naquela época, o próprio assessor tinha receio de estar presente nas redes sociais. A gente precisava explicar para ele o que eram as redes sociais e o porquê que ele e sua secretaria ou órgão assessorado deveriam estar ali. Hoje, percebo que este panorama se modificou, pois as indagações vão além da conceituação. Eles já entendem a importância das redes, o receio hoje se define por algo mais complexo, no entendimento de como proceder em relação à possíveis crises que surjam nesse meio”, esclareceu o coordenador.

Outro desafio que apresenta um lado positivo e negativo ao mesmo tempo é a efemeridade das redes. No ambiente digital, as mudanças acontecem rápido demais e os produtos acabam por ter um tempo de vida e relevância muito volúvel. “As redes sociais e o impacto causado por elas mudam rapidamente. Mas da mesma maneira, elas saem de foco e dão espaço para outras que surgem. O desafio está em cada assessoria entender como cada uma delas deve participar de cada uma dessas redes, pois há uma comunicação específica para cada uma. Além de compreender que se deve levar em conta quem é o seu público e como levar essas informações e conteúdos para esse público”, explicou Domingos Lessa.

Para o estudante de jornalismo, José Rivaldo Soares, as redes sociais mudaram o perfil do público que consume informação, transformando o modo de se fazer jornalismo e publicidade. “É legal o governo disponibilizar essa discussão para quem estuda ou trabalha com comunicação, pois isso demonstra a preocupação com a nossa categoria e com o tipo de profissional que se está formando para o mercado,” revelou o futuro jornalista.

De acordo com o estudante de publicidade Pedro Lisboa, o seminário oferece a oportunidade de dimensionar e avaliar o posicionamento das empresas em relação ao assunto abordado. “Eu trabalho com isso e essa área possui um campo muito aberto, com muitas oportunidades. O seminário trouxe palestrantes muito bons, como Martha Gabriel, que é referência nacional no assunto. Isso é bem legal, enfatizou o estudante.

Novidade

Mais uma novidade desta edição foi a transmissão em tempo real das palestras. A ideia se justifica pela alta demanda de inscritos e tem o intuito de divulgar o evento para quem não pode comparecer ao local onde estava sendo realizado o seminário.

A proposta teve a parceria da Universidade Tiradentes (Unit), que se disponibilizou em exibir a transmissão nos auditórios da instituição. A transmissão ao vivo também foi disponibilizada no site da Agência Sergipe de Notícias, no blog no Governo e em outros canais que retransmitiram o conteúdo através do canal da Unit.

Fonte: http://www.faxaju.com.br

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A sua empresa e as redes sociais


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social media redes sociais
Stephanie Kohn

Redes sociais. Este é um dos termos mais comentados dos últimos tempos, seja na sala de aula, em casa, rodas de amigos ou no trabalho. No mundo corporativo, milhares de executivos têm quebrado a cabeça para poder incluir no dia a dia da companhia as ferramentas de comunicação disponibilizadas por estas redes.

Para aqueles que estão se aventurando por conta e risco nessa empreitada, um aviso: há muita coisa para ser analisada antes de simplesmente criar um perfil na rede mais popular do momento. Segundo o professor André Rosa, jornalista e especialista em web, a primeira lição para as empresas que querem se comunicar pelas redes sociais é se lembrar que estes sites não são uma extensão das ferramentas tradicionais de comunicação.

"Há uma lógica diferente e, por isso, não dá para criar estratégias de marketing e comunicação se baseando nas mídias tradicionais. Esse, aliás, é um grande erro. Antes de entrar na rede mais popular é preciso que a empresa questione o que quer alcançar", ressalta André. "Esse tipo de utilização das redes é uma forma muito limitada e certamente um erro primário", completa.

Normalmente, as empresas se focam em dois objetivos: presença ou engajamento do usuário. No primeiro caso, André explica que é comum as marcas buscarem apenas indicadores como grandes quantidades de "Curtir" em um post ou seguidores. No entanto, este tipo de relação com as redes sociais são pouco efetivas. Já no caso do engajamento é necessário muito mais do que apenas uma presença digital, é preciso tornar o usuário um aliado.

Para isso, existe uma tríade fundamental: desenvolver conteúdos atraentes e relevantes, ter diálogo e conseguir uma equipe preparada. "Para tornar o usuário um aliado da sua marca é preciso o máximo de trabalho e objetivos muito claros. Os conteúdos devem trazer popularidade e serem úteis. Só assim o usuário vai perceber o quanto vale a pena estar conectado a essa empresa", afirma.

As companhias devem enxergar as redes sociais como um espaço de diálogo, onde elas podem oferecer feedbacks, conteúdo atraente e divulgar sua ideia, de acordo com André. O professor ainda ressalta que cada rede tem um propósito e se encaixa melhor em uma situação. No Facebook, por exemplo, é possível adicionar um dos formatos mais atraentes de conteúdo: o vídeo. Fora isso, dentro do site é possível discutir e comentar assuntos de forma fragmentada, enquanto que no Twitter as mensagens são mais soltas e não mantêm um histórico linear. "O Twitter tem um caráter de agilidade muito grande e é comumente usado para reclamações. Porém, o ideal é explorar ambos em suas melhores características", comenta.

Em relação a equipe, André observa que existem alguns pré-requisitos importantes na hora da contratação de um profissional de mídias sociais. Para ele, além da especialização, a pessoa deve ter noção de sociologia para saber um pouco do comportamento humano, alem de ter um tino comercial. "Ele deve ser um ombro amigo e um bom vendedor, essas qualidades precisam coexistir, pois é fácil encontrar muitos usuários tentando desestabilizar a marca [conhecidos como Trolls]", conta. "Organizar e fazer curadoria das redes sociais é uma missão delicada em que se deve levar em consideração as limitações tecnológicas do profissional e o tamanho da equipe", conclui.

Existem ainda centenas de toques e dicas para as empresas que estão ingressando nas redes sociais. E o ideal é buscar cursos e palestras que estimulem a reflexão e diálogo sobre o assunto. Muitas vezes, os casos de sucesso de outras empresas servem como um enorme aprendizado. Lembrar-se da tríade comentada pelo professor é o começo de tudo para minimizar os erros mais comuns.

Fonte: www.olhardigital.uol.com.br

4 novas tendências na rede social


A que as empresas precisam ficar atentas para aumentar seus resultados na internet no ano que vem

Por Silvio Tanabe

Fazer previsões é tão tradicional em finais de ano quanto amigo secreto, árvore de Natal, panetone, ceia e troca de presentes. Então para não fugir à regra também vou fazer o meu exercício de futurologia para 2012 em relação ao marketing digital.

Minhas previsões têm um grau de certeza muito maior que a de outros palpites por aí. Infelizmente, não porque a minha bola de cristal seja melhor (quem dera, estaria vendendo cada uma por alguns milhões de dólares!), mas porque não se tratam de conjecturas e sim de realidade. A verdadeira previsão na verdade é que as quatro tendências mencionadas aqui devem se tornar ainda mais importantes para as empresas em 2012 e nos próximos anos. Vamos a elas.

1. Vídeo é rei: Muitos especialistas estão dizendo que até 2015 cerca de 90% do conteúdo da internet será em vídeo, e não é difícil de acreditar. Mensalmente são postados no YouTube cerca de 900 mil horas de imagens, e à medida que câmeras e filmadoras se tornam cada vez mais acessíveis (já é possível fazer material de qualidade inclusive nos celulares mais simples), esse volume deve realmente aumentar.

Por outro lado, a popularização da banda larga e a integração com a TV (já existem aparelhos que permitem o acesso direto) começa a despontar, cresce também a audiência por esse tipo de conteúdo, criando oportunidades também para sua empresa. É o momento para investir ou atualizar o vídeo institucional, gravar depoimentos de clientes, divulgar produtos e serviços e colocar tudo à disposição no YouTube, com compartilhamento no site, blog e redes sociais.

Se você atua em alguma área de especialidade, estética por exemplo, é importante gravar vídeos de orientação sobre como se cuidar no verão, etc. Esse conteúdo serve não só para gerar referências como também mais credibilidade.

2. Marketing digital na nuvem: Pouco a pouco o conceito de cloud (nuvem), já bastante difundido nos EUA, começa a chegar no Brasil. Sites como UOL e Terra já oferecem a opção de se assistir a filmes e ouvir música sem a necessidade de mídias físicas, bastando baixá-las da "nuvem". Fornecedores de tecnologia como a Locaweb possibilitam às empresas armazenar todos os seus dados na "nuvem", acabando com a necessidade de possuir e manter dispendiosos servidores.

Da mesma forma, os serviços de marketing digital tendem também a ser realizados na "nuvem", e nada mais natural. Qual a diferença do trabalho de otimização do seu site, por exemplo, ser realizado por um técnico em São Paulo, Rio de Janeiro, Campo Grande ou Manaus se o trabalho garantir resultados e for orientado por profissionais locais?

Ao contrário de ser um risco, os serviços de marketing digital em nuvem significam uma vantagem. Tanto os clientes quanto as próprias agências podem contar com profissionais de qualidade, independente de onde estiverem e vão se tornar cada vez mais comuns.

3. Internet dentro da internet: Mark Zuckerberg, dono do Facebook, um dos sites que mais cresce no mundo em número de usuários (ultrapassou a marca dos 700 milhões este ano) já declarou que seu objetivo é transformar o Facebook em uma "internet dentro da internet". Isso siginfica que tudo o que é importante na web terá uma versão "facebookeada". Pode parecer megalomania, mas o fato é que já está acontecendo.

Empresas estão substituindo seus sites por fan pages; novos aplicativos como o Like Store permitem que lojas de e-commerce abram "filiais" no Facebook; há inclusive ferramentas dentro do Facebook que substituem o MSN e Twitter, tudo para que o usuário encontrar tudo o que precisa sem sair do site.

É muito cedo para dizer se o Facebook vai se tornar sinônimo de internet, mas por via das dúvidas é melhor você se preparar. Comece a fazer testes. Se ainda não possui, crie uma fan page da sua empresa. Tem um e-commerce? Monte um loja também na rede social. Integre tudo com seu site e outras mídias sociais e monitore o desempenho. Você pode descobrir novos e melhores canais de relacionamento com seus clientes e consumidores.

4. Fim do improviso no marketing digital: Há um pouco de otimismo nesta afirmação, mas à medida que aumenta a importância do marketing digital, igualmente aumenta a exigência por profissionais mais qualificados. E à medida que as ações se tornam mais complexas, ele também precisa planejar, coordenar e integrar as diferentes iniciativas (otimização, links patrocinados, e-mail marketing, redes sociais, mídias sociais). Além de técnicos, os profissionais e agências precisam ser estratégicos para garantir que o marketing digital realmente faça diferença.

Exemplo dessa nova tendência é o surgimento de metodologias como os "8Ps" do marketing digital, cuja finalidade é fazer com que as empresas aumentem os resultados dos seus investimentos na internet através de ações estruturadas.

Dessa forma, além de acompanhar as previsões, aproveite também para estudar métodos para aumentar os resultados com marketing digital em seu planejamento para 2012.

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Fonte:www.administradores.com.br

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

5 drops de mídias sociais





Mariela Castro


A internet no celular


O mundo é móvel e ele está no seu celular. Cerca de 20% da população mundial que possui celular usa o aparelho para acessar a internet – isso dá mais ou menos um bilhão de pessoas. O levantamento, realizado pelo Google, aponta que, em 91% dos casos, o objetivo da navegação online é fazer buscas na rede, em 84% para utilizar aplicativos e em 81% para checar emails. Mas tem muita gente também que já está usando seu celular para acessar redes sociais (43%) e assistir vídeos (20%) diariamente.


Guy encanta, agora em português

A editora Alta Books acaba de lançar a edição brasileira do bestseller Enchantment, de Guy Kawasaki. Conhecido por seu trabalho no passado como evangelista da Apple, Guy Kawasaki tornou-se um dos mais cultuados consultores do mundo corporativo. “Encantamento – A Arte de Modificar Corações, Mentes e Ações”, mostra como esse dom pode ser mais poderoso do que a persuasão, a influência ou as técnicas de marketing tradicionais.




E, segundo o autor, vale durante uma transação no varejo, uma negociação no mais elevado nível corporativo, ou em uma atualização do Facebook. Tanto no mundo dos negócios quanto nas relações pessoais, a meta não deve ser apenas alcançar um objetivo, mas sim obter uma mudança voluntária, duradoura e agradável nas outras pessoas. “Quer mudar o mundo? Quer transformar lagartas em borboletas? Para isso é necessário mais do que relacionamentos comuns. É necessário convencer as pessoas a sonhar o seu sonho”, define Kawasaki. O livro custa R$ 59,90 e está à venda nas principais livrarias do país.




Pegadas digitais

Muitas empresas brasileiras já perceberam a importância do relacionamento online com os seus consumidores, mas ainda não sabem como utilizar a web para agregar valor ao negócio. Por mais que pareça um grande lugar-comum, é ainda uma verdade presente. A grande parte ainda vê as redes sociais como canais complementares e não estratégicos.


Se você quiser concordar ou discordar disso, pode acompanhar no próximo dia 18 a palestra Pegadas digitais: como conquistar, cativar e fidelizar os consumidores?. O papo será conduzido pelas jornalistas Gabriela Mafort, da Globonews, atualmente editora multimídia do programa Conta Corrente, e Juliana Germann, especialista em e-business e responsável pela recente implantação da área de Mídias Digitais da EBX, uma das empresas do império de Eike Batista.


Na pauta, hábitos de consumo dos nativos digitais, exemplos de sucesso – e de fracasso – do relacionamento entre empresa e consumidores no mundo digital, e como identificar e seguir as “pegadas digitais”, aprendendo a transformar dados dispersos em informações estratégicas para a sua empresa reagir com rapidez às crises e oportunidades.


A palestra acontece no dia 18/10, no Rio de Janeiro. Mais informações no site da agência B+, que organiza o evento.



A revolução continua

Depois de uma revisão/ampliação, o publicitário André Telles traz nova edição de seu livro “A Revolução das Mídias Sociais”, em que atualiza a discussão sobre o impacto das redes e da tecnologia na vida das pessoas e das empresas. Para ele, o aprimoramento das redes sociais – que deixaram de ser apenas canais para estar em contato com amigos e pessoas com interesses em comum – levou à efetiva utilização dessas plataformas para relacionamento com as marcas. Daí a importância do planejamento em marketing digital, para que as marcas estejam presentes online de forma efetiva e profissional, para se comunicar e interagir com seus consumidores. O livro foi publicado pela M.Books e está à venda nas Livrarias Cultura.


Relações Públicas 2.0

Como criar um plano de mídia social: construindo comunidades e percepção de marca através de comunicação social estratégica. O longo nome é de um webinar (seminário na web) que a Public Relations Society of America (PRSA) promove no dia 25 de outubro, com a estrelada Deirdre Breakenridge, autora de bestsellers na área de relações públicas na era da web 2.0, entre eles “Putting the Public Back in Public Relations” (com o também estrelado Brian Solis), “PR 2.0” e “Cyberbranding: Brand Building in the Digital Economy”, todos ainda sem tradução em português. Para quem está com o inglês afiado para acompanhar online, mais informações e inscrições no site da PRSA.

www.RevistaExame.Abril.com.br

Empresas contratam através das redes sociais



Companhias adotam redes sociais para contratar

Facebook e Twitter tornaram-se um ambiente ideal para busca profissionais


As redes sociais estão cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas e começam a avançar também no recrutamento de pessoal. Dados de agosto deste ano do Ibope Nielsen Online mostram que o Facebook tem 30,9 milhões de usuários, o Twitter, 14,2 milhões e o LinkedIn mais de 4 milhões. Num universo desta magnitude as redes tornaram-se um ambiente ideal para busca profissionais.

Segundo Glória Di Monaco, sócia da Navigators, empresa especializada em estratégias para mídias digitais, existem duas formas de recrutamento nas redes: uma delas é a informal e, neste caso, os profissionais de recursos humanos usam o LinkedIn, por exemplo, para localizar perfis interessantes. "Mas isso pode ocorrer de maneira aleatória, sem planejamento", conta. A outra diz respeito a empresas com estratégias estruturadas de recrutamento a partir dos processos de seleção, divulgando nas redes sociais os programas que realizam no mundo real.

Mais maduros

Levantamento da desenvolvedora de softwares para seleções Vagas Tecnologia com base em currículos cadastrados no site vagas.com.br mostra que, dos 54.180 usuários, apenas 8% dos profissionais com idade entre 30 e 34 anos possuem um perfil no Facebook para consulta num eventual processo de seleção. No Twitter , o índice é de 9% e, no LinkedIn, 11%. Entre os profissionais com 35 anos ou mais, os porcentuais são ainda mais baixos: 4% para Twitter e Facebook e 5% para LinkedIn.

O gerente de marketing e vendas da empresa, Luis Testa, diz que os candidatos do site têm opção de colocar no currículo um link para que o profissional de recursos humanos possa visualizar o perfil no Facebook, Twitter e LinkedIn. No levantamento foram analisados perfis de candidatos que tiveram a iniciativa de integrar seus currículos com suas redes sociais.

Agencia Estado