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Redes sociais. Este é um dos termos mais comentados dos últimos tempos, seja na sala de aula, em casa, rodas de amigos ou no trabalho. No mundo corporativo, milhares de executivos têm quebrado a cabeça para poder incluir no dia a dia da companhia as ferramentas de comunicação disponibilizadas por estas redes. Para aqueles que estão se aventurando por conta e risco nessa empreitada, um aviso: há muita coisa para ser analisada antes de simplesmente criar um perfil na rede mais popular do momento. Segundo o professor André Rosa, jornalista e especialista em web, a primeira lição para as empresas que querem se comunicar pelas redes sociais é se lembrar que estes sites não são uma extensão das ferramentas tradicionais de comunicação. "Há uma lógica diferente e, por isso, não dá para criar estratégias de marketing e comunicação se baseando nas mídias tradicionais. Esse, aliás, é um grande erro. Antes de entrar na rede mais popular é preciso que a empresa questione o que quer alcançar", ressalta André. "Esse tipo de utilização das redes é uma forma muito limitada e certamente um erro primário", completa. Normalmente, as empresas se focam em dois objetivos: presença ou engajamento do usuário. No primeiro caso, André explica que é comum as marcas buscarem apenas indicadores como grandes quantidades de "Curtir" em um post ou seguidores. No entanto, este tipo de relação com as redes sociais são pouco efetivas. Já no caso do engajamento é necessário muito mais do que apenas uma presença digital, é preciso tornar o usuário um aliado. Para isso, existe uma tríade fundamental: desenvolver conteúdos atraentes e relevantes, ter diálogo e conseguir uma equipe preparada. "Para tornar o usuário um aliado da sua marca é preciso o máximo de trabalho e objetivos muito claros. Os conteúdos devem trazer popularidade e serem úteis. Só assim o usuário vai perceber o quanto vale a pena estar conectado a essa empresa", afirma. As companhias devem enxergar as redes sociais como um espaço de diálogo, onde elas podem oferecer feedbacks, conteúdo atraente e divulgar sua ideia, de acordo com André. O professor ainda ressalta que cada rede tem um propósito e se encaixa melhor em uma situação. No Facebook, por exemplo, é possível adicionar um dos formatos mais atraentes de conteúdo: o vídeo. Fora isso, dentro do site é possível discutir e comentar assuntos de forma fragmentada, enquanto que no Twitter as mensagens são mais soltas e não mantêm um histórico linear. "O Twitter tem um caráter de agilidade muito grande e é comumente usado para reclamações. Porém, o ideal é explorar ambos em suas melhores características", comenta. Em relação a equipe, André observa que existem alguns pré-requisitos importantes na hora da contratação de um profissional de mídias sociais. Para ele, além da especialização, a pessoa deve ter noção de sociologia para saber um pouco do comportamento humano, alem de ter um tino comercial. "Ele deve ser um ombro amigo e um bom vendedor, essas qualidades precisam coexistir, pois é fácil encontrar muitos usuários tentando desestabilizar a marca [conhecidos como Trolls]", conta. "Organizar e fazer curadoria das redes sociais é uma missão delicada em que se deve levar em consideração as limitações tecnológicas do profissional e o tamanho da equipe", conclui. Existem ainda centenas de toques e dicas para as empresas que estão ingressando nas redes sociais. E o ideal é buscar cursos e palestras que estimulem a reflexão e diálogo sobre o assunto. Muitas vezes, os casos de sucesso de outras empresas servem como um enorme aprendizado. Lembrar-se da tríade comentada pelo professor é o começo de tudo para minimizar os erros mais comuns. Fonte: www.olhardigital.uol.com.br |
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
A sua empresa e as redes sociais
4 novas tendências na rede social

A que as empresas precisam ficar atentas para aumentar seus resultados na internet no ano que vem
Por Silvio Tanabe
Fazer previsões é tão tradicional em finais de ano quanto amigo secreto, árvore de Natal, panetone, ceia e troca de presentes. Então para não fugir à regra também vou fazer o meu exercício de futurologia para 2012 em relação ao marketing digital.
Minhas previsões têm um grau de certeza muito maior que a de outros palpites por aí. Infelizmente, não porque a minha bola de cristal seja melhor (quem dera, estaria vendendo cada uma por alguns milhões de dólares!), mas porque não se tratam de conjecturas e sim de realidade. A verdadeira previsão na verdade é que as quatro tendências mencionadas aqui devem se tornar ainda mais importantes para as empresas em 2012 e nos próximos anos. Vamos a elas.
1. Vídeo é rei: Muitos especialistas estão dizendo que até 2015 cerca de 90% do conteúdo da internet será em vídeo, e não é difícil de acreditar. Mensalmente são postados no YouTube cerca de 900 mil horas de imagens, e à medida que câmeras e filmadoras se tornam cada vez mais acessíveis (já é possível fazer material de qualidade inclusive nos celulares mais simples), esse volume deve realmente aumentar.
Por outro lado, a popularização da banda larga e a integração com a TV (já existem aparelhos que permitem o acesso direto) começa a despontar, cresce também a audiência por esse tipo de conteúdo, criando oportunidades também para sua empresa. É o momento para investir ou atualizar o vídeo institucional, gravar depoimentos de clientes, divulgar produtos e serviços e colocar tudo à disposição no YouTube, com compartilhamento no site, blog e redes sociais.
Se você atua em alguma área de especialidade, estética por exemplo, é importante gravar vídeos de orientação sobre como se cuidar no verão, etc. Esse conteúdo serve não só para gerar referências como também mais credibilidade.
2. Marketing digital na nuvem: Pouco a pouco o conceito de cloud (nuvem), já bastante difundido nos EUA, começa a chegar no Brasil. Sites como UOL e Terra já oferecem a opção de se assistir a filmes e ouvir música sem a necessidade de mídias físicas, bastando baixá-las da "nuvem". Fornecedores de tecnologia como a Locaweb possibilitam às empresas armazenar todos os seus dados na "nuvem", acabando com a necessidade de possuir e manter dispendiosos servidores.
Da mesma forma, os serviços de marketing digital tendem também a ser realizados na "nuvem", e nada mais natural. Qual a diferença do trabalho de otimização do seu site, por exemplo, ser realizado por um técnico em São Paulo, Rio de Janeiro, Campo Grande ou Manaus se o trabalho garantir resultados e for orientado por profissionais locais?
Ao contrário de ser um risco, os serviços de marketing digital em nuvem significam uma vantagem. Tanto os clientes quanto as próprias agências podem contar com profissionais de qualidade, independente de onde estiverem e vão se tornar cada vez mais comuns.
3. Internet dentro da internet: Mark Zuckerberg, dono do Facebook, um dos sites que mais cresce no mundo em número de usuários (ultrapassou a marca dos 700 milhões este ano) já declarou que seu objetivo é transformar o Facebook em uma "internet dentro da internet". Isso siginfica que tudo o que é importante na web terá uma versão "facebookeada". Pode parecer megalomania, mas o fato é que já está acontecendo.
Empresas estão substituindo seus sites por fan pages; novos aplicativos como o Like Store permitem que lojas de e-commerce abram "filiais" no Facebook; há inclusive ferramentas dentro do Facebook que substituem o MSN e Twitter, tudo para que o usuário encontrar tudo o que precisa sem sair do site.
É muito cedo para dizer se o Facebook vai se tornar sinônimo de internet, mas por via das dúvidas é melhor você se preparar. Comece a fazer testes. Se ainda não possui, crie uma fan page da sua empresa. Tem um e-commerce? Monte um loja também na rede social. Integre tudo com seu site e outras mídias sociais e monitore o desempenho. Você pode descobrir novos e melhores canais de relacionamento com seus clientes e consumidores.
4. Fim do improviso no marketing digital: Há um pouco de otimismo nesta afirmação, mas à medida que aumenta a importância do marketing digital, igualmente aumenta a exigência por profissionais mais qualificados. E à medida que as ações se tornam mais complexas, ele também precisa planejar, coordenar e integrar as diferentes iniciativas (otimização, links patrocinados, e-mail marketing, redes sociais, mídias sociais). Além de técnicos, os profissionais e agências precisam ser estratégicos para garantir que o marketing digital realmente faça diferença.
Exemplo dessa nova tendência é o surgimento de metodologias como os "8Ps" do marketing digital, cuja finalidade é fazer com que as empresas aumentem os resultados dos seus investimentos na internet através de ações estruturadas.
Dessa forma, além de acompanhar as previsões, aproveite também para estudar métodos para aumentar os resultados com marketing digital em seu planejamento para 2012.
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As opiniões veiculadas nos artigos de colunistas e membros não refletem necessariamente a opinião do Administradores.com.br.
Fonte:www.administradores.com.br
Por Silvio Tanabe
Fazer previsões é tão tradicional em finais de ano quanto amigo secreto, árvore de Natal, panetone, ceia e troca de presentes. Então para não fugir à regra também vou fazer o meu exercício de futurologia para 2012 em relação ao marketing digital.
Minhas previsões têm um grau de certeza muito maior que a de outros palpites por aí. Infelizmente, não porque a minha bola de cristal seja melhor (quem dera, estaria vendendo cada uma por alguns milhões de dólares!), mas porque não se tratam de conjecturas e sim de realidade. A verdadeira previsão na verdade é que as quatro tendências mencionadas aqui devem se tornar ainda mais importantes para as empresas em 2012 e nos próximos anos. Vamos a elas.
1. Vídeo é rei: Muitos especialistas estão dizendo que até 2015 cerca de 90% do conteúdo da internet será em vídeo, e não é difícil de acreditar. Mensalmente são postados no YouTube cerca de 900 mil horas de imagens, e à medida que câmeras e filmadoras se tornam cada vez mais acessíveis (já é possível fazer material de qualidade inclusive nos celulares mais simples), esse volume deve realmente aumentar.
Por outro lado, a popularização da banda larga e a integração com a TV (já existem aparelhos que permitem o acesso direto) começa a despontar, cresce também a audiência por esse tipo de conteúdo, criando oportunidades também para sua empresa. É o momento para investir ou atualizar o vídeo institucional, gravar depoimentos de clientes, divulgar produtos e serviços e colocar tudo à disposição no YouTube, com compartilhamento no site, blog e redes sociais.
Se você atua em alguma área de especialidade, estética por exemplo, é importante gravar vídeos de orientação sobre como se cuidar no verão, etc. Esse conteúdo serve não só para gerar referências como também mais credibilidade.
2. Marketing digital na nuvem: Pouco a pouco o conceito de cloud (nuvem), já bastante difundido nos EUA, começa a chegar no Brasil. Sites como UOL e Terra já oferecem a opção de se assistir a filmes e ouvir música sem a necessidade de mídias físicas, bastando baixá-las da "nuvem". Fornecedores de tecnologia como a Locaweb possibilitam às empresas armazenar todos os seus dados na "nuvem", acabando com a necessidade de possuir e manter dispendiosos servidores.
Da mesma forma, os serviços de marketing digital tendem também a ser realizados na "nuvem", e nada mais natural. Qual a diferença do trabalho de otimização do seu site, por exemplo, ser realizado por um técnico em São Paulo, Rio de Janeiro, Campo Grande ou Manaus se o trabalho garantir resultados e for orientado por profissionais locais?
Ao contrário de ser um risco, os serviços de marketing digital em nuvem significam uma vantagem. Tanto os clientes quanto as próprias agências podem contar com profissionais de qualidade, independente de onde estiverem e vão se tornar cada vez mais comuns.
3. Internet dentro da internet: Mark Zuckerberg, dono do Facebook, um dos sites que mais cresce no mundo em número de usuários (ultrapassou a marca dos 700 milhões este ano) já declarou que seu objetivo é transformar o Facebook em uma "internet dentro da internet". Isso siginfica que tudo o que é importante na web terá uma versão "facebookeada". Pode parecer megalomania, mas o fato é que já está acontecendo.
Empresas estão substituindo seus sites por fan pages; novos aplicativos como o Like Store permitem que lojas de e-commerce abram "filiais" no Facebook; há inclusive ferramentas dentro do Facebook que substituem o MSN e Twitter, tudo para que o usuário encontrar tudo o que precisa sem sair do site.
É muito cedo para dizer se o Facebook vai se tornar sinônimo de internet, mas por via das dúvidas é melhor você se preparar. Comece a fazer testes. Se ainda não possui, crie uma fan page da sua empresa. Tem um e-commerce? Monte um loja também na rede social. Integre tudo com seu site e outras mídias sociais e monitore o desempenho. Você pode descobrir novos e melhores canais de relacionamento com seus clientes e consumidores.
4. Fim do improviso no marketing digital: Há um pouco de otimismo nesta afirmação, mas à medida que aumenta a importância do marketing digital, igualmente aumenta a exigência por profissionais mais qualificados. E à medida que as ações se tornam mais complexas, ele também precisa planejar, coordenar e integrar as diferentes iniciativas (otimização, links patrocinados, e-mail marketing, redes sociais, mídias sociais). Além de técnicos, os profissionais e agências precisam ser estratégicos para garantir que o marketing digital realmente faça diferença.
Exemplo dessa nova tendência é o surgimento de metodologias como os "8Ps" do marketing digital, cuja finalidade é fazer com que as empresas aumentem os resultados dos seus investimentos na internet através de ações estruturadas.
Dessa forma, além de acompanhar as previsões, aproveite também para estudar métodos para aumentar os resultados com marketing digital em seu planejamento para 2012.
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Fonte:www.administradores.com.br
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