terça-feira, 29 de março de 2011

Brasileiros ficam 41 horas por semana na Internet


SÃO PAULO - Um estudo feito pela empresa E.life indica que os usuários brasileiros de redes sociais dedicam, em média, 41 horas por semana à internet.

Mostra, também, que 44,8% deles usam o celular para acesso à web. Este último número vem crescendo rapidamente. Um ano atrás, em outra pesquisa, só 34,4% das pessoas consultadas disseram que navegavam com o celular. Segundo a E.life, o equipamento mais utilizado para a navegação ainda é o computador de mesa, citado por 82,2% das pessoas, sendo que, na pesquisa, essa pergunta admitia mais de uma resposta.

Em segundo lugar, vem o notebook. Mas, sem citar números, a empresa diz que cresceu o número de acessos via netbooks, iPod Touch, consoles de jogos, tablets e televisores. Segundo o levantamento, o principal interesse dos usuários no Twitter é a informação, com destaque para a busca de atualidades.

Já no Facebook, no Orkut e no MSN, o cultivo dos laços sociais é que motiva o acesso. Outro dado levantado na pesquisa é que 88,3% das pessoas pesquisam preços na web antes de comprar algum produto.

Já 74,3% completam a compra pela internet. A pesquisa da E.life foi feita com 945 usuários de redes sociais no Brasil, no período de novembro de 2010 a janeiro de 2011. Ela foi divulgada principalmente via Facebook e Twitter.

Por isso, não reflete, necessariamente, o comportamento dos usuários de outras redes sociais, como o Orkut.

sábado, 26 de março de 2011

OlhóSeo em Florianópolis


Feras’ do Marketing Digital, Mídias e Redes Sociais em Floripa

As mídias sociais e o marketing digital estão na pauta de todos os empresários arrojados e inovadores. O OlhóSEO 2011 que acontece em Floripa, dias 13 e 14 de maio, vai colocar frente a frente, os maiores especialistas em SEO (search engine optimization), links patrocinados e marketing digital e empreendedores digitais, gestores públicos e dirigentes de ONGs interessados em alavancar sua visibilidade e conquistar novos clientes e seguidores.
O segmento de Search ou Busca é o marketing digital que mais se expande na Internet, basta ver o sucesso alcançado pelo Google que detém 75% do mercado. Hoje representa a vanguarda da tecnologia e dos negócios. A expressão “Olhó”, que compõe o título do meeting tecnológico faz alusão ao termo regional dos “manesinhos de Floripa” que usam a interjeição “olholhó” para designar surpresa.
O OlhóSEO 2011 tem a chancela e a credibilidade da ACATE (Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia) e da Fundação CERTI, que entre outras incubadoras, coordena o Sapiens Park. Além da abertura de um setor de tecnologia ainda bastante restrito às empresas, pelo grau de especialização, ao segmento governamental e particularmente às ONGs que poderão colher ótimos frutos, haverá lançamento da primeira Rede Social autenticamente catarinense.
O OlhóSEO 2011 é resultado da cooperação da ONG ICS (www.consultorsocial.org.br) e de duas empresas de tecnologia, a Jimmy Soluções em TI e a Pixel Art, todos baseados em Santa Catarina. Florianópolis é mais que tema de Escola de Samba do Rio (Grande Rio,2011) ou cenário de novela da Globo (Insensato Coração). Agora está se consolidando como o mais novo pólo global de tecnologia.
Depois que Hans Donner escolheu o Sapiens Park para fazer vinhetas (http://migre.me/47eFT) e a Phillips desenvolve a oled, sua mais avançada tecnologia de iluminação aqui (http://migre.me/47eKJ), estamos realizando um evento diferenciado, o OlhóSEO 2011 – www.olhoseo.com.br. @olhoseo.
SERVIÇO
O que: OlhóSEO 2011 (Marketing Digital, SEO e Mídias Sociais)
Quando: 13 e 14 de maio
Onde: Majestic Palace HotelInscrições: http://www.olhoseo.com.br/Valor c/ Desconto (até 18/04): R$120,00 (estudantes e corporativo)
fonte:www.portaldailha.com.br

quinta-feira, 24 de março de 2011

Comparando o uso das mídias sociais




Vitrue, empresa americana especializada em ajudar companhias interessadas em melhorar sua atuação no ambiente online, tem uma ferramenta prática de comparar qual marca é mais atuante nas mídias sociais.
A segunda versão da ferramenta foi lançada no começo deste ano. Para testar, comparei Nike e Adidas e depois Coca e Pepsi. O resultado é um gráfico comparativo de como as empresas exploram mais as mídias sociais. A Coca, por exemplo, usa basicamente as redes sociais (84% de suas ações), contra pouco mais de 3% dedicado ao compartilhamento de vídeos. A Pepsi, por sua vez, dedica 70% de sua energia às redes sociais e 12% ao compartilhamento de vídeos.
Para comparar marcas de seu interesse, clique aqui.
Uma vez por ano, a Vitrue divulga uma lista com as 100 empresas mais atuantes nos ambientes de relacionamento virtual. Este é o terceiro ano em que o ranking é feito e a marca iPhone (do celular da Apple) continua na primeira posição. Apesar de a primeira colocação não ser uma grande surpresa, há curiosidades na lista, como a Disney no terceiro lugar e a Visa, em 42º.
A maioria dos nomes são marcas de empresas de tecnologia, montadoras de automóveis e outras marcas reconhecidas entre as mais valiosas do mundo, como Coca-cola e Nike.
A edição deste ano saiu em janeiro, mas como quase ninguém no Brasil falou disso ou tem essa lista em mente, resolvi compartilhar com vocês. Para ver o ranking dos anos anteriores, basta clicar em 2008 e 2009.

Abaixo, a lista das primeiras 50 empresas mais sociais de 2010, segundo o Vitrue 100.
1. iPhone2. Blackberry3. Disney4. Android5. iPad6. Sony7. Apple8. MTV9. Coca-Cola10. Samsung11. Ford12. Mercedes13. BMW14. Starbucks15. iPod16. ABC17. Xbox18. NBA19. CNN20. Honda21. Dell22. Amazon23. Hewlett-Packard24. Nike25. Nokia26. Playstation27. Ferrari28. Wii29. eBay30. Nissan31. Microsoft32. AT&T33. iTunes34. Adidas35. Audi36. NFL37. Nintendo38. Red Bull39. Best Buy40. Toyota41. Gucci42. Visa43. Victoria’s Secret44. Disneyland45. Suzuki46. LG47. Fox News48. Zara49. Volkswagen50. Turner
A lista completa e outros detalhes da pesquisa da Vitrue 100 podem ser vistos no site da empresa.
fonte:www.exame.abril.com.br

quarta-feira, 23 de março de 2011

Militares americanos criam ferramentas contra Blogs


A Intenção é combater blogs com conteúdo extremista violento, em línguas como árabe e farsi; ação em inglês foi descartada por questões legais.


As Forças Armadas dos Estados Unidos estão desenvolvendo um software para manipular, de forma secreta, as redes sociais, com a intenção de influenciar os debates na Internet e divulgar propaganda favorável ao país, informou na quinta-feira (17/3) o The Guardian.


A tarefa de desenvolver um software capaz de influenciar os rumos das discussões na Internet foi confiada pelo Comando Central dos EUA (Centcom) a uma empresa não identificada da Califórnia. O serviço, que foi descrito como um "serviço de gestão de personas online", tem sido projetado para permitir que um militar controle até dez perfis.


Críticos ouvidos pelo jornal apontam que a tecnologia poderá permitir que os militares americanos criem consensos artificiais nos debates online, bem como incentivar outros governos a fazer o mesmo.
Cada persona criada pelo sistema deverá ter um histórico convincente, prevê o contrato de desenvolvimento. Até 50 controladores deverão poder operar falsas identidades "sem medo de serem descobertos por adversários sofisticados", ressalta o Guardian.

Um porta-voz do Centcom afirmou que a tecnologia não será utilizada em inglês e que seria "ilegal" ter como alvo audiências nos EUA. As linguagens nas quais os perfis serão ativos incluem árabe, farsi, urdu e pashto. Tampouco o Facebook ou o Twitter seriam alvos - a meta, disse o porta-voz, são blogs com conteúdo extremista violento.
fonte:www.idgnow.uol.com.br

Militares americanos criam ferramentas contra Blogs

Intenção é combater blogs com conteúdo extremista violento, em línguas como árabe e farsi; ação em inglês foi descartada por questões legais.
As Forças Armadas dos Estados Unidos estão desenvolvendo um software para manipular, de forma secreta, as redes sociais, com a intenção de influenciar os debates na Internet e divulgar propaganda favorável ao país, informou na quinta-feira (17/3) o The Guardian.


A tarefa de desenvolver um software capaz de influenciar os rumos das discussões na Internet foi confiada pelo Comando Central dos EUA (Centcom) a uma empresa não identificada da Califórnia. O serviço, que foi descrito como um "serviço de gestão de personas online", tem sido projetado para permitir que um militar controle até dez perfis.


Críticos ouvidos pelo jornal apontam que a tecnologia poderá permitir que os militares americanos criem consensos artificiais nos debates online, bem como incentivar outros governos a fazer o mesmo.
Cada persona criada pelo sistema deverá ter um histórico convincente, prevê o contrato de desenvolvimento. Até 50 controladores deverão poder operar falsas identidades "sem medo de serem descobertos por adversários sofisticados", ressalta o Guardian.


Um porta-voz do Centcom afirmou que a tecnologia não será utilizada em inglês e que seria "ilegal" ter como alvo audiências nos EUA. As linguagens nas quais os perfis serão ativos incluem árabe, farsi, urdu e pashto. Tampouco o Facebook ou o Twitter seriam alvos - a meta, disse o porta-voz, são blogs com conteúdo extremista violento.
idgnow.uol.com.br

sábado, 12 de março de 2011

Facebook, o vilão da segurança na rede.


As redes sociais são cada vez mais utilizadas pelas pequenas e médias empresas, mas sites como Facebook, YouTube, Twitter e Linkedin debilitam a privacidade e contribuem para a infeccão das redes, informa pesquisa da Panda Security. Segundo o levantamento, 78% das empresas pesquisadas utilizam as redes sociais como ferramentas para apoiar a investigação e a inteligência competitiva, melhorar o serviço de suporte ao cliente, implementar as relações públicas e as iniciativas de marketing e gerar benefícios diretos. Mas há problemas com relação à segurança, legitimidade e privacidade.Na pesquisa, o Facebook é mencionado como o principal culpado pelas empresas que sofreram infecções de malware (71,6%) e violações de privacidade (73,2%). O YouTube ocupa o segundo lugar quanto a infecções (41,2%), e o Twitter contribuiu para um número significativo de violações de privacidade (51%). Para as empresas que relataram perdas econômicas devido a violações de privacidade por parte dos colaboradores, o Facebook foi novamente o mais mencionado como a rede social em que essas se originaram (62%), seguido do Twitter (38%), YouTube (24%) e LinkedIn (11%). A proteção da marca ou identidade digital deveria ser uma autêntica prioridade, mas a realidade não é bem assim, nem para as principais plataformas de redes sociais nem para as empresas. A facilidade com que qualquer indivíduo pode criar um perfil utilizando denominações comerciais reais, implica na possibilidade de este poder fazer comentários e fornecer informações em nome de empresas legítimas. Assim se criam comunidades de usuários “enganados” por assumirem que tal conta é legítima, e através desses perfis são emitidas informações que podem ir contra a marca e desencadear uma crise que poderá resultar num impacto direto na atividade de negócio. Apenas algumas redes, como o Twitter, permitem legitimar a conta tornando-a oficial, mas em muitas outras não existe mecanismo semelhante. Como tal, é recomendável o registo pró-ativo de todos os perfis relativos a uma marca nas principais redes sociais, deixando bem claro que se trata do canal oficial, caso não existam outros mecanismos de certificação para tal finalidade.Os mesmos problemas que afetam os usuários de redes sociais, também se aplicam aos perfis corporativos, com o agravante de que o efeito negativo pode ser muito maior. Os principais problemas de segurança são, entre outros, os seguintes:Roubo de identidade - Os usuários administradores podem estar infectados e colocar em risco os dados de acesso aos seus perfis. Desta forma, qualquer um poderá gerenciar a conta para realizar variados tipos de ações, incluindo a programação de eventos (como no Facebook) com links que transfiram malware, por exemplo. Da mesma forma, ao acessar a conta um usuário malicioso poderá emitir informações através do perfil oficial da marca, resultando em possíveis efeitos negativos. Riscos de infecção - Através de uma aplicação de mensagens instantâneas ou utilizando o timeline das populares plataformas de microblogging, é possível receber informação com links ocultos que redirecionam para downloads de malware. No caso de grandes empresas, uma acão deste tipo poderá até mesmo tratar-se de um ataque direcionado, desenvolvido especificamente para infectar os computadores dos usuários com o objetivo de se infiltrarem na rede e obter acesso a todo tipo de informação. Da mesma forma, alguns seguidores poderão publicar links maliciosos no mural dos perfis corporativos, contribuindo assim para a propagação de ameaças. Em qualquer um dos casos, estas ações poderão comprometer a integridade da marca. Vulnerabilidades da própria plataforma - Em 2010 surgiram inúmeras vulnerabilidades em redes sociais populares como o Facebook ou Twitter, colocando milhões de usuários em risco. Quanto mais usuários aderirem a estes sites, mais investigadores procurarão por vulnerabilidades, mas infelizmente muitos destes serão hackers. Seguindo as práticas recomendadas de gestão de passwords como a sua alteração regular e o reforço através da combinação de caracteres alfanuméricos, pode ajudar a proteger a integridade corporativa. A formação e a conscientização para a segurança, assim como a manutenção dos conhecimentos sobre as mais recentes ameaças, ajudarão os administradores de perfis empresariais a manterem-se alerta e detectar quaisquer atividades irregulares.Os perfis empresariais são geridos por administradores que por vezes disponibilizam muitas informações aos visitantes ou seguidores.Estas informações podem ser utilizadas por usuários maliciosos contra a própria organização, seja por meios online ou offline. Podem, por exemplo, colocar informação financeira da empresa, práticas, processos de funcionamento, etc. O risco é bastante elevado. Além do mais deve-se levar em consideração que, tal como demonstrado pelo estudo, 77% dos colaboradores de PME’s utilizam redes sociais durante o horário comercial, podendo assim compartilhar informações confidenciais.De acordo com Eduardo D´Antona, Diretor Corporativo e de TI da Panda Security Brasil, no passado, a maioria das redes sociais eram utilizadas como fins particulares, mas atualmente há um boom de estratégias do setor empresarial para as redes sociais. “A Web 2.0. demonstrou ser de uma eficácia extrema e um modo econômico de implementar ações de marketing, comunicação e apoio ao cliente, etc. No entanto, da mesma maneira que as redes sociais podem ser benéficas, as empresas ficam expostas a inúmeros riscos e desastres de relações públicas.” Para Ricardo Bachert, Diretor de Consumo da Panda Security Brasil, os planos de segurança das empresas, independentemente da sua dimensão, devem conter planos de contingência e de atuação em caso de crise pública causada por qualquer uma destas plataformas, que possa resultar em danos financeiros ou na reputação corporativa. “Obviamente, os cibercriminosos dirigirão a sua atenção a empresas que utilizem redes sociais com o objectivo de lançar ataques direcionados, que, por sua vez, resultarão em maiores benefícios do que se lançados a usuários particulares.

fonte:www.convergenciadigital.uol.com.br

O Marketing Online


Tradicionalmente, muitas empresas não tratam marketing e relações públicas como uma ferramenta de marketing integrada. Uma sempre focada em gerar promoção, novos produtos, exposição da marca, novos clientes e mercados. A outra buscando assunto dentro das organizações para gerar pautas, que possam alimentar jornalistas, na esperança de que esses produzam conteúdo sobre a empresa.
Neste processo fica clara a existência de muitos filtros, entre a mensagem que é criada pela área de marketing e a que muitas vezes é recebida pelo cliente.
Além disso muitos marketeiros não têm a habilidade de gerar uma comunicação objetiva, assim como muitos jornalistas não conseguem entender claramente as vertentes comerciais do negócio.
O Marketing Online representa uma mudança de paradigma, pois a web 2.0 possibilita com que as marcas possam se comunicar e ouvir diretamente a opinião de seus clientes.
Calma. Embora o novo modelo imposto pela tecnolgia disponível mude conceitos, nem marketeiros e nem jornalistas perderão seu valor.
Na verdade, para se destacar na web 2.0 o importante é ter conteúdo para sites que seja memorável e único para seus clientes.
Neste cenário, a parceria entre as duas áreas se torna crucial para o sucesso das empresas na web 2.0.
Assessores de imprensa (jornalistas) precisarão participar e entender mais a fundo os negócios das empresas e serão peças chave na elaboração de conteúdo, afinal essa é sua especialidade. Em contrapartida, profissionais de marketing devem pensar como editores e ouvir mais do que nunca seus clientes.
Só com essa nova combinação de fatores é que será possível gerar conteúdo para sites com apelo único, baseado nas necessidades dos clientes e que os conduzam através do ciclo de compra.
Uma das ferramentas de marketing mais ricas para cumprir essa missão, é a produção de material em vídeo online.
Afinal, Seu Conteúdo é seu Diferencial.

Incorporativa.com.br/Marcelo fernandes