terça-feira, 31 de agosto de 2010

A Phebo & byMK


Com o lançamento da sua nova identidade visual, a Phebo promove junto ao byMK, a primeira rede social de moda brasileira, o concurso social “Phebo & byMK: cores vibrantes, perfumação marcante”. Os usuários devem criar um look inspirado em uma das oito fragrâncias da linha tradicional de sabonetes da marca: Raiz do Oriente, Odor de Rosas, Frescor da Manhã, Flores da Primavera, Toque de Lavanda, Brisa Tropical, Amazonian e Naturelle.Para participar, os internautas devem possuir uma conta no byMK ou se cadastrarem na rede social. O concurso acontece entre os dias 1 e 10 de setembro de 2010. O look mais criativo de cada uma das fragrâncias será premiado com um kit com todos os produtos da fragrância escolhida. O vencedor do concurso será anunciado no blog do byMK: http://blog.bymk.com.br/.Para Renato Steinberg, Sócio Fundador do byMK, o investimento em redes sociais vem se tornando fundamental para marcas que almejam difundir a marca de maneira segmentada. “A ação com a Phebo tem relação com o público que almeja atingir. Estamos falando com um portal, onde 96% dos usuários são do sexo feminino e a ideia de combinar looks com as mais novas criações visuais da Phebo é diferente, além de dar vazão à interatividade“, afirma.Sobre a PheboO sabonete Phebo foi criado na década de 1930, em Belém do Pará, quando os primos Antônio e Mário Santiago decidiram desenvolver um sabonete brasileiro que fosse tão bom quanto os produzidos na Inglaterra e na França naquela época. O nome Phebo foi sugerido por Antônio, por ser o Deus grego do Sol, dos Astros e da Luz. As criações dos primos Santiago tornaram-se fragrâncias marcantes e originais, que elevaram a Phebo ao nível nacional, como uma marca querida por gerações, e sinônimo de luxo, glamour e moda. Em 2004, a Phebo foi incorporada à Granado. Hoje, juntas, respondem pela maior produção de sabonetes de glicerina do país. Atualmente, a empresa se preocupa em manter sua tradição de qualidade, além de investir no desenvolvimento de novos produtos. Sobre o byMKCom 500 mil visitantes únicos por mês e 150 mil usuários cadastrados, o byMK é a única rede social do país especializada em moda desenvolvida com capital intelectual 100% nacional. Criada pelos profissionais especializados em tecnologia Flavio Pripas e Renato Steinberg, que trazem cerca de 15 anos cada de atuação no setor, a proposta da comunidade virtual é trazer uma nova forma de interatividade no universo da moda, através de comentários nos looks criados pelo público e interações nos grupos de discussões. As criações dos usuários na montagem de looks que agradam aos mais variados gostos e estilos podem ser publicadas e avaliadas pela comunidade, promovendo um relacionamento virtual intenso. No byMK é possível ainda incluir novas peças para montagem de looks, adicionar marcas favoritas e criar uma rede de amigos a partir dos interesses em moda. O portal conta com 300 mil page views diários e 96% de seu público pertence ao sexo feminino. Com o objetivo de trazer uma nova forma de fazer marketing no país, a marca ainda oferece opções por meio de sua plataforma de publicidade online que permitem propagar a comunicação, porém com o toque da real assertividade e interatividade necessária a um novo perfil de consumo.

sábado, 28 de agosto de 2010

Gestores temem efeitos das redes na WEB


Gestores de TI temem efeito das Redes Sociais e da Web 2.0 ::


Levantamento apura que até 82% dos administradores de segurança de TI pesquisados acreditam que as redes sociais, aplicativos de internet e widgets baixaram significativamente a postura de segurança de suas organizações. Os entrevistados citaram vírus, malware e perda de dados como as principais preocupações da Web 2.0, com até 77% das empresas planejando implementar uma solução que trate de tais vulnerabilidades dentro dos próximos cinco anos.


O estudo foi conduzido pela Check Point e pelo Ponemon Institute.Na pesquisa, que ouviu mais de 2.100 administradores de segurança de TI em vários países ao redor do mundo, a maioria dos entrevistados acredita que os funcionários são essenciais para ajudar as empresas na mitigação dos riscos de segurança associados a aplicativos emergentes de internet nas empresas.


Todavia, os administradores de TI acreditam que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as ameaças de segurança corporativa em suas comunicações comerciais diárias — ao baixarem aplicativos de internet, navegarem na Web, abrirem links, assistirem a streaming de vídeos, utilizarem sites de compartilhamento de arquivos peer-to-peer (P2P) e participarem de redes sociais. Como resultado, educação e conscientização são necessárias para ajudar os usuários finais a perceberem seu importante papel em manter o perfil de segurança da organização.“Nossa pesquisa revelou que a segurança pode ser vista como uma consideração tardia para os usuários corporativos de aplicativos Web 2.0.


O número crescente e a sofisticação das ameaças de segurança, associados à proliferação de ferramentas online que são facilmente baixadas da internet, estão exacerbando os desafios da proteção de informações privilegiadas”, disse Dr. Larry Ponemon, presidente do conselho e fundador do Ponemon Institute.“Está claro que os administradores de segurança de TI estão preocupados com o impacto dos aplicativos de Web 2.0 em suas empresas, mas também precisam de melhores ferramentas para entender quais aplicativos os funcionários estão usando para fins comerciais”, disse Juliette Sultan, chefe de marketing global da Check Point Software Technologies.

O estudo também detectou que:Senso de Urgência – Quase 50% dos entrevistados colocam um alto senso de urgência em minimizar os riscos de segurança associados a aplicativos de internet e widgets.ecessidade de Maior Prestação de Contas dos Usuários – A maioria dos entrevistados acredita que os funcionários devem ser mais responsabilizados por mitigar os riscos de segurança de Web 2.0 nas empresas.Falta de Educação em Segurança Corporativa – Uma média de 20% dos entrevistados acredita que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as questões de segurança ao usarem redes sociais e aplicativos de internet em suas comunicações comerciais diárias.


A Maioria dos Problemas Comuns – Produtividade no local de trabalho, malware e perda de dados são os problemas mais preocupantes no uso de novos aplicativos de internet no local de trabalho.A pesquisa Web 2.0 Security in the Workplace foi realizada independentemente pelo Ponemon Institute em junho de 2010, pesquisando administradores de segurança de IT nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Japão e Austrália.

A amostragem da pesquisa representa uma grande gama de organizações com variação de porte — de pequenos e médios negócios a grandes corporações — e em doze diferentes setores, incluindo o financeiro, industrial governamental, varejo, assistência médica e educação.
http://www.convergenciadigital.com/

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Digital Age 2.0


Digital Age 2.0 começa hoje em SP, Sob o tema 'ideias para um mundo em transformaçao', começa hoje em SP, no WTC, o Digital Age 2.0 2010. Entre os destaques internacionais dessa 4a feira estao Brian Solis, um dos mais importantes experts em PR, Web 2.0 e mídias sociais - para falar sobre o lado social das marcas corporativas; Clara Shih, CEO da Hearsay Labs e uma das mulheres mais influentes em tecnologia do ano - tratará dos negócios na Era Facebook; e Guy Kawasaki, diretor da Garage Technology Ventures, que apesar de nao estar presente ao vivo, falará sobre inovaçao em comunicaçao digital em uma videoconferência realizada especialmente para o Digital Age. Jacqueline Lafloufa


A dura travessia entre uma era analógica para outra completamente digital nos coloca diante de uma série de desafios. Os paradigmas que durante o século XX regeram a relação entre mídia, empresas e consumidores foram destronados, mas o mundo novo ainda desperta dúvidas e incertezas.

O que se sabe com segurança é que, na era das redes sociais, os consumidores estão hiperconectados, fato que por si só gera uma reação em cadeia na comunicação, no marketing e nos negócios.Esse é o cenário que norteará as discussões da quarta edição do Digital Age 2.0, conferência internacional sobre comunicação e marketing na era digital que será realizada nos dias 18 e 19 de agosto, no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo.
Organizada pelo Now!Digital Business, que edita o IDG Now!, o evento tem uma programação montada com o objetivo de colocar os participantes diante do que há de mais avançado nas reflexões e práticas do universo digital. A grade procurou englobar visões sobre os principais aspectos ligados às redes sociais e ao mundo digital. Para isso, convidamos alguns dos principais especialistas internacionais e nacionais para palestras e debates.

Conheça melhor alguns dos palestrantes:

Guy Kawasaki


Consultor, empreendedor e investidor, Guy Kawasaki também é autor de nove livros, mas continua a ser lembrado por sua passagem marcante pela Apple na década de 1980, como evangelizador da então estreante plataforma Macintosh. Seu currículo, no entanto, é recheado de experiências de sucesso em inovação e empreendedorismo – e é sobre inovação na era digital que Kawasaki falará no Digital Age 2.0.
Por meio do tema “Inovação em Comunicação Digital: Run, Mad Men, Run”, Kawasaki vai explorar o que está em preparação nos bastidores das empresas de Internet e startups do Vale do Silício, além de provocar a audiência com razões pelas quais todos deveriam abraçar cada oportunidade de testar e usar todas as tecnologias digitais disponíveis agora em projetos de marketing digital.

Brian Solis

O relacionamento entre as marcas e seus consumidores sofreu mudanças profundas com o surgimento das redes sociais. Se antes a comunicação com os clientes se dava especialmente pela mídia de massa e alguns canais de interlocução muito bem controlados, como SAC, com as mídias sociais as relações públicas precisam se reinventar.

Esse é o ponto sobre o qual trabalha Brian Solis, um dos mais importantes especialistas em RP 2.0 do mundo. Autor do blog bub.blicio.us e colaborador do TechCrunch, do BrandWeek e do Mashable, Solis acaba de publicar o livro Engage, no qual fala como as marcas podem se engajar na conversa com suas audiências. Para ele, as empresas devem buscar a fusão entre a criatividade e a comunicação, com ações combinadas de mídia tradicional e aquelas que são capazes de engajar o consumidor, potencializando os resultados das ações.

Clara Shih

Em 2009, quando o uso corporativo das redes sociais ainda engatinhava, Clara Shih lançou seu livro The Facebook Era, que mostrava como o site de Mark Zuckerberg iria revolucionar as redes sociais em todo o mundo. Especialista em redes sociais e com passagens por empresas como Microsoft e Google, Clara falará no Digital Age 2.0 sobre como as corporações podem se inserir nesse novo mundo.

Para a especialista, o sucesso do Facebook se deve à sua abordagem, focada no que as pessoas gostam e não no que elas procuram, como faz a Google. Além disso, a base de dados do Facebook, que ultrapassa 500 milhões de usuários, é uma fonte respeitável no que diz respeito a publicidade direcionada. A “brincadeira”, como afirmavam algumas empresas ao se referir ao Facebook, tornou-se o site mais acessado do mundo e uma peça estratégica para qualquer empresa que queira ter posição relevante frente a seus clientes e consumidores – exatamente como previa Shih.

Shiv Singh

Os riscos às empresas representados pelas redes sociais vão além das questões da privacidade, alerta Shiv Singh, atual diretor de engajamento digital e mídia social da PepsiCo e que por 11 anos trabalhou para a agência digital Razorfish.

Para Singh, que também é autor do livro Social Media Marketing for Dummies, atualmente mídia social é mídia – e ponto. E, como toda mídia, está suieita aos mesmos riscos, como o de ser comercializada, politizada e se tornar exageradamente poderosa, diz. Em sua gestão, a PepsiCo tem se engajado criativamente em campanhas de rede social, como a que destina parte de sua verba de marketing para ações que amenizem os efeitos do desastre ecológico no Golfo do México. Mas com uma diferença: tanto os projetos quanto a destinação do dinheiro será decidida interativamente pelos consumidores, por meio da Internet.

Andrea Harrison

Vice-presidente da Razorfish e responsável pela divisão de Social Influence Marketing, Andrea Harrison traz ao Digital Age 2.0 uma questão tão intrigante quanto poderosa: como transformar os consumidores de seus produtos ou serviço em defensores de sua marca.

Harrison destaca que nunca os consumidores estiveram tão online e suas escolhas têm sido feitas com base na opinião de amigos, especialistas e até pessoas completamente desconhecidas – a chave, aqui, é fazer com que as empresas se liguem aos consumidores seguindo as regras deles, quando e onde eles escolherem.
Gabriel Saénz de Buruaga

A cultura imediatista privilegia ações de comunicação pautadas apenas no resultado gerado pelo último ponto de contato com o consumidor. No entanto, há muitos meios de contato com esse consumidor e cada um deles tem potencial para geração de venda, lembra Gabriel Sáenz de Buruaga, co-CEO Mundial do Havas Digital.
A Havas Digital reúne cinco agências de mídia ao redor do mundo. Como executivo do grupo, Sáenz lidera o trabalho de serviço a clientes e de desenvolvimento de produtos e novas iniciativas em oito regiões, incluindo América do Norte, Europa e América Latina.

Patricia Peck

O que é o direito de propriedade intelectual na era da web 2.0? Direito autoral ou cultura do remix? Será o fim do copyright? O que nos aguarda? Perguntas como essas estão na cabeça de produtores de conteúdo, veículos e empresas. O assunto ganhou força em função de decisão recente da Justiça dos EUA, que deu ganho de causa ao YouTube em processo movido pela Viacom. A ação tinha como alvo cópias não autorizadas de filmes, programas e séries de TV, por usuários do site do Google.

Uma das maiores especialistas em direito digital do Brasil, a advogada Patricia Peck, colunista do IDG Now! faz um paralelo deste caso com o do site Pirate Bay, que permite o download de conteúdo multimídia, muitos dos quais protegidos por direitos autorais. A sobrevivência do site está ameaçada por processos na Europa. Seria o YouTube uma espécie de Pirate Bay? Para a Dra. Patricia, não.

Michel Lent

Se durante décadas o jornalismo se sustentava por meio de receitas de assinaturas, venda em bancas e publicidade, hoje as empresas jornalísticas se veem na berlinda em função da cultura do conteúdo grátis na web. Para Michel Lent, gerente-geral da Ogilvy Interactive, há um detalhe nessa história que não recebe a devida atenção ou está sendo esquecido: se ninguém pagar pelo conteúdo, como os produtores de conteúdo pagarão suas contas?

Lent acrescenta que, na medida em que os modelos ‘tradicionais’ de produção e distribuição de conteúdo sumam do mapa, não há necessariamente modelos que os substituam, o que pode trazer sérias consequências não apenas para a indústria da comunicação, mas para a sociedade em si.

sábado, 14 de agosto de 2010

Redes Sociais diminuem segurança das empresas !


Levantamento apura que até 82% dos administradores de segurança de TI pesquisados acreditam que as redes sociais, aplicativos de internet e widgets baixaram significativamente a postura de segurança de suas organizações.

Os entrevistados citaram vírus, malware e perda de dados como as principais preocupações da Web 2.0, com até 77% das empresas planejando implementar uma solução que trate de tais vulnerabilidades dentro dos próximos cinco anos. O estudo foi conduzido pela Check Point e pelo Ponemon Institute.

Na pesquisa, que ouviu mais de 2.100 administradores de segurança de TI em vários países ao redor do mundo, a maioria dos entrevistados acredita que os funcionários são essenciais para ajudar as empresas na mitigação dos riscos de segurança associados a aplicativos emergentes de internet nas empresas.

Todavia, os administradores de TI acreditam que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as ameaças de segurança corporativa em suas comunicações comerciais diárias — ao baixarem aplicativos de internet, navegarem na Web, abrirem links, assistirem a streaming de vídeos, utilizarem sites de compartilhamento de arquivos peer-to-peer (P2P) e participarem de redes sociais.

Como resultado, educação e conscientização são necessárias para ajudar os usuários finais a perceberem seu importante papel em manter o perfil de segurança da organização.

“Nossa pesquisa revelou que a segurança pode ser vista como uma consideração tardia para os usuários corporativos de aplicativos Web 2.0. O número crescente e a sofisticação das ameaças de segurança, associados à proliferação de ferramentas online que são facilmente baixadas da internet, estão exacerbando os desafios da proteção de informações privilegiadas”, disse Dr. Larry Ponemon, presidente do conselho e fundador do Ponemon Institute.

“Está claro que os administradores de segurança de TI estão preocupados com o impacto dos aplicativos de Web 2.0 em suas empresas, mas também precisam de melhores ferramentas para entender quais aplicativos os funcionários estão usando para fins comerciais”, disse Juliette Sultan, chefe de marketing global da Check Point Software Technologies. O estudo também detectou que:

Senso de Urgência – Quase 50% dos entrevistados colocam um alto senso de urgência em minimizar os riscos de segurança associados a aplicativos de internet e widgets.

ecessidade de Maior Prestação de Contas dos Usuários – A maioria dos entrevistados acredita que os funcionários devem ser mais responsabilizados por mitigar os riscos de segurança de Web 2.0 nas empresas.

Falta de Educação em Segurança Corporativa – Uma média de 20% dos entrevistados acredita que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as questões de segurança ao usarem redes sociais e aplicativos de internet em suas comunicações comerciais diárias.

A Maioria dos Problemas Comuns – Produtividade no local de trabalho, malware e perda de dados são os problemas mais preocupantes no uso de novos aplicativos de internet no local de trabalho.

A pesquisa Web 2.0 Security in the Workplace foi realizada independentemente pelo Ponemon Institute em junho de 2010, pesquisando administradores de segurança de IT nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Japão e Austrália.

A amostragem da pesquisa representa uma grande gama de organizações com variação de porte — de pequenos e médios negócios a grandes corporações — e em doze diferentes setores, incluindo o financeiro, industrial governamental, varejo, assistência médica e educação.
fonte: www.convergenciadigital.uool.com.br

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Facebook é um dos melhores empregadores !


A Business Insider reviu seu ranking de melhores empregadores da área de tecnologia e deu a liderança ao Facebook. A lista foi feita com base nos votos e depoimentos de seus funcionários no site Glassdor.

Segundo o site do San Francisco Chronicle, as características que levaram o Facebook ao topo da lista de melhores empregadores são o ambiente de trabalho informal, a gestão pouco intrusiva e a liberdade concedida aos funcionários, que também têm à sua disposição uma farta cafeteria, salas para jogos e academia.

Na vice-liderança aparece o Google, que não deixou de apresentar alguns resultados mais positivos do que os do Facebook. De acordo com o site All Facebook, a satisfação dos funcionários da gigante das buscas com o CEO Eric Schmidt é maior que 97%, contra 92% de Mark Zuckerberg, CEO do Facebook

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O uso das redes sociais no mercado de trabalho


O uso das mídias sociais no mercado de trabalho

Tecnologia124 views
Uma pesquisa realizada, recentemente, pela Nielsen revelou que 86% dos brasileiros que usam internet navegam em blogs e redes sociais. Um bom exemplo é o crescimento do Twitter, que de 2008 pra cá aumentou 900%, alcançando mais de 55 milhões de usuários.

O fato é que ter um perfil no Twitter, Facebook ou LinkedIn deixou de ser coisa de adolescente e conquistou um novo público. Hoje, jornalistas, empresários, candidatos, empresas usam essas ferramentas como meio de ver e ser visto, é o famoso Networking.


O networking nada mais é do que conhecer pessoas com interesses em comum e estabelecer uma rede de relacionamento, onde é possível manter contato, por exemplo, com profissionais da mesma área que a sua e até mesmo com o RH de uma empresa em que você deseja trabalhar.

Sites e blogs como estes, permitem que o usuário divulgue seu portfólio, mostre seus trabalhos a uma rede infinita de pessoas, fale de seus talentos e conhecimentos e conheça pessoas com objetivos pares e principalmente pessoas que possam auxiliar em sua carreira.

Estatísticas recentes comprovam que, em média, 70% dos profissionais encontraram seu último emprego, trabalhando sua rede de contatos on line.

O Headhunter e Executive Coach, Ricardo Porto afirma que hoje, com as mídias sociais, fazer networking tornou-se uma atividade incrivelmente veloz, com a possibilidade de atingir um número infinitamente maior de pessoas, e permitir que o candidato apresente seu currículo e habilidades profissionais às pessoas em geral e para possíveis recrutadores na área de Recursos Humanos

Porto destaca que é cada vez maior o uso das chamadas redes sociais pelas empresas, seja para conhecer o perfil dos candidatos em potencial, seja para divulgar as oportunidades em aberto, ampliando, assim, o universo de prospecção, antes limitado ao próprio site corporativo, ao “boca a boca” e às empresas de consultoria especializadas.

Ricardo Porto alerta também para o risco representado pelo uso inadequado das mídias sociais, “é absolutamente indispensável agir com ética, educação e bom senso, se fazendo lembrar, mas sem ser insistente e muito menos chato! Este pode ser o segredo de se dar bem nas mídias sociais e conseguir seu emprego.” A exposição exagerada, seja por afirmações e opiniões polêmicas e pré-conceituosas ao invés de ajudar no networking, acaba “queimando” o profissional. Ricardo Porto sinaliza com algumas dicas, “evite participar de comunidades tais como: “Eu odeio meu chefe”, “Eu odeio minha empresa”, “Eu odeio acordar cedo”, pois elas podem ter um efeito contrário ao que você espera. E muito menos, postar fotos e vídeos, com conotação sexual ou que denotem vulgaridade.”