segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O Marketing Viral, aprenda a usar



A interessante consistência do Marketing viral ou publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares à extensão de uma epidemia. A definição de marketing viral foi cunhada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de email de adicionar publicidade às mensagens que saem de seus usuários. O que se assume é que se tal anúncio ao alcançar um usuário "susceptível", esse usuário será "infectado" e reenviará o email a outras pessoas susceptíveis, "infectando-as" também. Enquanto cada usuário infectado envia um email a mais do que um usuário susceptível, em média (ou seja, a taxa reprodutiva básica é maior do que um), os resultados padrão em epidemiologia implicam que o número de usuários infectados crescerá segundo uma curva logística, cujo segmento inicial é exponencial.

De forma mais geral, o marketing viral se utiliza às vezes para descrever alguns tipos de campanhas de marketing baseadas na internet, incluindo o uso de blogs, de sites aparentemente amadores, e de outras formas de astroturfing para criar o rumor de um novo produto ou serviço. O termo "publicidade viral" se refere à idéia de que as pessoas passarão e compartilharão conteúdos divertidos. Esta técnica muitas vezes está patrocinada por uma marca, que busca construir conhecimento de um produto ou serviço. Os anúncios virais tomam muitas vezes a forma de divertidos videoclipes ou jogos Flash interativos, imagens e inclusive textos.

Uma propaganda viral é como um vírus na vida real, que acaba se propagando e pode até virar um epidemia sem controle, em nosso sistema web 2.0 da rede mundial de computadores, temos espalhado multidões de MV ( Marketing Viral ).

Como e de que forma funciona o MA? Uma ideia que se reflete ao MA, você já deve ter recebido algum e-mail com foto de crianças mutiladas, passando fome, ou até com enfermidades aterrorizantes, que tocam nosso interior e nos faz refletir e querer de alguma forma tomar uma atitude, não é assim que se sentiu ao ver um e-mail como esse? Logo abaixo do texto você lê, repasse esse e-mail para todos os seus contatos afim de ajudar essa criancinha; e o que você ou eu fazemos? Enviamos imediatamente esse e-mail, repassamos a todas as pessoas que temos em nossa lista; viu ai se encontra uma forma de Marketing Viral, desculpe abordar esse tema, mas foi o que eu mais achei didático a fim de que tenha uma ideia básica do MV.

DIVULGAÇÃO DO M.A.
Um conteúdo viral tende a se espalhar de forma espantosa, sem que se possa ter um controle quanto a isso, ainda bem que é benéfico, ele se mantém em um laço e num constante looping, divulgando naturalmente seu produto ou negócio de uma forma eficaz e barata.


ABRANGENCIA
O Alcance do poder de divulgação do MA, é incalculável, trazendo grandes perspectivas ao seu negócio; em nível de internet é mundial o alcance, e a cada dia que se passa aumenta o seu poder de distribuição, trazendo milhares de pessoas ao conhecimento de seu negócio.


CUSTO DO MA
O Marketing Viral e simplesmente barato, o planejamento do orçamento e projeto de estratégia, são quase que imperceptíveis relacionado ao benefício, assim que seu conteúdo viral se espalhar, os seus próprios seguidores tratarão de trabalhar ao seu favor, alavancando o processo de divulgação do seu conteúdo.

Uma Grande discussão das pessoas de marketing na internet é que qualquer conteúdo que estimula as pessoas a repassarem essa mensagem para outras, é predominado “ viral ” , todos querem vê-lo e quando conseguem ver, querem compartilhar com outras pessoas.

O vírus é contagioso, onde se encontra ele?

Muitos se perguntam, porque chamar esse tipo de propaganda de “ viral ”, o que tem a ver uma estratégia de marketing relacionada com um virus? Bem! Fora da internet, isso é definido como o boca a boca ou o famoso marketing de rede, mas online na poderosa web 2.0, na internet é chamada de Marketing Viral, ela configura o sentido de sua existência igualzinho a um vírus na vida real.


Um vírus vive secretamente dentro de seu anfitrião, preparando sua propagação, afim de espalhar e desencadear uma rede e aumentar sua comunidade, Ele continua a replicar-se exponencialmente com o poder geometricamente crescente que duplica a cada loop a cada laço continuo, assim uma grande força poderá desencadear-se a favor do alvo, e a cada tempo ele se torna mais forte e mais populacional e assim como o vírus, as estratégias de marketing, assumem um comportamento que leva aos seguintes passos, influencia as pessoas a clicarem em um determinado link, a repassarem a mensagem, para que possam assistir um vídeo ou ler um assunto interessante; eles usam um beneficio de rápida multiplicação para alcançar milhares de leitores, por meio de pessoas reenviando a mensagem.

Alguns elementos importantes para o Marketing Viral, lembrando que quanto mais elementos acrescer, maior o poder do M.A.

Produtos e serviços

Existe uma palavra-chave poderosa para alcançar um alavancamento surpreendente de seus contatos, a palavra 'Grátis' ou similar, você oferece um produto para valorizar o seu contato, vídeos, cursos, info-produtos, ou algum outro conteúdo de relevância, a pessoa se interessa e acaba repassando sua mensagem, acaba acompanhando o produto oferecido gratuitamente e em seguida busca por outros novos produtos de seu negócio e bingo! Você acaba vendendo na certa.

Desenvolva um script, que incentiva o leitor a repassar a sua mensagem, ofereça a ele uma bonificação ou um prêmio, que se ele repassar a mensagem a tantas pessoas, ele alcança o oferecido.

Faça algo diferentes
Não faça o mesmo que os outros já estão fazendo, tente se destacar, crie uma campanha irreverente e engraçada, as vezes o surreal da mais sucesso que o certinho, não basta uma campanha estar perfeita, ela tem que chamar atenção, imagine um vídeo no YouTube, com coisas esquisitas, com certeza chamaria muito mais atenção do que algo normal, pense nisso.

O Uso das Redes Sociais

O que popularizou em nível de marketing mas redes sociais, foi o siga-me, quero ser compreendido, amado, conhecido e etc, hoje muito utilizado em redes sociais como o Twitter e o Facebook, isso acaba por ser formular um sistema viral, em que pessoas acabam se relacionando por um ou outro motivo. Tem um grande poder de divulgação essas redes sociais.
Abraçando a ideia das redes sociais e o seu poder de expansão, no Brasil foram criadas as duas redes pioneiras que dão rendimentos, a primeira a ser divulgada foi o FaceMillion e a Segunda a RedeAmigosUnidos.

Permita transferir arquivo sem obstáculos
Disponibilize seu e-book gratuito para download, sem que o usuário tenha que se registar, ou oferecer algum código ou senha, isso acaba afastando o interessado de seu produto, deixe ele baixar a vontade e sem esforço nenhum, apenas um clique é já vê o seu download acontecendo, isso torna seu M.A. Poderosíssimo a conteúdo viral.

Esses princípios seguido a risca, poderão ajudar e muito a dissipação de seu conteúdo viral.
Para uma maior abrangência sobre esses e outros assuntos, poderá encontrar um conteúdo direto e relevante no livro GDI Revelando Segredos, que pode ser encontrado na Vangie 3D em parceria ao Sistema Rede Amigos Unidos.

A Vangie 3D em parceria com Edson Camacho, desenvolveu o sistema R.A.U. Que acompanha o Livro GDI, contendo técnicas eficazes de Marketing na Internet.

Adiquira o Livro com a Vangie 3D ou Rede Amigos Unidos nos sites abaixo:

Http://www.vangie3d.net
http://www.redeamigosunidos.com/

Estrategistas políticos em Mídias Sociais na Campus Party


Estrategistas em mídias sociais de Dilma Rousseff, Marina Silva e José Serra se encontram na Campus PartyFoto: Ana Brambilla/Terra
Ana Brambilla - Direto de São Paulo
Três meses após as eleições, os debates políticos ainda acontecem na Campus Party. Na tarde desta quinta-feira, Soninha Francine, Marcelo Branco, Caio Túlio Costa e Fernando Barreto debateram o uso das mídias sociais na campanha eleitoral de 2010 sob moderação do jornalista Marcelo Soares.
Trolagem, bola de papel, influência das mídias de massa e filtro de Twitter estiveram em pauta. Outro ponto que marcou a corrida de José Serra ao Planalto e não ficou de fora das discussões foi a interferência do guru indiano, Ravi Singh, na reorientação radical da presença do candidato tucano na internet. Responsável pela campanha de Serra na web, Soninha lembra que Singh aproveitou o momento em que o site do candidato enfrentava problemas para apresentar uma proposta totalmente diferente. Quando a página oficial de Serra voltou ao ar, trazia uma proposta baseada em cadastro, que foi encarada com repulsa pelos críticos de web. Somente assim, no entanto, lembra Soninha, foi possível medir o grau de engajamento verdadeiro dos apoiadores do PSDB.
À frente da campanha de Marina Silva nos meios digitais, Caio Túlio Costa citou como diferencial do trabalho a "mensagem profundamente positiva" que a candidata disseminou pelas redes. Segundo o coordenador, o êxito no uso das mídias sociais nas últimas eleições era uma questão de saber o que falar e com quem falar. "No Orkut nós falamos com os evangélicos. No Facebook, especialmente com as mulheres e com os intelectuais. No Twitter falamos com jovens e com a vanguarda da internet", categoriza.
Marcelo Branco, que assumiu a função de estrategista em mídias sociais de Dilma Rousseff do início ao fim da campanha, citou o permanente cuidado com a monitoria do sentimento das mensagens veiculadas pelos eleitores nas redes, inclusive a respeito dos adversários. "Ano passado tivemos, pela primeira vez, um terceiro bloco de formadores de opinião que foram os blogueiros e membros de redes sociais", afirma.
Apesar disso, Fernando Barreto, cofundador da empresa Webcitizen, ainda sentiu falta de outros públicos inseridos na discussão eleitoral que tomou conta das redes sociais no ano passado. "Era preciso ter incluído pessoas que não são politizadas neste debate", afirmou.
Ex-diretor geral da Campus Party Brasil, Marcelo Branco lembrou que não é marqueteiro, mas um profissional de tecnologia. Por isso, procurou cuidar especialmente do modo como as ações da campanha de Dilma na internet foram desenvolvidas: os autores foram hackers em software livre, sob licença Creative Commons.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Os números das redes sociais no Brasil


Alcance de redes sociais no Brasil é maior que em outros países, diz estudo
Percentual de usuários de redes sociais é maior que em países como Itália, Estados Unidos e Japão
Claudia Tozetto, iG São Paulo
Brasil é um dos países com maior adoção de redes sociais em todos o mundo. O País lidera a lista de países com mais usuários que visitam redes sociais, em proporção ao número total de internautas. O estudo da consultoria Nielsen foi feito com 10 países - incluindo Estados Unidos, França e Alemanha - e mostra que 86% dos usuários ativos de internet no Brasil usam algum tipo de rede social. Em média, eles passaram cerca de cinco horas navegando nesse tipo de site durante o mês de abril.
Orkut estimulou acesso a redes sociais no Brasil
O Orkut foi um dos sites que ajudou a popularizar as redes sociais no Brasil. O Google lançou a versão brasileira do site em 2004 e, em setembro de 2005, metade dos brasileiros ativos na internet já havia se conectado ao Orkut.
Apesar disso, os usuários da Austrália lideram em tempo gasto nas redes sociais, com mais de sete horas de navegação em abril. Em terceiro e quarto lugar aparecem Itália e Estados Unidos, onde os usuários navegaram cerca de seis horas e meia nas redes sociais no mesmo período.
Em outros países, o Facebook alavanca a audiência em redes sociais. Na Itália, a rede social capturou dois terços dos usuários ativos em abril. Em contrapartida, os japoneses são os que menos acessam o Facebook, com audiência e tempo gasto menores do todos os 10 países analisados. O Brasil aparece na penúltima posição: aqui, somente 26% dos usuários ativos visitaram o site em abril.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Mídias sociais não substituem sites corporativos



Com a ascensão das mídias sociais, muitas empresas estão deixando de atualizar e até mesmo de possuir sites corporativos. Essa nova tendência que desponta para o início de 2011, ocorre pelo fato de que muitos gestores acreditam que as redes sociais já suprem em grande parte, suas necessidades na internet.
Entretanto, esse movimento pode ser bastante perigoso. Por mais que uma rede social ajude na divulgação de uma empresa e de seus serviços/produtos, elas ainda não comportam todas as necessidades de uma marca. Isso quer dizer que ainda se faz necessário às empresas, ter um site corporativo que reflita fielmente a imagem que elas desejam transparecer.
No que diz respeito a divulgações e relacionamentos, as mídias sociais se mostram muito eficientes. Elas propiciam um forte eco que geralmente resulta em retorno financeiro rápido. Porém, elas não são suficientes.
O site corporativo ocupa o lugar de fachada da empresa na internet. É o lugar onde o cliente pode visualizar - com detalhes - o que a empresa é capaz de fazer, o que já fez e o mais importante, sentir ou não confiança no que ela transmite.
Em uma analogia simples, as mídias sociais são como um outdoor interativo e o site corporativo como uma sede da empresa na web - talvez daí venha o termo “endereço eletrônico”. Cada um tem suas especificidades e merece cuidados, mas sem esquecer que ambos fazem parte de uma mesma coisa.
Nesse aspecto, temos as mídias sociais - chamativas e criativas - trabalhando com o portal corporativo - que deve estar limpo, organizado e sempre atualizado. Em resumo, elas são como uma via de mão dupla enquanto o site é de mão única.
Sendo assim, o mais correto é uma empresa usar as duas ferramentas em conjunto, pois desta forma estará aproveitando amplamente as vantagens que a internet pode oferecer para sua empresa. O mais importante é respeitar e aproveitar o que cada um tem de melhor para ser usado sempre em seu favor.
Por Esther Hinrichsen, técnica em informática e desenvolvedora web da dBrain

Fonte : Adnews.com.br

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A Dell e a vigilância estratégica


Pensando na expansão das redes sociais e no poder que os seus usuários têm alcançado, a companhia de hardware americana Dell lançou recentemente seu Social Media Listening Command Center, um centro para monitoramento desses sites. “Com a tecnologia atual, você não tem mais controle sobre a sua conversa com consumidores”, afirma Steve Felice, presidente da Dell na área de consumidor e pequenas e médias empresas. “Eles podem transmitir facilmente o que pensam.” Localizado em um andar do complexo da corporação na cidade de Round Rock, no Texas, o departamento emprega em torno de 48 funcionários preparados para interagir com usuários de redes sociais em 11 línguas. Mais de 22 mil tópicos relacionados à empresa são monitorados diariamente. Outra estratégia que a empresa vem utilizando para ganhar espaço nesse universo é treinar todos os funcionários interessados para interagir nesses sites. Em julho, foi criada a Social Media and Community University (ou SmaC), centro de aprendizado que até dezembro já capacitara mais de 5 mil colaboradores. “Nós estamos ensinando nossos funcionários a se comunicarem de forma correta nessas redes”, afirma Caroline Dietz, gerente do centro. O departamento, que a Pequenas Empresas & Grandes Negócios visitou em dezembro, funciona em um espaço com mesas coloridas e estações de trabalhos com múltiplas telas, que mostram Twitter, Facebook e outras redes. Ao lado, em uma sala em formato de aquário, há uma das novidades desse centro: de frente para seis monitores, ficam os três funcionários responsáveis por controlar todas as interações feitas pelos outros colaboradores e estudar todos os tópicos relacionados à Dell, de forma mais centralizada. Nos monitores, assuntos relacionados a Dell são divididos em áreas diferentes: uma tela, por exemplo, mostra as manifestações de usuários de acordo com a qualidade da mensagem – positivas ou negativas –; outra retrata o que os internautas considerados mais influentes estão falando sobre a empresa. Como explica Caroline, eles são os “governadores”, aqueles responsáveis por tomar alguma ação caso surja alguma crise. Devido ao cuidado que a companhia tem com a nova estratégia e com os dados e resultados alcançados por ela, não é permitido tirar fotos dessa sala.
Fonte: Pequena Empresas Grandes Negocios