quarta-feira, 30 de junho de 2010

A Marca, O Consumidor e o Produto na Web 2.0 Zone


Qual é a percepção que o consumidor tem sobre o seu produto? Quando ele entra em uma loja, ele pode achar que o que a vendedora está lhe mostrando é ridículo, feio ou de má qualidade, mas ele não dirá isso a ela e simplesmente marchará para fora da loja. Nas redes sociais, por outro lado, chega a assustar o grau de sinceridade das pessoas quando exprimem suas opiniões. Elas podem simplesmente detonar um produto sem o menor pudor.

Claro, esqueça a possibilidade de “controlar” o que as pessoas falam a respeito da sua marca ou produto. Esqueça também a ideia de não participar das conversas porque elas continuarão acontecendo com ou sem você.

O que fazer, então? O conceito agora é participação.

1. Entenda como as pessoas se engajam e participam. Charlene Li, festejada autora de Groundswell e especialista em mídias sociais, define uma “pirâmide”. Na base, estão os que simplesmente assistem: lêem blogs e notícias, assistem vídeos online, ouvem podcasts. No segundo estágio, os que compartilham: fazem uploads de fotos, compartilham vídeos ou links que acharam interessantes. Um degrau acima, estão os que comentam em blogs, participam de fóruns de discussão, avaliam produtos e serviços. Mais além, há os que produzem conteúdo: gente que redige blogs, produz vídeos e apresentações. Por fim, no topo da pirâmide, estão os chamados curadores, os que definem as discussões, moderando fóruns, criando wikis etc.

2. Ofereça conteúdo interativo, inteligente e divertido. A sua existência física (lojas, quiosques, stands) e a sua presença virtual (site, redes sociais etc) têm que estar totalmente alinhadas e coerentes. Nada mais frustrante do que o vendedor da loja não saber de uma promoção que está rolando no site da empresa e não saber atender o cliente. O site, por sua vez, deve ser de fácil navegação. Todas as promoções, online e offline, devem considerar o estilo do público-alvo e a linguagem que o toca.

3. Estimule o diálogo. Não se feche na sua carapaça de “estrategista das mídias sociais” e não empurre um monte de conteúdo chato para cima do cliente que acompanha seu site, blog ou Twitter. A internet é um canal de duas mãos, e você deve OUVIR antes de falar. Não use esses canais para fazer spam dos seus produtos, qualidades ou promoções.

Fonte : portalexame.abril.com.br

Dia da Mídia Social


Hoje é o Dia da Mídia Social. Que tal comemorar?
Evento organizado pelo site Mashable ao redor do mundo celebra as mudanças que a mídia social proporcionou na vida das pessoas. Em São Paulo, evento acontece no Roofs Eventos, a partir das 19hrs

Hoje, 30 de junho, cerca de 500 cidades de 90 países ao redor do mundo comemoram o Social Media Day. São Paulo também está na lista e quem organiza o evento por aqui é a companhia MOBMOB, em conjunto com a Trade Network.

A ideia inicial foi do site Mashable, que criou um dia especial para a celebração da mídia social. O site convidou os leitores a participarem dos eventos em Nova York e São Francisco. No entanto, encoraja a organização do evento em outros lugares, como aconteceu em São Paulo.

De acordo com o site, a mídia social mudou nossas vidas. Então, por que não comemorar?

Em São Paulo o evento acontece no Roofs Eventos, localizado na Rua Funchal, 418, a partir das 19 hrs. A comemoração contará com a participação de Raymundo Magliano Filho, ex-presidente da Bovespa e presidente do Instituto Norberto Bobbio, e também de Viviane Maia, editora do site Época Negócios, além de outros participantes discutindo o impacto das mídias sociais, tanto no dia-a-dia quanto no lado profissional.


Confira abaixo a programação do evento:


19:00 Coquetel no Lounge MTV com DJ Jurassico
20:00 Abertura do Social Media Day SP na Sala Mashable
20:15 Painel de discussões (com os convidados acima citados)
21:30 Perguntas aos palestrantes
22:00 Encerramento
22:15 Confraternizacao no Lounge MTV com DJ Jurassico


As inscrições já estão encerradas. Porém, é possível participar do evento enviando perguntas pelo Twitter. Basta incluir as hashtags #SMDay e #SP.
Fonte: Olhardigital.uol.com.br

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Lançada a 1 rede social empresarial , a Chatter


Mercado adequa Rede Social à demanda corporativa

:: Ana Paula Lobo
:: Convergência Digital
Lançada a primeira rede social empresarial, com características semelhantes do Twitter e Facebook, mas desenvolvida para facilitar a integração com sistemas empresariais como o de gestão empresarial (ERP), relacionamento com clientes (CRM) e outros. Batizada de Chatter, ela também facilita uma comunicação, em tempo real, com clientes e fornecedores.

O lançamento da Chatter, desenvolvida pela Salesforce.com, aconteceu nesta terça-feira, 22/06, mundialmente. Os 77 mil clientes da empresa, fornecedora de soluções para áreas de vendas e de atendimento por meio de serviços de nuvem, terão acesso gratuito à rede social. Mas estará aberta para novos usuários.

"Quem não for nosso cliente e não tem o interesse de comprar nossos serviços, mas quer adotar a plataforma da rede social na sua empresa, poderá comprar o produto isoladamente. O custo será de US$ 15 ( cerca de R$ 30,00) por usuário", revelou ao Convergência Digital, o presidente da salesforce.com para América Latina e Caribe, Enrique Perezyera.

Para o executivo, a primeira rede social privada é uma mudança de paradigma para a companhia e abre oportunidades de novos negócios. "Se hoje nossa atuação está muito centrada em algumas áreas da corporação, entre elas, a de vendas, agora, podemos entrar em todos os setores, como o de Recursos Humanos, de Marketing, de Negócios. Todos querem se relacionar, especialmente, por meio de uma plataforma segura, ponto crítico para os gestores", destacou Perezyera.

Questionado sobre o montante investido no desenvolvimento da Chatter, o executivo não quis revelar valores, tampouco a expectativa de adesão na região latino-americana. A rede social teve um lançamento beta em fevereiro deste ano para 100 empresas e, em função da receptividade, foi estendida para cinco mil clientes.

A plataforma, diz ainda Perezyera, é adaptada para uso em qualquer dispositivo móvel. "Os aplicativos podem baixar no iPad, no iPhone, nos celulares com Windows Mobile. E mais: Os desenvolvedores podem criar seus aplicativos, adicionando recursos, de acordo com suas necessidades", completou.

A previsão do Gartner é que ainda este ano, mais de 50% das empresas terão suas próprias redes sociais, para interação entre os funcionários. E até 2014, a estimativa é de que as redes sociais substituam a comunicação interpessoal para 20% dos usuários corporativos.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Marketing Politico na web2.0



Marketeiros Políticos Web 2.0 E 3.0



Por: Sullyvan Andrade



* Por Sullyvan Andrade, publicitário, especialista em marketing político e propaganda eleitoral pela Universidade de São Paulo (ECA/USP). Diretor da Marketing Pólis, empresa especializada em consultoria e assessoria em marketing político.



A nova geração de especialistas em marketing político tem um novo ícone para se inspirar e o nome do momento, alvo de estrategistas de campanha do mundo inteiro e de partidos políticos, é Ben Self, um jovem de apenas 32 anos. Fundador da Blue State Digital (BSD), empresa que cuidou da estratégia de Barack Obama pela Internet e o ajudou a arrecadar um valor aproximado de US$ 500 milhões, entrou para a história das estratégias de campanha política nos EUA e no mundo. Um outro nome, da nova geração, com, 27 anos, que foi o co-autor do discurso de posse de Obama, e o escritor Jon Favreau, informou o site de noticias.terra.com.br, matéria extraída do dia 19 de janeiro de 2009, matéria da Redação Terra.

Há quem diga que, para liderar uma campanha, quanto mais experiente e mais velho, maior a probabilidade de vencer-se uma eleição. Talvez quem o afirmasse, estivesse correto em alguns casos, mas Ben Self mostrou o contrário e provou que, em uma campanha, ter sensibilidade é crucial para perceber que tipo de estratégia pode ser utilizada, mostrando que experiência, muitas vezes, é apenas “detalhe”.
Uma nova cultura, um novo paradigma foi inserido com a arrecadação de recursos financeiros para a campanha presidencial nos EUA, já no Brasil, para que isso aconteça, a liberação do uso dos sites de relacionamento terá que passar ainda pelo senado. Enquanto isso, repensar a estratégia de campanha que foi utilizada pela BSD, será fundamental e oportuno. Mas, afinal, o que ela fez para arrecadar tanto? Em uma matéria extraída, parte da entrevista de Ben Self, no jornal estadao.com.br do dia 27 de julho de 2009, matéria de Juliana Duailibi.

“Uma das sacadas da BSD foi pulverizar as doações por várias páginas de relacionamento na internet, que tinham em comum o apoio à campanha de Obama. As pessoas entravam na rede, doavam, articulavam eventos pró-campanha e ainda participavam de grupos de discussão sobre a arrecadação. Milhões de dólares foram doados em questão de dias. "Nós descobrimos que as pessoas adoram fazer esse tipo de conexão, mesmo que elas não se conheçam. E elas voltam para doar 3, 4, 5 dólares", afirmou Self ".

Participando de uma palestra de Ben Self, a revista INFO coletou bastantes dicas e as colocou na matéria “O braço direito (digital) de Barack Obama”, do dia 19 de maio de 2009, info.abril.com.br, em que Self especificou também algumas estratégias utilizadas no dia-a-dia da Blue State Digital.

“Havia um espaço antiboatos, em que os próprios eleitores esclareciam eventuais notícias falsas que poderiam prejudicar o candidato, numa espécie de Wikipédia para gestão de imagem. Anúncios online foram comprados para que os americanos que recebiam e-mails com pedidos de votos pudessem clicar em links do seu próprio webmail e fazer a doação. Empresas faziam campanhas do tipo a cada dólar que você doar, nós colocamos outros três. Um mashup com um serviços online de mapas mostrava as casas em volta de sua residência que já tinham declarado apoio a Obama, as que estavam indecisas e as que votariam no candidato do Partido Republicano, John McCain. No total, foram formadas mais de 30 mil comunidades oficiais pró-Obama nas eleições”. Relata Self, durante evento Go2, realizado em São Paulo, extraída no site info.abril.com.br, do dia 19 de maio de 2009, matéria de Bruno Ferrari.

Em um outro trecho encontrado no site radiodelicatessen.com.br, postado em 20 de maio de 2009, extraíram-se citações da palestra de Self, que continham ainda mais informações sobre estratégias:

“Conseguíamos, por exemplo, saber quais eleitores liam os e-mails que enviávamos e em quais links das mensagens eles clicavam. Havia também uma ferramenta que transformava os apoiadores de Obama em cabos eleitorais por telefone. Com base em informações que disponibilizávamos no site da campanha sobre eleitores indecisos, os apoiadores de Obama podiam ligar para cada um deles sem sair de casa, para fazer propaganda. Em outros tempos teríamos de ter uma central de telemarketing. Outra ferramenta do nosso site era chamada Vizinho a vizinho. As pessoas encontravam na página de Obama o endereço dos dez eleitores indecisos mais perto de sua casa. O voluntário, então, ia até às casas dessas pessoas, conversava com elas e, na volta, colocava todas as informações coletadas no nosso site, contribuindo para o nosso gigantesco banco de dados. Com isso, éramos capazes de saber quem ainda precisava ser convencido a votar em Obama e com quais argumentos“.

Motivar as pessoas, dando atenção ao eleitor e pedindo doações pela Internet, foi a estratégia-chave da BSD, porém, se pararmos para analisar, a estratégia utilizada não foi e não é novidade para o marketing político. Dar atenção ao eleitor, identificando demandas, anseios e necessidades, segmentando os públicos-alvos, sempre esteve e estará presente no marketing político. A única diferença, porém, fundamental da empresa BSD, foi a adaptação disso para a linguagem da Internet. A segunda geração da Web hoje, propicia inúmeras possibilidades como a de sugerir, dialogar, criticar, multiplicar a informação a distância, o que a caracterizou como Web2.0 e, se não bastasse, surge a terceira geração na forma de empreendedorismo e lucro. Além disso, motivar doações em dinheiro com os recursos da Internet, há rumores no Google de que ações como estas já caracterizam a Web3.0 e, quem já faz parte dela, quem entende sua linguagem, está em grande vantagem, porque assim como Self, de 32 anos, achou um caminho de sucesso. Os novos especialistas em marketing político, informados com a segunda e a terceira geração da Web (Web2.0 e Web3.0), aparecerão com as mesmas estratégias de motivação e arrecadação que a BSD utilizou, porém, lançando outras novidades que certamente farão a diferença em campanhas eleitorais daqui para frente no Brasil e no mundo. Uma questão de sensibilidade e adaptação à cultura.

Leia as vantagens em se utilizar a Web na propaganda política no site:
http://www.marketingpolis.com.br/ler_not.php?noticia=1845




*fonte : artigonal.com

Camiseteria : Exemplo de sucesso de 'empresa da web2.0



Conheça a história da Camiseteria, empresa que vende camisetas pela web feitas com estampas enviadas por usuários do site.
Por Pensando Grande

Quando pensou em iniciar mais um negócio, após tentativas não bem sucedidas, Fábio Seixas nem imaginava alcançar um faturamento de mais de 2 milhões de reais vendendo camisetas pela Internet. Para ele, acreditar em uma ideia e persistir são elementos essenciais aos empreendedores. À princípio, o então projeto de Fábio pode parecer bastante simples, mas o que faz da Camiseteria um sucesso entre os negócios chamados 2.0 é sua aposta na colaboração. Todo o negócio é baseado neste conceito, usuários inscrevem estampas próprias no site, os trabalhos participam de um concurso, as ilustrações mais votadas estampam as camisetas vendidas no site. "Nós premiamos os autores das estampas vencedoras com R$ 800 em dinheiro e R$ 500 em créditos de compras. A cada reedição o artista ganha R$ 300. Este é o grande diferencial para a divulgação da empresa, quem envia sua estampa quer que ela seja vencedora, assim, os próprios colaboradores divulgam a marca", conta Fabio, fundador da marca.

Para expandir ainda mais a divulgação da marca, as mídias sociais são amplamente utilizadas. O site da Camiseteria permite que cada usuário amante de estampas crie uma página com seu perfil que estabeleça uma interface com canais como o Twitter e Facebook. Desde a criação da marca, a utilização das mídias sociais como instrumento eficaz de divulgação do conceito foi fundamental. "Hoje em dia as mídias sociais representam vendas para nós. O Twitter representa cerca de 12% das nossas vendas, o Facebook 4%".

A Camiseteria é uma empresa de moda que não tem nenhum funcionário especializado no tema. O que você diria se soubesse que o fundador da marca é um analista de sistemas? Sim, Fabio é formado em Análise de Sistemas e desde os tempos de Universidade já apresentava características de um empreendedor nato. Seixas foi dono de quatro empresas, todas baseadas na Internet, entretanto a Camiseteria foi a primeira bem sucedida. A trajetória do empresário no mundo dos negócios começou em 96, quando trabalhava na Mantel (que futuramente se transformou em IBest). "Sempre tive vontade de empreender. Naquela época me juntei a alguns amigos e abri uma empresa produtora de sites", conta o empreendedor.

Entretanto, o seu primeiro negócio não alavancou. Dois anos depois veio a segunda tentativa: uma empresa que comercializava posters online, a empresa também não sobreviveu por muito tempo. "Na época eu tinha um concorrente que está aí até hoje. Eu não dei certo, mas pelo menos servi de inspiração para o sucesso de outro empresário", relembra bem humorado. Em 1999, com a Internet mais consolidada no Brasil, foi a vez de uma empresa de holding de projetos online. A empreitada cresceu rapidamente, um ano depois recebeu o investimento de R$ 1,5 milhão de um investidor. Em março do mesmo ano veio a bolha da internet e a empresa de Fábio mais uma vez não teve fôlego para continuar. O empreendedor voltou ao mercado formal, mas sempre manteve-se atento às oportunidades.

Alguns anos depois, em 2004, seu atual sócio o chamou para fazer um orçamento para um sistema para concurso de design, que ele havia conhecido nos Estados Unidos. Fábio enxergou um negócio promissor e disse ao amigo que gostaria de ser seu sócio, o projeto se transformou na Camiseteria. "Para começar tivemos uma boa ideia, lançamos uma campanha entre nossos amigos: um kit pré-venda que dava o direito de compra de seis camisetas pelo preço de três quando inaugurássemos a marca", conta Fabio. Essa criativa estratégia de marketing provou a sua eficácia: três meses depois de inaugurada a Camiseteria já estava com o caixa estável.

Atualmente, o negócio vai de vento em popa, mas o caminho de Fabio também teve problemas. Como todo pequeno empresário, ele passou por dificuldades. "Eu não entendia nada do mercado de moda, não sabia gerir um estoque, cometi diversos erros", desabafa relembrando os problemas de gestão que teve no início. O empresário conta ter buscado informações em livros, amigos, internet e outros empreendedores para alavancar seu negócio.

Como toda empresa 2.0, a Camiseteria também tem a tecnologia como ferramenta fundamental para gestão do negócio. Fabio conta que durante oito meses passou madrugadas em claro desenvolvendo o site da sua empresa e o construiu utilizado tecnologias Microsoft, que estuda desde os tempos de faculdade. Para este projeto, o empresário utilizou .NET, componente do Windows que oferece suporte à criação e execução de aplicativos e serviços XML da Web, e o SQL Server, um gerenciador de banco de dados.


fonte: administradores.com.br

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Brasil lidera nas Redes Sociais, diz estudos

Alcance de redes sociais no Brasil é maior que em outros países, diz estudo
Percentual de usuários de redes sociais é maior que em países como Itália, Estados Unidos e Japão
Claudia Tozetto, iG São Paulo

O Brasil é um dos países com maior adoção de redes sociais em todos o mundo. O País lidera a lista de países com mais usuários que visitam redes sociais, em proporção ao número total de internautas. O estudo da consultoria Nielsen foi feito com 10 países - incluindo Estados Unidos, França e Alemanha - e mostra que 86% dos usuários ativos de internet no Brasil usam algum tipo de rede social. Em média, eles passaram cerca de cinco horas navegando nesse tipo de site durante o mês de abril.

Reprodução

Orkut estimulou acesso a redes sociais no Brasil


O Orkut foi um dos sites que ajudou a popularizar as redes sociais no Brasil. O Google lançou a versão brasileira do site em 2004 e, em setembro de 2005, metade dos brasileiros ativos na internet já havia se conectado ao Orkut.

Apesar disso, os usuários da Austrália lideram em tempo gasto nas redes sociais, com mais de sete horas de navegação em abril. Em terceiro e quarto lugar aparecem Itália e Estados Unidos, onde os usuários navegaram cerca de seis horas e meia nas redes sociais no mesmo período.

Em outros países, o Facebook alavanca a audiência em redes sociais. Na Itália, a rede social capturou dois terços dos usuários ativos em abril. Em contrapartida, os japoneses são os que menos acessam o Facebook, com audiência e tempo gasto menores do todos os 10 países analisados. O Brasil aparece na penúltima posição: aqui, somente 26% dos usuários ativos visitaram o site em abril.


mundo virtual/IG

domingo, 13 de junho de 2010

" Coroas " com presença firme nas redes sociais


As redes sociais não são uma exclusividade das pessoas com menos de 40 anos. Mais de 25% dos norte-americanos com 50 anos ou mais se mantêm conectados a sites como Facebook, Twitter e MySpace, de acordo com uma pesquisa. E mais de metade dos adultos com idade entre 50 e 64 anos se declaram bons conhecedores da internet.

"Os dados mais recentes nos dizem que as redes sociais estão se tornando cada vez mais uma parte da vida cotidiana, para os norte-americanos com 50 anos ou mais, e especialmente para a geração do baby boom (os nascidos entre 1946 e 1964)," disse Kevin Donnellan, vice-presidente de comunicação da AARP, responsável pela pesquisa.

A poderosa organização de aposentados norte-americanos afirmou que o Facebook é, por larga margem, o mais popular entre os sites de redes sociais, seguido por MySpace, LinkedIn e Twitter.

Eles usam a internet para acompanhar o mundo e também as pessoas que lhes são importantes"Autora do estudoCerca de um quarto dos norte-americanos mais velhos participam do Facebook, sendo que 73% deles dizem usar o serviço para se manter em contato com parentes, mas não apenas com filhos e netos.

"Eles usam a internet para acompanhar o mundo e também as pessoas que lhes são importantes," disse Jean Koppen, autora do estudo.

Ela acrescentou que os adultos mais velhos estão no Facebook para se manter conectados não apenas com suas famílias, mas com seus amigos e colegas.

Cerca de 50% dos adultos mais velhos foram apresentados aos sites de redes sociais por um membro da família, em geral, um filho ou neto. "Pouco menos de um quinto dos adultos com 50 anos ou mais dizem não usar a internet," afirma o relatório.

As constatações se baseiam em uma pesquisa por telefone com 1.863 adultos. Além de manter contato via Facebook e Twitter, os adultos mais velhos também estão cientes das mais recentes tecnologias.

Do total de entrevistados, 83% ouviram falar e 11% planejam comprar o iPad, principalmente para navegar na web, ler notícias, revistas e livros, trocar fotos e assistir a filmes e programas de TV.

Em relação à popularidade da Internet na geração com idade superior a 50 anos, revistas e jornais em papel continuam a ser sua fonte preferencial de notícias. Apenas 1 por cento deles disse acompanhar blogs.
G1.com.br :fonte

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Usuarios moveis no Facebook ficam mais tempo.


Web 2.0 é o grande motivo de conexão para usuários móveis
VOIP Por Thamires Costa

Em palestra, empresário diz que as mídias virtuais são essenciais para a comunicação.

“Eu acho que a moblidade trouxe grandes evoluções para os empresários e principalmente para as pessoas que gostam de estar conectadas a rede sociais”, disse Bertrand Darrouzet, presidente da Atchik Realtime, empresa que presta serviços de chat para operadoras de telefonia móvel, na 9ª edição do Tela Viva Móvel, que aconteceu nos dias 19 e 20 de maio em São Paulo.

De acordo com o executivo, este mercado tem crescido muito nos últimos anos, estudos comprovam que os usuários móveis ficam mais tempo conectados a redes sociais do que qualquer outra rede, como exemplo o site de relacionamentos Facebook, que tem mais de 400 milhões de usuários, sendo que 100 acessam pelo celular.

Darrouzet ainda falou do perfil dos usuários móveis. A maior parte deles são homens, com 55%, mas as mulheres estão logo atrás com 45%. Os principais motivos para acessarem do celular são, encontrar os amigos, entretenimento, matar o tempo e ler notícias. “As pessoas se conectam para se expressar, se comunicar e principalmente se mostrar”, afirma ele e completou dizendo que, nas grandes corporações, os funcionários não usam mais redes disponibilizadas pelas empresas e sim redes sociais, para se comunicarem.

Esses usuários preferem a conexão móvel por ser imediato e interativo. “Você consegue obter informações e repassá-las para os seus amigos a qualquer hora”, disse Bertrand, afirmando que o mercado móvel na Europa cresceu oito vezes mais de 2008 para 2009, gerando receitas bilionárias, o SMS p2p arrecadou em torno de U$ 100 bilhões.

Finalizando a palestra, ele apontou a participação do Brasil na conexão móvel, cujo crescimento tem ultrapassado alguns países. “O Brasil tem um grande potencial para crescer neste mercado, principalmente quando se trata de redes sociais, pois o brasileiro é sociável e gosta de interagir”, completa o executivo.
fonte IPNews.com.br

Cobrar ou nao Cobrar conteúdos


New York Times continuará disponibilizando conteúdo gratuito em redes sociais
Redação Portal IMPRENSA

Enquanto publicações norte-americanas anunciam a cobrança do acesso a suas páginas na web, o jornal The New York Times afirmou que continuará disponibilizando conteúdo em seus perfis nas mídias sociais, como Twitter e Facebook, a partir de 2011.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o jornal manterá determinada quantidade de páginas com acesso gratuito em seu site, e manterá link aberto com as redes sociais. O Financial Times já utiliza modelo que limita a visualização de conteúdo a dez páginas gratuitas por mês.

O jornal britânico The Times foi um dos que divulgaram a intenção de fechar todo o seu conteúdo online e impedir que links de seus textos sejam acessados e postados nas redes sociais.

Ao ser perguntado sobre a possibilidade de os internautas limparem os registros dos sites visitados para não ter que pagar o acesso, presidente do grupo de mídia do jornal, Arthur Sulzberger, declarou: "Sempre existiram e vão existir maneiras de não pagar por um jornal. Você pode roubar hoje um exemplar da banca, se quiser."

Em janeiro de 2010, o The New York Times havia anunciado que cobraria pela visualização de conteúdo na web a partir de 2011.
fonte : Portal da imprensa